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terça-feira, 26 de junho de 2012
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Síntese - Tradição Viva
SÍNTESE – CAPÍTULO 8 - A Tradição viva – A. Hampaté Bâ– Professor Ivaldo Marciano – texto 2 – disciplina de Tradição oral e comunidade.
Por Nazarete Andrade Mariano
Linha 2- Letramento, Identidade e Formação de Professor
Síntese
O texto faz alusão a tradição da história da África, inicia com uma introdução afirmando que esta herança não se perdeu (tradição oral) e reside na memória da última geração de grandes depositários, de quem se pode dizer são a memória viva da África. [...] durante muito tempo, nações modernas, julgou que povos sem escrita eram povos sem cultura. Esse conceito infundado começou a desmoronar após as duas últimas guerras, graças ao notável trabalho realizado por alguns dos grandes etnólogos do mundo inteiro. ( p. 167)
O autor aborda que para alguns estudiosos, o problema todo se resume em saber se é possível conceder à oralidade a mesma confiança que se concede à escrita quando se trata do testemunho de fatos passados. [...] O testemunho, seja escrito ou oral, no fim não é mais que testemunho humano, e vale o que vale o homem. ( p.168)
Bem pertinente quanto afirma que os primeiros arquivos ou bibliotecas do mundo foram o cérebro dos homens. Antes de colocar seus pensamentos no papel, o escritor ou estudioso mantém um diálogo secreto consigo mesmo. Antes de escrever um relato, o homem recorda os fatos tal como lhe foram narrados ou, no caso de experiência própria, tal como ele mesmo os narra. ( p.168)
Nada prova a priori que a escrita resulta em um relato da realidade mais fidedigno do que o testemunho oral transmitido de geração a geração. [...] os próprios documentos escritos nem sempre se mantiveram livres de falsificações ou alterações, intencionais ou não, ao passarem sucessivamente pelas mãos dos copistas – fenômeno que originou, entre outras, as controvérsias sobre as “ Sagradas Escrituras”.
Adentra nessa discussão de forma peculiar , acredito que esta uma características dos pesquisadores da história, pois segundo o autor, nas sociedades orais que não apenas a função da memória e mais desenvolvida, mas também a ligação entre o homem e a palavra é mais forte. Onde não existe a escrita, o homem está ligado à palavra que profere. [...] porém ,a escrita pouco a pouco vai substituindo a palavra falada, tornando-se a única prova e o único recurso; vemos a assinatura tornar-se o único compromisso reconhecido, enquanto o laço sagrado e profundo que unia o homem à palavra desaparece progressivamente para dar lugar a títulos universitários convencionais. ( P.168)
É interessante destacar que nas tradições africanas a palavra falada se empossava, além de um valor moral fundamental, de um caráter sagrado vinculado à sua origem divina e às forças ocultas nela depositadas. Agente mágico por excelência, grande vetor de “forças etéreas”, não era utilizada sem prudência. ( P. 169)
Assim o autor vai mostrando o que é a tradição oral, a grande escola da vida, e dela recuperam e relaciona todos os aspectos. [...] a tradição oral conduz o homem à sua totalidade e, em virtude disso, pode-se dizer que contribuiu para criar um tipo de homem particular, para esculpir a alma africana. ( p. 169)
O subtópico “ A origem divina da Palavra” mostra um exemplo das tradições da savana ao sul do Saara, que retrata a tradição, o mito da criação do universo e do homem, ensinando pelo mestre iniciador do komo. [...] ( p.170/171). O autor afirma que a tradição africana, portanto concebe a fala como um dom de Deus. Ela é ao mesmo tempo divina no sentido descendente e sagrada no sentido ascendente. ( p. 172)
“ A fala humana como poder de criação” para os Maa Ngala, segundo o autor, a fala pode criar a paz, assim como pode destruí-la. É como o fogo. Uma única palavra imprudente pode desencadear uma guerra, ( Malinês) [...] a fala por excelência é o grande agente ativo da magia africana. ( p. 173)
“ A fala, agente ativo da magia” na Europa, a palavra “magia” é sempre tomada no mau sentido, enquanto que na África designa unicamente o controle das forças, em si uma coisa neutra que pode se tornar benéfica ou maléfica conforme a direção que se lhe dê. ( p. 173)
[..] o contexto mágico – religioso e social se situa o respeito pela palavra nas sociedades de tradição oral, especialmente quando se trata de transmitir as palavras herdadas de ancestrais ou de pessoas idosas. O que a África tradicional mais preza é a herança ancestral. O apego religioso ao patrimônio transmitido exprime-se em frase como: aprendi com meu mestre, aprendi com meu pai, foi o que suguei no seio de minha Mãe. (P. 174)
“ Os tradicionalistas” – os grandes depositários da herança oral são os chamados tradicionalistas. Memória viva da África, eles são suas melhores testemunhas. ( p. 174). Percebe-se que de maneira geral, os tradicionalistas foram postos de parte, senão perseguidos, pelo poder colonial que, naturalmente, procurava extirpar as tradições locais a fim de implantar suas próprias ideias, pois, como se diz, “ Não se semeia nem em campo plantado nem em terra alqueivada”. Por essa razão, a iniciação geralmente buscava refúgio na mata e deixava as grandes cidades de brancos ( dos colonizadores). ( P. 176)
[...] os últimos anciãos herdeiros dos vários ramos da Tradição provavelmente terão desaparecido. Se não nos apressarmos em reunir seus testemunhos e ensinamentos, todo o patrimônio cultural e espiritual de um povo cairá no esquecimento juntamente com eles, e uma geração jovem sem raízes ficará abandonada à própria sorte. ( P. 176)
“ Autenticidade da transmissão” ( p. 176), o autor remete à obrigação de respeitar a verdade mantida pelos tradicionalistas –doma, pois a tradição africana abomina a mentira. Diz-se: “ Cuida-te para não te separares de ti mesmo.” Acredita-se que isso deve-se ao fato de que se um oficiante mentisse, estaria corrompendo os atos rituais e este não mais preencheria o conjunto das condições rituais necessárias à realização do ato sagrado. Com isso, é pertinente observar que (segundo o autor) Independentemente da interdição da mentira, ele pratica a disciplina da palavra, pois se a fala é considerada uma exteriorização das vibrações de forças interiores, inversamente, a força interior nasce da interiorização da fala. (p. 178)
Outro ponto interessante do texto é em relação “ Os ofícios tradicionais” que são (segundo o autor) os grandes vetores da tradição oral africana, inclusive as atividades humanas possuíam um caráter sagrado ou oculto, principalmente as atividades que consistiam em agir sobre a matéria e transformá-la, uma vez que tudo é considerado vivo. (P.186) É pertinente contemplar que a relação do homem tido como tradicional com o mundo era, portanto, uma relação viva de participação e não uma relação de pura utilização. É compreensível que, nesta visão global do universo, o papel do profano seja mínimo. ( p.189) Assim, a terra pertencia a Deus, e aos homens cabia o direito de “ usufruir” dela, mas não o de possuí-la. Como isso, pode-se dizer que nem tudo que se aprendia na escola, com a educação moderna, era vivido, pois o conhecimento herdado pela tradição oral fomentava-se na totalidade do ser, ou seja, se materializava como as palavras sagradas e obriga o aprendiz a viver a palavra a cada gesto. ( p. 189)
Inclusive cada povo possui heranças ou dons que lhe são peculiares, assim transmitido de geração a geração como os Dogon do Mali têm a reputação de conhecer certos segredos e dom de curar sem deixar marcas como a lepra ou recolocar um ombro quebrado, até mesmo em caso de fraturas graves. Uma curiosidade bem interessante é que a tradição confere aos seus participantes um status social especial, podendo se manifestar a vontade, inclusive às vezes podem até contar mentiras descaradas e ninguém os tomará no sentido próprio. ( p. 193) Outro ponto que chama a atenção é que a sociedade africana está fundamentalmente baseada no diálogo entre os indivíduos e na comunicação entre comunidades ou grupos étnicos, os griots são os agentes ativos e naturais nessas conversações. (p.193)
O autor cria um sobtópico cujo título é “ Como tornar-se um tradicionalista” para tanto deve ser conhecedor e ter aptidões individuais, uma vez que o conhecimento era algo valorizado, pois este não distingue raça e nem “porta-paterna” ele enobrece o homem, como assim diz o provérbio. (p.200) interessante lembrar que o segredo velho não se compra com dinheiro, mas com boas maneiras. (p. 201)
A influência do Islã, segundo BÂ, grandes escolas islâmicas puramente orais ensinavam a religião nas línguas vernáculas. Independentemente de uma visão sagrada comum do universo e de uma mesma concepção do homem e da família.
O autor faz uma ilustração prática “História de uma coleta” de como narrativas históricas, entre outras, vivem e são preservadas com extrema fidelidade na memória coletiva de uma sociedade de tradição oral, conta que a maneira consegue reunir, unicamente a partir da tradição oral, os elementos que me permitiriam escrever a História do Império Peul de Macina no Século XVIII. O autor diz ainda, que usou o método de gravar as narrativas, sem a preocupação com a veracidade ou com um possível exagero. Essa coleta exigiu 15 anos de trabalho que no final manteve apenas os relatos concordantes, o que eram conformes tanto às tradições como também às das demais etnias. Provando que a tradição oral era perfeitamente válida do ponto de vista cientifico. Assim, nenhum narrador poderia mudar os fatos, pois a sua volta haveria sempre companheiros ou anciãos que imediatamente apontariam o erro, fazendo-lhe a séria acusação de mentiroso. (p.207)
Assim o escritor aborda as “Características da memória africana entre os povos do mundo, constatou-se que os que não escreviam possuíam uma memória mais desenvolvida. Inclusive a memória africana que registra toda uma cena com detalhes, contribuindo para dar vida a esta cena, sem receio de se repetir, pois são como arquivos que constitui uma verdadeira biblioteca onde os arquivos não estão “ classificados”, mas totalmente inventariados. (p. 208/209)
O autor conclui dizendo que para a África, a época atual é de complexidade e de dependência. Os diferentes mundos, as diferentes mentalidades e os diferentes períodos sobrepõem-se, interferindo uns nos outros, às vezes se influenciando mutuamente, nem sempre se compreendendo. Pois, a África do século XX encontra-se lado a lado com a Idade Média, o Ocidente com o oriente, no modo de pensar o mundo, com o “animismo”, modo particular de vivê-lo e experimentá-lo na totalidade do ser. De uns anos para cá uma importante parcela da juventude culta vem sentindo cada vez mais a necessidade de se voltar às tradições ancestrais e de resgatar seus valores fundamentais, a fim de reencontrar suas próprias raízes e o segredo de sua identidade profunda. (p.210)
Por Nazarete Andrade Mariano
Linha 2- Letramento, Identidade e Formação de Professor
Síntese
O texto faz alusão a tradição da história da África, inicia com uma introdução afirmando que esta herança não se perdeu (tradição oral) e reside na memória da última geração de grandes depositários, de quem se pode dizer são a memória viva da África. [...] durante muito tempo, nações modernas, julgou que povos sem escrita eram povos sem cultura. Esse conceito infundado começou a desmoronar após as duas últimas guerras, graças ao notável trabalho realizado por alguns dos grandes etnólogos do mundo inteiro. ( p. 167)
O autor aborda que para alguns estudiosos, o problema todo se resume em saber se é possível conceder à oralidade a mesma confiança que se concede à escrita quando se trata do testemunho de fatos passados. [...] O testemunho, seja escrito ou oral, no fim não é mais que testemunho humano, e vale o que vale o homem. ( p.168)
Bem pertinente quanto afirma que os primeiros arquivos ou bibliotecas do mundo foram o cérebro dos homens. Antes de colocar seus pensamentos no papel, o escritor ou estudioso mantém um diálogo secreto consigo mesmo. Antes de escrever um relato, o homem recorda os fatos tal como lhe foram narrados ou, no caso de experiência própria, tal como ele mesmo os narra. ( p.168)
Nada prova a priori que a escrita resulta em um relato da realidade mais fidedigno do que o testemunho oral transmitido de geração a geração. [...] os próprios documentos escritos nem sempre se mantiveram livres de falsificações ou alterações, intencionais ou não, ao passarem sucessivamente pelas mãos dos copistas – fenômeno que originou, entre outras, as controvérsias sobre as “ Sagradas Escrituras”.
Adentra nessa discussão de forma peculiar , acredito que esta uma características dos pesquisadores da história, pois segundo o autor, nas sociedades orais que não apenas a função da memória e mais desenvolvida, mas também a ligação entre o homem e a palavra é mais forte. Onde não existe a escrita, o homem está ligado à palavra que profere. [...] porém ,a escrita pouco a pouco vai substituindo a palavra falada, tornando-se a única prova e o único recurso; vemos a assinatura tornar-se o único compromisso reconhecido, enquanto o laço sagrado e profundo que unia o homem à palavra desaparece progressivamente para dar lugar a títulos universitários convencionais. ( P.168)
É interessante destacar que nas tradições africanas a palavra falada se empossava, além de um valor moral fundamental, de um caráter sagrado vinculado à sua origem divina e às forças ocultas nela depositadas. Agente mágico por excelência, grande vetor de “forças etéreas”, não era utilizada sem prudência. ( P. 169)
Assim o autor vai mostrando o que é a tradição oral, a grande escola da vida, e dela recuperam e relaciona todos os aspectos. [...] a tradição oral conduz o homem à sua totalidade e, em virtude disso, pode-se dizer que contribuiu para criar um tipo de homem particular, para esculpir a alma africana. ( p. 169)
O subtópico “ A origem divina da Palavra” mostra um exemplo das tradições da savana ao sul do Saara, que retrata a tradição, o mito da criação do universo e do homem, ensinando pelo mestre iniciador do komo. [...] ( p.170/171). O autor afirma que a tradição africana, portanto concebe a fala como um dom de Deus. Ela é ao mesmo tempo divina no sentido descendente e sagrada no sentido ascendente. ( p. 172)
“ A fala humana como poder de criação” para os Maa Ngala, segundo o autor, a fala pode criar a paz, assim como pode destruí-la. É como o fogo. Uma única palavra imprudente pode desencadear uma guerra, ( Malinês) [...] a fala por excelência é o grande agente ativo da magia africana. ( p. 173)
“ A fala, agente ativo da magia” na Europa, a palavra “magia” é sempre tomada no mau sentido, enquanto que na África designa unicamente o controle das forças, em si uma coisa neutra que pode se tornar benéfica ou maléfica conforme a direção que se lhe dê. ( p. 173)
[..] o contexto mágico – religioso e social se situa o respeito pela palavra nas sociedades de tradição oral, especialmente quando se trata de transmitir as palavras herdadas de ancestrais ou de pessoas idosas. O que a África tradicional mais preza é a herança ancestral. O apego religioso ao patrimônio transmitido exprime-se em frase como: aprendi com meu mestre, aprendi com meu pai, foi o que suguei no seio de minha Mãe. (P. 174)
“ Os tradicionalistas” – os grandes depositários da herança oral são os chamados tradicionalistas. Memória viva da África, eles são suas melhores testemunhas. ( p. 174). Percebe-se que de maneira geral, os tradicionalistas foram postos de parte, senão perseguidos, pelo poder colonial que, naturalmente, procurava extirpar as tradições locais a fim de implantar suas próprias ideias, pois, como se diz, “ Não se semeia nem em campo plantado nem em terra alqueivada”. Por essa razão, a iniciação geralmente buscava refúgio na mata e deixava as grandes cidades de brancos ( dos colonizadores). ( P. 176)
[...] os últimos anciãos herdeiros dos vários ramos da Tradição provavelmente terão desaparecido. Se não nos apressarmos em reunir seus testemunhos e ensinamentos, todo o patrimônio cultural e espiritual de um povo cairá no esquecimento juntamente com eles, e uma geração jovem sem raízes ficará abandonada à própria sorte. ( P. 176)
“ Autenticidade da transmissão” ( p. 176), o autor remete à obrigação de respeitar a verdade mantida pelos tradicionalistas –doma, pois a tradição africana abomina a mentira. Diz-se: “ Cuida-te para não te separares de ti mesmo.” Acredita-se que isso deve-se ao fato de que se um oficiante mentisse, estaria corrompendo os atos rituais e este não mais preencheria o conjunto das condições rituais necessárias à realização do ato sagrado. Com isso, é pertinente observar que (segundo o autor) Independentemente da interdição da mentira, ele pratica a disciplina da palavra, pois se a fala é considerada uma exteriorização das vibrações de forças interiores, inversamente, a força interior nasce da interiorização da fala. (p. 178)
Outro ponto interessante do texto é em relação “ Os ofícios tradicionais” que são (segundo o autor) os grandes vetores da tradição oral africana, inclusive as atividades humanas possuíam um caráter sagrado ou oculto, principalmente as atividades que consistiam em agir sobre a matéria e transformá-la, uma vez que tudo é considerado vivo. (P.186) É pertinente contemplar que a relação do homem tido como tradicional com o mundo era, portanto, uma relação viva de participação e não uma relação de pura utilização. É compreensível que, nesta visão global do universo, o papel do profano seja mínimo. ( p.189) Assim, a terra pertencia a Deus, e aos homens cabia o direito de “ usufruir” dela, mas não o de possuí-la. Como isso, pode-se dizer que nem tudo que se aprendia na escola, com a educação moderna, era vivido, pois o conhecimento herdado pela tradição oral fomentava-se na totalidade do ser, ou seja, se materializava como as palavras sagradas e obriga o aprendiz a viver a palavra a cada gesto. ( p. 189)
Inclusive cada povo possui heranças ou dons que lhe são peculiares, assim transmitido de geração a geração como os Dogon do Mali têm a reputação de conhecer certos segredos e dom de curar sem deixar marcas como a lepra ou recolocar um ombro quebrado, até mesmo em caso de fraturas graves. Uma curiosidade bem interessante é que a tradição confere aos seus participantes um status social especial, podendo se manifestar a vontade, inclusive às vezes podem até contar mentiras descaradas e ninguém os tomará no sentido próprio. ( p. 193) Outro ponto que chama a atenção é que a sociedade africana está fundamentalmente baseada no diálogo entre os indivíduos e na comunicação entre comunidades ou grupos étnicos, os griots são os agentes ativos e naturais nessas conversações. (p.193)
O autor cria um sobtópico cujo título é “ Como tornar-se um tradicionalista” para tanto deve ser conhecedor e ter aptidões individuais, uma vez que o conhecimento era algo valorizado, pois este não distingue raça e nem “porta-paterna” ele enobrece o homem, como assim diz o provérbio. (p.200) interessante lembrar que o segredo velho não se compra com dinheiro, mas com boas maneiras. (p. 201)
A influência do Islã, segundo BÂ, grandes escolas islâmicas puramente orais ensinavam a religião nas línguas vernáculas. Independentemente de uma visão sagrada comum do universo e de uma mesma concepção do homem e da família.
O autor faz uma ilustração prática “História de uma coleta” de como narrativas históricas, entre outras, vivem e são preservadas com extrema fidelidade na memória coletiva de uma sociedade de tradição oral, conta que a maneira consegue reunir, unicamente a partir da tradição oral, os elementos que me permitiriam escrever a História do Império Peul de Macina no Século XVIII. O autor diz ainda, que usou o método de gravar as narrativas, sem a preocupação com a veracidade ou com um possível exagero. Essa coleta exigiu 15 anos de trabalho que no final manteve apenas os relatos concordantes, o que eram conformes tanto às tradições como também às das demais etnias. Provando que a tradição oral era perfeitamente válida do ponto de vista cientifico. Assim, nenhum narrador poderia mudar os fatos, pois a sua volta haveria sempre companheiros ou anciãos que imediatamente apontariam o erro, fazendo-lhe a séria acusação de mentiroso. (p.207)
Assim o escritor aborda as “Características da memória africana entre os povos do mundo, constatou-se que os que não escreviam possuíam uma memória mais desenvolvida. Inclusive a memória africana que registra toda uma cena com detalhes, contribuindo para dar vida a esta cena, sem receio de se repetir, pois são como arquivos que constitui uma verdadeira biblioteca onde os arquivos não estão “ classificados”, mas totalmente inventariados. (p. 208/209)
O autor conclui dizendo que para a África, a época atual é de complexidade e de dependência. Os diferentes mundos, as diferentes mentalidades e os diferentes períodos sobrepõem-se, interferindo uns nos outros, às vezes se influenciando mutuamente, nem sempre se compreendendo. Pois, a África do século XX encontra-se lado a lado com a Idade Média, o Ocidente com o oriente, no modo de pensar o mundo, com o “animismo”, modo particular de vivê-lo e experimentá-lo na totalidade do ser. De uns anos para cá uma importante parcela da juventude culta vem sentindo cada vez mais a necessidade de se voltar às tradições ancestrais e de resgatar seus valores fundamentais, a fim de reencontrar suas próprias raízes e o segredo de sua identidade profunda. (p.210)
Reflexões sobre a Tradição Oral
RESENHA – CAPÍTULO 7 - A Tradição Oral e Sua Metodologia – J. Vansina – Professor Ivaldo Marciano texto 1 – disciplina Tradição oral e comunidade. Mestranda Nazarete Andrade Mariano
Reflexões sobre a Tradição Oral
O texto inicia com uma breve introdução sobre as civilizações africanas, em especial no Seara e ao Sul do deserto, abordando que na grande maioria dessas civilizações fazia uso da palavra falada, inclusive onde existia a escrita. Esta, ficando em segundo plano em detrimento as preocupações da sociedade, questionando indiretamente se seria um erro reduzir a civilização da palavra falada simplesmente a “ausência do escrever”. O texto de J. Vansina é divido em subtópicos são eles: A civilização oral; A natureza da tradição oral; A tradição como obra literária; Contexto social da tradição; Estrutura mental da tradição; A cronologia; Avaliação das tradições orais; Coletânea e publicação e por fim a Conclusão. Aqui iremos fazer uma rápida abordagem em cada um desses subtópicos para melhor compreensão.
O autor inicia o subtópico 1, A civilização oral, dizendo que um estudioso que trabalha com tradições orais deve adentrar em uma civilização oral em relação ao discurso que nela existe, que é diferente de uma civilização onde a escrita registrou todas as mensagens importantes. Afirmando que em uma sociedade oral reconhece a fala não apenas como um meio de comunicação diária, mas também como um meio de preservação da sabedoria dos ancestrais, no qual o autor chama de elocuções-chave, ou seja, a tradição oral. (p.139)
Aqui remeto a comunidades que ainda têm costumes voltados para a tradição oral que funciona como preservação, um costume ou um elemento cultural através da oralidade, utilizando da tradição oral para testemunhar verbalmente costumes de uma geração para outra, aqui em Petrolina temos o conhecido “ Samba de Véio” que faz uso da oralidade e é passado de geração para geração, utilizando a oralidade e com isso as crianças aprendem convivendo com o samba, ouvindo os mais velhos e fazendo parte das apresentações.
O autor coloca também que em quase toda a parte, a palavra tem um poder misteriosos, até porque a palavra que é o signo cria significados, como diz no texto “ palavras criam coisas.” Assim nos mostra um exemplo da civilização dos Dogon que expressavam o nominalismo nos rituais em o nome é a coisa, e que “dizer” é “fazer”. (p. 140) Assim é pertinente a afirmação de que a oralidade é uma questão de atitude e não a falta de habilidade de expressão, ou seja, é vista como algo pertinente a realidade em que vive, inclusive essas tradições orais podem desmontar que o discurso do historiador contemporâneo que envolvido as evidências de escritas se vê na obrigação de desenvolver leituras dinâmicas para compreender as mensagens com seus diversos dados, uma vez que as tradições sempre fazem retornos contínuos à fonte. ( p. 140) Portanto, um estudo sobre tradição oral deve ter preferencialmente, uma atitude diferente de uma civilização que utiliza a escrita para registrar todas mensagens tidas como importantes, ou seja, deve ter atenção a atitude de uma civilização oral em relação ao discurso, preservando assim a sabedoria dos ancestrais. Servindo de testemunho verbal de uma geração para outra. Diz que o historiador deve aprender a trabalhar ( com a tradição oral) de forma mais lenta, reflexiva, adentrar na representação coletiva, embrenhar – se nos arquivos da memória coletiva. Isso é referente ao historiador e crítico cultural como deve fazer para dialogar com a apreensão dos significados que a memória coletiva presente na tradição oral nos apresenta e representa? Neste contexto, qual é o papel do crítico cultural? Acredito que diferentemente do historiador de historicizar, o crítico irá fazer recortes de situações dessa tradição oral e buscar compreender as diversas situações que dialogam com essa memória coletiva.Percebe-se a tradição oral compõe-se de testemunhos transmitidos oralmente de geração para geração, tendo a linguagem verbal como principal característica, linguagem essa, diferente das fontes escritas. Um arquivo da memoria coletiva pode ser definido de várias maneiras, pois o testemunho pode ser interrompido, corrigido e recomeçar, por exemplo. Assim, acredito que a tradição oral além de fortalecer relações entre pessoas e comunidades, cria uma rede de transmissão de tipos distintos de conhecimento de vida que é importante para a consolidação dos grupos culturais. O autor encerra o primeiro subtópico contemplando que é pertinente ao historiador iniciar seus estudos em relação à civilização da tradição oral, a partir dos modos de pensar da sociedade oral, antes de interpretar suas tradições. (p.140) E fica o questionamento: e o crítico cultural como deve primeiramente iniciar esses estudos?
No segundo subtópico “A natureza da tradição oral” o autor inicia sobre a tradição oral como um testemunho transmitido oralmente de uma geração a outra. Tendo como características particulares o verbalismo e sua maneira de transmissão sendo diferente das fontes escrita. Admitindo a complexidade existente na tradição oral, assim torna-se difícil uma definição precisa diferentemente da escrita que tem um objeto: um manuscrito. Na tradição oral a transmissão seria alterada em contato com outras pessoas, assim teria uma nova tradição. ( p.140) Faz uma resalva dizendo que nem toda informação verbal é uma tradição, pois toda tradição oral se legitima a partir de um relato de um testemunho ocular, assim o boato fica excluído, apesar de transmitir uma mensagem é resultado de um ouvir dizer, mas que, no entanto, pode dar origem a um determinado acontecimento e uma tradição, quando é repetido por gerações posteriores. Portanto, a origem das tradições, pode repousar num testemunho ocular, tanto em um boato quanto em uma nova criação baseada em diferentes textos orais existentes, combinados e adaptados para criar uma nova mensagem. (p. 141) Conclui-se que a natureza da tradição oral a partir de testemunhos oculares, apesar complexidade e da arbitrariedade desse testemunho, declarações de pessoas, sequencias de acontecimentos passados passando de geração para geração.
No terceiro subtópico que tem como título “ A tradição como obra literária”, o autor aborda que em uma sociedade oral, a maioria das obras literárias são tradições conscientes de elocuções orais, que por sua vez a forma e os critérios literários influenciam o conteúdo da mensagem. Deve-se considerar que há quatro formas básicas, resultantes de uma combinação prática dois conjuntos de princípios. Vale lembrar, que em alguns casos as palavras são decoradas, em outros, a escolha é entregue ao artista literato. ( P.142) Assim é fomentado todas as formas e categoria, inclusive faz abordagem a categoria das narrativas que compreendem a maioria das mensagens conscientes, em que a liberdade deixada pelo artista permite numerosas combinações, muitas modelações, reajustes dos episódios, ampliação das descrições, desenvolvimentos, etc. ( P. 144) Assim, percebe-se que o artista é completamente livre, vale lembrar, que do ponto de vista literário, pois o meio social pode impor-lhe uma fidelidade rígida às fontes. Outro ponto pertinente é que toda literatura oral tem sua própria divisão em gêneros literários, considerando aqui visão aristotélica da teoria literária ( poética aristotélica), até porque pela visão da linguística aplicada, inclusive do dialogismo de Bakhtin narrativa não é classificada como gênero e sim como tipologia de gênero. Argumenta também que a crítica literária levará em consideração não apenas os significados literais e pretendido de uma tradição, mas também as restrições impostas, para a expressão da mensagem, por requisitos formais e estilísticos. O autor fomenta também que é neste ponto que a observação das representações sociais relativas à tradição é de fundamental importância. (P. 145)
No quarto subtópico “ Contexto social da tradição” entre outras abordagens é levado em consideração que em uma sociedade oral a compreensão dos vários status sociais ( direitos e obrigações) também é feito pela tradição. Sabe-se, inclusive, que toda tradição terá sua “ superfície social” que suas representações coletiva, traz uma identidade própria, como em qualquer instituição social ou grupo social, que explica e justifica. ( P. 146) Mas, que poderíamos ser tentados a seguir estudiosos que acreditavam poder dizer a priori qual a natureza ou perfil do corpus de tradições históricas de uma determinada sociedade, a partir da classificação das coletividades em tipos como “estados”, sociedades sem Estados, etc. Embora seja verdade que as diversas sociedades africanas possam ser, grosso modo, classificadas de acordo com tais modelos, é fácil demonstrar que essas tipologias podem ser estender ao infinito, pois cada sociedade é diferente, e os critérios utilizados são arbitrários e limitados. ( P. 147)
O autor faz uma analogia utilizando uma exemplificação para destacar particularidades de tradições [...] uma história de família é particular em comparação à história de todo um Estado, e o que ela diz sobre o Estado está menos sujeito a controle do Estado que uma tradição pública oficial. Mas dentro da própria família, a tradição particular torna-se oficial. Em tudo o que diz respeito à família, ela deve, portanto, ser tratada como tal. Compreende-se, assim, por que é tão importante utilizar histórias familiares ou locais para esclarecer questões de história política geral. ( P. 148) No decorrer de seus argumentos o autor faz uso do pensamento de Goody e Watt que afirma uma sociedade oral tende, constante e automaticamente, à homoestase, que apaga da memória coletiva –daí a expressão “ amnésia estrutural” – qualquer contradição entre a tradição e sua superfície social. Porém, não se pode negar o valor histórico das tradições unicamente por desempenharem certas funções. ( P. 149) Vale lembrar que cada tradição tem sua própria superfície social. Para encontrar as tradições e analisar a qualidade de sua transmissão, o historiador deve, portanto, conhecer o tipo de sociedade que está estudando. (p. 150)
Quinto subtópico “ Estrutura mental da tradição” inicia definindo essa estrutura mental que deve ser entendida como as representações coletivas inconscientes de uma civilização, que influenciam todas as suas formas de expressão e ao mesmo tempo constituem sua concepção do mundo, variando de uma sociedade para outra. A tradição sempre idealiza, cria estereótipos populares. ( P. 152) faz uma retomada referente as tradições de reis, os personagens tornam-se estereotipados, portanto, facilmente identificáveis. Como por exemplo, o rei é o mágico, um outro governante é o justo. Outro ponto pertinente é que entre as representações coletivas que mais influenciam a tradição, notaremos, sobretudo, uma série de categorias de base que precedem a experiência dos sentidos. São as do tempo, do espaço, da verdade histórica, da causalidade. Há outras de menor importância como, por exemplo, a divisão do espectro em cores. Todo povo divide o tempo em unidades, baseando-se em atividades humanas ligadas à ecologia ou em atividades sociais periódicas ( tempo estrutural). ( p. 153) Vale destacar que a história da família, segundo o autor, não remonta a um passado muito distante porque esta conta apenas três gerações, e porque, de modo geral, há pouco interesse em lembrar acontecimentos anteriores. Portanto, as instituições que englobam maior número de pessoas se prestam melhor a nos fazer mergulhar mais fundo no tempo. ( P. 154) Exemplo disso ocorre entre os Bateke ( Congo), onde tudo é remetido à geração do pai ou do avô. Tudo, inclusive a história da família real, é dividido entre par e ímpar, o ímpar pertencendo ao tempo dos “ pais”, e o par, ao dos “ avós”. ( p. 154) Segundo o autor, há uma tendência geral a situar a origem de um povo num lugar ou direção de prestígio: direção “sagrada” ou “ profana” de acordo com o pensamento de que o homem evolui do sagrado para o profano ou vice-versa. Cada povo impôs um sistema de direções à sua geografia. São geralmente os rios que dão o eixo das direções cardinais. ( P. 155)
O sexto subtópico “ A cronologia” inicia afirmando que sem cronologia, não há história, pois a tradição oral sempre apresenta uma cronologia relativa, expressa em listas ou em gerações. [...] a tarefa de gerir a tradição recai sobre um complexo grupo de especialistas, cujas afirmações têm sido corroboradas por escavações arqueológicas. ( p. 157) Ainda afirma que os etnólogos mostraram que as sociedades chamadas segmentárias tendem a eliminar ancestrais “inúteis”, isto é, os que não deixaram descendentes que ainda vivam e constituam um grupo separado. [...] Somente os ancestrais “ úteis” são utilizados para explicar o presente. ( p. 157) Vale salientar que os processos de condensação, alongamento e regularização podem afetar as tradições dinásticas tanto quanto as outras. Outro ponto interessante é sobre a sucessão, pois onde a sucessão é patrilinear e primogenitiva, como na região interlacustre, a tendência à regularização dos fatos resultou num surpreendente número de sucessões regulares – isto é, o filho sucedendo ao pai -, que ultrapassa de muito a média, e mesmo os recordes observados em outras partes do mundo. ( p. 158) Todavia, continuando no campo na cronologia relativa, é possível tentar coordenar diferentes sequências vizinhas, separadas e relacionadas, pelo estudo dos sincronismos. [...] (p. 159)
O sétimo subtópico “ Avaliação das tradições orais” diz que a veracidade de uma tradição será mais facilmente constatada se a informação que contém puder ser comparada com a informação fornecida por outras tradições independentes ou por outras fontes. Duas fontes independentes concordantes transformam uma probabilidade em algo mais próximo da certeza. [...] contudo, tem-se constatado uma tendência muito grande em acreditar na pureza e estanquidade inequívocas da transmissão de um grupo étnico para outro. (p. 160)Outro ponto que chamou a atenção neste artigo, foi em relação a ideia de que a concordância estabelecida entre fonte oral e escrita, pois segundo o autor, fica difícil porque tratam de coisas distintas. [...] ( p. 161 ) Em caso de contradição entre fontes orais, deve-se escolher a mais provável. A prática, muito difundida, de tentar encontrar um acordo não faz sentido. Uma contradição flagrante entre uma fonte oral e uma fonte arqueológica se resolve em favor da última, se esta for um dado imediato, isto é, se a fonte for um objeto e não uma inferência, pois neste caso a probabilidade da fonte oral pode ser maior. ( pgs 161/162)
O oitavo e penúltimo subtópico “ Coletânea e publicação” aqui o auto conclui que de tudo que foi dito no decorrer do texto todos os elementos que permitam aplicar a crítica histórica às tradições devem ser reunidos em campo. Isso implica num bom conhecimento da cultura, sociedade e língua ou línguas envolvidas. [...] diz ainda que o historiador deve redescobrir sua própria cultural. ( p. 162) aborda dizendo que é cada vez mais comum encontrar informantes que adquiriram seu conhecimento a partir de trabalhos publicados sobre a história da região.[...] o problema acentua – se com ampliação da pesquisa. Assim, é preciso estruturar a pesquisa de acordo com uma nítida tomada de consciência histórica. Não é possível recolher “ todas as tradições”; tentar fazê-lo só nos levaria a uma massa confusa de informações. É necessário, primeiramente saber quais os problemas históricos que se quer estudar e então procurar as fontes correspondentes. [...] A maior deficiência das pesquisas que fazem atualmente é a falta de consciência histórica. Há uma forte tendência em se deixar guiar pelo que se encontra. [...] falta de paciência é outro perigo. (p. 163) O autor indica que não se deve esquecer que as tradições orais desaparecem, embora felizmente com menos rapidez do que se costuma pensar [...] “ A tradição conta que ... “ faz uma generalização perigosa quando usa estes termos. ( P. 164)
Na última parte do texto “Conclusão” o autor faz uma breve retomada abordando que atualmente a coleta de tradições orais está se processando em todos os países africanos... [...] que além das tradições recentes, existe um vasto corpo de informações literárias, como as narrativas épicas, e de dados cosmogônicos, que podem ocultar informações históricas às vezes relativas a época bastante remotas. [...] a tradição, por si mesma, não permite estabelecer datas. ( p.165) [...] a coleta de tradição ainda parece superficial, e sua interpretação muito literal, muito “ colada” à cultura em questão. Esse fenômeno vem reforçar a imagem de uma África cuja história consiste apenas em origens e migrações, o que, sabemos, não é verdade. Mas devemos admitir que essa é a imagem refletida pelas tradições que procuram estabelecer uma “ identidade”. (P.165) Diz que a experiência prática provou que o valor maior das tradições reside em sua explicação das mudanças históricas no interior de uma civilização. Isso é tão verdadeiro que, como se pode comprovar que quase toda a parte, apesar da abundância de fontes escritas relativas ao período colonial, temos que recorrer constantemente aos testemunhos oculares ou à tradição para completá-las, a fim de tornar inteligível a evolução do povo. (P. 166) O mesmo fomenta que a tradição oral não é uma panaceia para todos os males. Mas na prática, ela se revela uma fonte de primeira ordem para os últimos séculos. Para um período anterior, seu papel se reduz, tornando-se mais uma ciência auxiliar da arqueologia. Em relação às fontes linguísticas e etnográficas, ainda não foi suficientemente explorada, embora em princípio esses três tipos de fontes devessem, em conjunto, trazer importante contribuição ao nosso conhecimento da África antiga, como faz a arqueologia. Concluindo o autor termina dizendo que as tradições têm comprovado seu valor insubstituível. Não é mais necessário convencer os estudiosos de que as tradições podem ser fontes úteis de informação. Todo historiador está ciente disso. O que devemos fazer agora é melhorar nossas técnicas de modo a extrair das fontes toda a sua riqueza potencial. Essa é a tarefa que nos espera. ( P. 166)
Reflexões sobre a Tradição Oral
O texto inicia com uma breve introdução sobre as civilizações africanas, em especial no Seara e ao Sul do deserto, abordando que na grande maioria dessas civilizações fazia uso da palavra falada, inclusive onde existia a escrita. Esta, ficando em segundo plano em detrimento as preocupações da sociedade, questionando indiretamente se seria um erro reduzir a civilização da palavra falada simplesmente a “ausência do escrever”. O texto de J. Vansina é divido em subtópicos são eles: A civilização oral; A natureza da tradição oral; A tradição como obra literária; Contexto social da tradição; Estrutura mental da tradição; A cronologia; Avaliação das tradições orais; Coletânea e publicação e por fim a Conclusão. Aqui iremos fazer uma rápida abordagem em cada um desses subtópicos para melhor compreensão.
O autor inicia o subtópico 1, A civilização oral, dizendo que um estudioso que trabalha com tradições orais deve adentrar em uma civilização oral em relação ao discurso que nela existe, que é diferente de uma civilização onde a escrita registrou todas as mensagens importantes. Afirmando que em uma sociedade oral reconhece a fala não apenas como um meio de comunicação diária, mas também como um meio de preservação da sabedoria dos ancestrais, no qual o autor chama de elocuções-chave, ou seja, a tradição oral. (p.139)
Aqui remeto a comunidades que ainda têm costumes voltados para a tradição oral que funciona como preservação, um costume ou um elemento cultural através da oralidade, utilizando da tradição oral para testemunhar verbalmente costumes de uma geração para outra, aqui em Petrolina temos o conhecido “ Samba de Véio” que faz uso da oralidade e é passado de geração para geração, utilizando a oralidade e com isso as crianças aprendem convivendo com o samba, ouvindo os mais velhos e fazendo parte das apresentações.
O autor coloca também que em quase toda a parte, a palavra tem um poder misteriosos, até porque a palavra que é o signo cria significados, como diz no texto “ palavras criam coisas.” Assim nos mostra um exemplo da civilização dos Dogon que expressavam o nominalismo nos rituais em o nome é a coisa, e que “dizer” é “fazer”. (p. 140) Assim é pertinente a afirmação de que a oralidade é uma questão de atitude e não a falta de habilidade de expressão, ou seja, é vista como algo pertinente a realidade em que vive, inclusive essas tradições orais podem desmontar que o discurso do historiador contemporâneo que envolvido as evidências de escritas se vê na obrigação de desenvolver leituras dinâmicas para compreender as mensagens com seus diversos dados, uma vez que as tradições sempre fazem retornos contínuos à fonte. ( p. 140) Portanto, um estudo sobre tradição oral deve ter preferencialmente, uma atitude diferente de uma civilização que utiliza a escrita para registrar todas mensagens tidas como importantes, ou seja, deve ter atenção a atitude de uma civilização oral em relação ao discurso, preservando assim a sabedoria dos ancestrais. Servindo de testemunho verbal de uma geração para outra. Diz que o historiador deve aprender a trabalhar ( com a tradição oral) de forma mais lenta, reflexiva, adentrar na representação coletiva, embrenhar – se nos arquivos da memória coletiva. Isso é referente ao historiador e crítico cultural como deve fazer para dialogar com a apreensão dos significados que a memória coletiva presente na tradição oral nos apresenta e representa? Neste contexto, qual é o papel do crítico cultural? Acredito que diferentemente do historiador de historicizar, o crítico irá fazer recortes de situações dessa tradição oral e buscar compreender as diversas situações que dialogam com essa memória coletiva.Percebe-se a tradição oral compõe-se de testemunhos transmitidos oralmente de geração para geração, tendo a linguagem verbal como principal característica, linguagem essa, diferente das fontes escritas. Um arquivo da memoria coletiva pode ser definido de várias maneiras, pois o testemunho pode ser interrompido, corrigido e recomeçar, por exemplo. Assim, acredito que a tradição oral além de fortalecer relações entre pessoas e comunidades, cria uma rede de transmissão de tipos distintos de conhecimento de vida que é importante para a consolidação dos grupos culturais. O autor encerra o primeiro subtópico contemplando que é pertinente ao historiador iniciar seus estudos em relação à civilização da tradição oral, a partir dos modos de pensar da sociedade oral, antes de interpretar suas tradições. (p.140) E fica o questionamento: e o crítico cultural como deve primeiramente iniciar esses estudos?
No segundo subtópico “A natureza da tradição oral” o autor inicia sobre a tradição oral como um testemunho transmitido oralmente de uma geração a outra. Tendo como características particulares o verbalismo e sua maneira de transmissão sendo diferente das fontes escrita. Admitindo a complexidade existente na tradição oral, assim torna-se difícil uma definição precisa diferentemente da escrita que tem um objeto: um manuscrito. Na tradição oral a transmissão seria alterada em contato com outras pessoas, assim teria uma nova tradição. ( p.140) Faz uma resalva dizendo que nem toda informação verbal é uma tradição, pois toda tradição oral se legitima a partir de um relato de um testemunho ocular, assim o boato fica excluído, apesar de transmitir uma mensagem é resultado de um ouvir dizer, mas que, no entanto, pode dar origem a um determinado acontecimento e uma tradição, quando é repetido por gerações posteriores. Portanto, a origem das tradições, pode repousar num testemunho ocular, tanto em um boato quanto em uma nova criação baseada em diferentes textos orais existentes, combinados e adaptados para criar uma nova mensagem. (p. 141) Conclui-se que a natureza da tradição oral a partir de testemunhos oculares, apesar complexidade e da arbitrariedade desse testemunho, declarações de pessoas, sequencias de acontecimentos passados passando de geração para geração.
No terceiro subtópico que tem como título “ A tradição como obra literária”, o autor aborda que em uma sociedade oral, a maioria das obras literárias são tradições conscientes de elocuções orais, que por sua vez a forma e os critérios literários influenciam o conteúdo da mensagem. Deve-se considerar que há quatro formas básicas, resultantes de uma combinação prática dois conjuntos de princípios. Vale lembrar, que em alguns casos as palavras são decoradas, em outros, a escolha é entregue ao artista literato. ( P.142) Assim é fomentado todas as formas e categoria, inclusive faz abordagem a categoria das narrativas que compreendem a maioria das mensagens conscientes, em que a liberdade deixada pelo artista permite numerosas combinações, muitas modelações, reajustes dos episódios, ampliação das descrições, desenvolvimentos, etc. ( P. 144) Assim, percebe-se que o artista é completamente livre, vale lembrar, que do ponto de vista literário, pois o meio social pode impor-lhe uma fidelidade rígida às fontes. Outro ponto pertinente é que toda literatura oral tem sua própria divisão em gêneros literários, considerando aqui visão aristotélica da teoria literária ( poética aristotélica), até porque pela visão da linguística aplicada, inclusive do dialogismo de Bakhtin narrativa não é classificada como gênero e sim como tipologia de gênero. Argumenta também que a crítica literária levará em consideração não apenas os significados literais e pretendido de uma tradição, mas também as restrições impostas, para a expressão da mensagem, por requisitos formais e estilísticos. O autor fomenta também que é neste ponto que a observação das representações sociais relativas à tradição é de fundamental importância. (P. 145)
No quarto subtópico “ Contexto social da tradição” entre outras abordagens é levado em consideração que em uma sociedade oral a compreensão dos vários status sociais ( direitos e obrigações) também é feito pela tradição. Sabe-se, inclusive, que toda tradição terá sua “ superfície social” que suas representações coletiva, traz uma identidade própria, como em qualquer instituição social ou grupo social, que explica e justifica. ( P. 146) Mas, que poderíamos ser tentados a seguir estudiosos que acreditavam poder dizer a priori qual a natureza ou perfil do corpus de tradições históricas de uma determinada sociedade, a partir da classificação das coletividades em tipos como “estados”, sociedades sem Estados, etc. Embora seja verdade que as diversas sociedades africanas possam ser, grosso modo, classificadas de acordo com tais modelos, é fácil demonstrar que essas tipologias podem ser estender ao infinito, pois cada sociedade é diferente, e os critérios utilizados são arbitrários e limitados. ( P. 147)
O autor faz uma analogia utilizando uma exemplificação para destacar particularidades de tradições [...] uma história de família é particular em comparação à história de todo um Estado, e o que ela diz sobre o Estado está menos sujeito a controle do Estado que uma tradição pública oficial. Mas dentro da própria família, a tradição particular torna-se oficial. Em tudo o que diz respeito à família, ela deve, portanto, ser tratada como tal. Compreende-se, assim, por que é tão importante utilizar histórias familiares ou locais para esclarecer questões de história política geral. ( P. 148) No decorrer de seus argumentos o autor faz uso do pensamento de Goody e Watt que afirma uma sociedade oral tende, constante e automaticamente, à homoestase, que apaga da memória coletiva –daí a expressão “ amnésia estrutural” – qualquer contradição entre a tradição e sua superfície social. Porém, não se pode negar o valor histórico das tradições unicamente por desempenharem certas funções. ( P. 149) Vale lembrar que cada tradição tem sua própria superfície social. Para encontrar as tradições e analisar a qualidade de sua transmissão, o historiador deve, portanto, conhecer o tipo de sociedade que está estudando. (p. 150)
Quinto subtópico “ Estrutura mental da tradição” inicia definindo essa estrutura mental que deve ser entendida como as representações coletivas inconscientes de uma civilização, que influenciam todas as suas formas de expressão e ao mesmo tempo constituem sua concepção do mundo, variando de uma sociedade para outra. A tradição sempre idealiza, cria estereótipos populares. ( P. 152) faz uma retomada referente as tradições de reis, os personagens tornam-se estereotipados, portanto, facilmente identificáveis. Como por exemplo, o rei é o mágico, um outro governante é o justo. Outro ponto pertinente é que entre as representações coletivas que mais influenciam a tradição, notaremos, sobretudo, uma série de categorias de base que precedem a experiência dos sentidos. São as do tempo, do espaço, da verdade histórica, da causalidade. Há outras de menor importância como, por exemplo, a divisão do espectro em cores. Todo povo divide o tempo em unidades, baseando-se em atividades humanas ligadas à ecologia ou em atividades sociais periódicas ( tempo estrutural). ( p. 153) Vale destacar que a história da família, segundo o autor, não remonta a um passado muito distante porque esta conta apenas três gerações, e porque, de modo geral, há pouco interesse em lembrar acontecimentos anteriores. Portanto, as instituições que englobam maior número de pessoas se prestam melhor a nos fazer mergulhar mais fundo no tempo. ( P. 154) Exemplo disso ocorre entre os Bateke ( Congo), onde tudo é remetido à geração do pai ou do avô. Tudo, inclusive a história da família real, é dividido entre par e ímpar, o ímpar pertencendo ao tempo dos “ pais”, e o par, ao dos “ avós”. ( p. 154) Segundo o autor, há uma tendência geral a situar a origem de um povo num lugar ou direção de prestígio: direção “sagrada” ou “ profana” de acordo com o pensamento de que o homem evolui do sagrado para o profano ou vice-versa. Cada povo impôs um sistema de direções à sua geografia. São geralmente os rios que dão o eixo das direções cardinais. ( P. 155)
O sexto subtópico “ A cronologia” inicia afirmando que sem cronologia, não há história, pois a tradição oral sempre apresenta uma cronologia relativa, expressa em listas ou em gerações. [...] a tarefa de gerir a tradição recai sobre um complexo grupo de especialistas, cujas afirmações têm sido corroboradas por escavações arqueológicas. ( p. 157) Ainda afirma que os etnólogos mostraram que as sociedades chamadas segmentárias tendem a eliminar ancestrais “inúteis”, isto é, os que não deixaram descendentes que ainda vivam e constituam um grupo separado. [...] Somente os ancestrais “ úteis” são utilizados para explicar o presente. ( p. 157) Vale salientar que os processos de condensação, alongamento e regularização podem afetar as tradições dinásticas tanto quanto as outras. Outro ponto interessante é sobre a sucessão, pois onde a sucessão é patrilinear e primogenitiva, como na região interlacustre, a tendência à regularização dos fatos resultou num surpreendente número de sucessões regulares – isto é, o filho sucedendo ao pai -, que ultrapassa de muito a média, e mesmo os recordes observados em outras partes do mundo. ( p. 158) Todavia, continuando no campo na cronologia relativa, é possível tentar coordenar diferentes sequências vizinhas, separadas e relacionadas, pelo estudo dos sincronismos. [...] (p. 159)
O sétimo subtópico “ Avaliação das tradições orais” diz que a veracidade de uma tradição será mais facilmente constatada se a informação que contém puder ser comparada com a informação fornecida por outras tradições independentes ou por outras fontes. Duas fontes independentes concordantes transformam uma probabilidade em algo mais próximo da certeza. [...] contudo, tem-se constatado uma tendência muito grande em acreditar na pureza e estanquidade inequívocas da transmissão de um grupo étnico para outro. (p. 160)Outro ponto que chamou a atenção neste artigo, foi em relação a ideia de que a concordância estabelecida entre fonte oral e escrita, pois segundo o autor, fica difícil porque tratam de coisas distintas. [...] ( p. 161 ) Em caso de contradição entre fontes orais, deve-se escolher a mais provável. A prática, muito difundida, de tentar encontrar um acordo não faz sentido. Uma contradição flagrante entre uma fonte oral e uma fonte arqueológica se resolve em favor da última, se esta for um dado imediato, isto é, se a fonte for um objeto e não uma inferência, pois neste caso a probabilidade da fonte oral pode ser maior. ( pgs 161/162)
O oitavo e penúltimo subtópico “ Coletânea e publicação” aqui o auto conclui que de tudo que foi dito no decorrer do texto todos os elementos que permitam aplicar a crítica histórica às tradições devem ser reunidos em campo. Isso implica num bom conhecimento da cultura, sociedade e língua ou línguas envolvidas. [...] diz ainda que o historiador deve redescobrir sua própria cultural. ( p. 162) aborda dizendo que é cada vez mais comum encontrar informantes que adquiriram seu conhecimento a partir de trabalhos publicados sobre a história da região.[...] o problema acentua – se com ampliação da pesquisa. Assim, é preciso estruturar a pesquisa de acordo com uma nítida tomada de consciência histórica. Não é possível recolher “ todas as tradições”; tentar fazê-lo só nos levaria a uma massa confusa de informações. É necessário, primeiramente saber quais os problemas históricos que se quer estudar e então procurar as fontes correspondentes. [...] A maior deficiência das pesquisas que fazem atualmente é a falta de consciência histórica. Há uma forte tendência em se deixar guiar pelo que se encontra. [...] falta de paciência é outro perigo. (p. 163) O autor indica que não se deve esquecer que as tradições orais desaparecem, embora felizmente com menos rapidez do que se costuma pensar [...] “ A tradição conta que ... “ faz uma generalização perigosa quando usa estes termos. ( P. 164)
Na última parte do texto “Conclusão” o autor faz uma breve retomada abordando que atualmente a coleta de tradições orais está se processando em todos os países africanos... [...] que além das tradições recentes, existe um vasto corpo de informações literárias, como as narrativas épicas, e de dados cosmogônicos, que podem ocultar informações históricas às vezes relativas a época bastante remotas. [...] a tradição, por si mesma, não permite estabelecer datas. ( p.165) [...] a coleta de tradição ainda parece superficial, e sua interpretação muito literal, muito “ colada” à cultura em questão. Esse fenômeno vem reforçar a imagem de uma África cuja história consiste apenas em origens e migrações, o que, sabemos, não é verdade. Mas devemos admitir que essa é a imagem refletida pelas tradições que procuram estabelecer uma “ identidade”. (P.165) Diz que a experiência prática provou que o valor maior das tradições reside em sua explicação das mudanças históricas no interior de uma civilização. Isso é tão verdadeiro que, como se pode comprovar que quase toda a parte, apesar da abundância de fontes escritas relativas ao período colonial, temos que recorrer constantemente aos testemunhos oculares ou à tradição para completá-las, a fim de tornar inteligível a evolução do povo. (P. 166) O mesmo fomenta que a tradição oral não é uma panaceia para todos os males. Mas na prática, ela se revela uma fonte de primeira ordem para os últimos séculos. Para um período anterior, seu papel se reduz, tornando-se mais uma ciência auxiliar da arqueologia. Em relação às fontes linguísticas e etnográficas, ainda não foi suficientemente explorada, embora em princípio esses três tipos de fontes devessem, em conjunto, trazer importante contribuição ao nosso conhecimento da África antiga, como faz a arqueologia. Concluindo o autor termina dizendo que as tradições têm comprovado seu valor insubstituível. Não é mais necessário convencer os estudiosos de que as tradições podem ser fontes úteis de informação. Todo historiador está ciente disso. O que devemos fazer agora é melhorar nossas técnicas de modo a extrair das fontes toda a sua riqueza potencial. Essa é a tarefa que nos espera. ( P. 166)
domingo, 27 de maio de 2012
RIZOMA: montando e desmontando nossas ideias
DELEUZE, Gilles; QUATTARI, Fêliz. Rizoma. In: Mil Platôs- capitalismo e esquizofrenia, tradução de Aurélio Guerra e Celia Pinto Costa. Rio de Janeiro: ed 34.1995. RESENHA DO TEXTO RIZOMA
Por Kátia Maria R. Gomes e Nazarete Andrade Mariano
Linha 2 – Letramento, Identidade e Formação de Professores.
Turma 2012 – Mestrado em Crítica Cultural.
RIZOMA: montando e desmontando nossas ideias
O texto trata do que Deleuze e Guattari (2000) chamam de rizoma, o qual não começa e não conclui, no entanto se encontra sempre no meio, entre as coisas. Diante dessa colocação torna-se relevante a produção de livros rizomas, uma vez que vivem interligando-se em cadeias, sem se encerrar nos capítulos. O rizoma é um modelo de realização dos acontecimentos, que tem espaços e tempos livres, onde os acontecimentos são potencialidades desenvolvidas das multiplicidades.
Para tanto, os autores utilizam-se de argumentos que estabelecem conexões múltiplas com suas ideias e com o externo como: O livro precisa existir pelo fora e no fora, pois precisa ser uma máquina de guerra, de amor e revolução. Ser também um agenciador coletivo; montando e remontando encontros e desencontros de pessoas e não pessoas, para tanto observa que os mesmos abandonam o esquema binário do uno – múltiplo, dando lugar aos jogos de forças trazendo novas misturas. Outros argumentos que fazem uso referem-se a erva daninha, já que esta incomoda, mas persiste e não morre; criando o seu espaço jardim, seja entre elas ou nos meios das flores.
Deleuze e Guattari fazem uso de um mister de referência abordando de maneira explicitas implicitamente, fazendo com que o leitor retome a leituras auxiliares para uma compreensão maior. As principais referências observadas por nós são: Heidegger – Pensamento metafísico que coloca o homem como sujeito e o mundo como objeto; Freud – O mito do Édipo que é representação da regra, do proibido seja na família, na escola, na convivência na sociedade capitalista; Marx é outro que ele faz referencia logo no início do texto de forma implícita quando aborda que “A literatura é um agenciamento, nada tem a ver com ideologia, e de resto, não existe e nem nunca existiu ideologia.” Contrapondo ao pensamento de Marx sobre ideologia e para tal se vale de Foucault que traz a Ideia de que poder tende a produzir o tempo todo. Faz uso também Kafka – por uma literatura menor e Kleist – Uma louca máquina de guerra. Usa a representação da gramática gerativa de Chomsky a linguagem a partir de uma raiz, bem como Gregory Bateson – Definição de platô para designar algo. Marcel Shwob – A pesquisa sobre a teoria rizomática com a multiplicação dos relatos históricos. Nietzsche – A percepção do aforismo. Armand Farrachi que trata da quarta cruzada em que as frases afastam – se e se dispersam, se empurram e coexistem. Pierre Rosenstiehl e Jean Petitot ao admitir o primado das estruturas hierárquicas significa privilegiar as estruturas arborencentes. Henri Miller quando diz que a erva é a nêmesis dos esforços humanos. Haudricourt – Oposição entre as morais ou filosofia da transcendência. Melaine Klein - Não compreende o problema de cartografia de uma de suas crianças, contenta-se em produzir decalques estereotipados, entre tantas outras que vão surgindo na tessitura do primeiro capítulo do livro “ Mil Platôs, intitulado de Rizoma.
Como o próprio título sugere, os teóricos se utilizam de uma metodologia peculiar como em um sistema aberto, pois tratam da liberdade de criação como: “pegar de qualquer linha” e dar continuidade a escrita, uma metodologia do criar junto um conhecimento dinâmico. Assim os autores brincam que estão construindo uma metodologia ou uma metodologia às avessas. Inclusive delimitam como palavras-chave: RIZOMÁTICA, ESQUIZOANÁLISE, ESTRATOANÁLISE, PRAGMÁTICA E MICROPOLÍTICA. – sendo que cada palavra é um platô que se conecta com outros vários, elegendo agenciamentos, máquinas de desejos e descartam a ideologia e a ciência da pesquisa.
Percebemos, portanto que os autores concluem que um livro rizoma nunca é um livro raiz, mas livro como sistema aberto, que monta e desmonta, “os livros não se fecham, se conectam com outros tantos” , assim, constituindo platôs. Livro como agenciador coletivo que não tem uma linearidade. Os autores utilizam a ideia de potencia de multiplicação para tudo, podendo ser multiplicados por vários. Anulando o início e o fim. Convidando o leitor para esse movimento de ideias do montar e desmontar sem ter um compromisso tenso com o conceituar, mas com o acontecer, com o fazer com e não o fazer como sem a preocupação do ponto de partida ou do ponto de chegada.
Por Kátia Maria R. Gomes e Nazarete Andrade Mariano
Linha 2 – Letramento, Identidade e Formação de Professores.
Turma 2012 – Mestrado em Crítica Cultural.
RIZOMA: montando e desmontando nossas ideias
O texto trata do que Deleuze e Guattari (2000) chamam de rizoma, o qual não começa e não conclui, no entanto se encontra sempre no meio, entre as coisas. Diante dessa colocação torna-se relevante a produção de livros rizomas, uma vez que vivem interligando-se em cadeias, sem se encerrar nos capítulos. O rizoma é um modelo de realização dos acontecimentos, que tem espaços e tempos livres, onde os acontecimentos são potencialidades desenvolvidas das multiplicidades.
Para tanto, os autores utilizam-se de argumentos que estabelecem conexões múltiplas com suas ideias e com o externo como: O livro precisa existir pelo fora e no fora, pois precisa ser uma máquina de guerra, de amor e revolução. Ser também um agenciador coletivo; montando e remontando encontros e desencontros de pessoas e não pessoas, para tanto observa que os mesmos abandonam o esquema binário do uno – múltiplo, dando lugar aos jogos de forças trazendo novas misturas. Outros argumentos que fazem uso referem-se a erva daninha, já que esta incomoda, mas persiste e não morre; criando o seu espaço jardim, seja entre elas ou nos meios das flores.
Deleuze e Guattari fazem uso de um mister de referência abordando de maneira explicitas implicitamente, fazendo com que o leitor retome a leituras auxiliares para uma compreensão maior. As principais referências observadas por nós são: Heidegger – Pensamento metafísico que coloca o homem como sujeito e o mundo como objeto; Freud – O mito do Édipo que é representação da regra, do proibido seja na família, na escola, na convivência na sociedade capitalista; Marx é outro que ele faz referencia logo no início do texto de forma implícita quando aborda que “A literatura é um agenciamento, nada tem a ver com ideologia, e de resto, não existe e nem nunca existiu ideologia.” Contrapondo ao pensamento de Marx sobre ideologia e para tal se vale de Foucault que traz a Ideia de que poder tende a produzir o tempo todo. Faz uso também Kafka – por uma literatura menor e Kleist – Uma louca máquina de guerra. Usa a representação da gramática gerativa de Chomsky a linguagem a partir de uma raiz, bem como Gregory Bateson – Definição de platô para designar algo. Marcel Shwob – A pesquisa sobre a teoria rizomática com a multiplicação dos relatos históricos. Nietzsche – A percepção do aforismo. Armand Farrachi que trata da quarta cruzada em que as frases afastam – se e se dispersam, se empurram e coexistem. Pierre Rosenstiehl e Jean Petitot ao admitir o primado das estruturas hierárquicas significa privilegiar as estruturas arborencentes. Henri Miller quando diz que a erva é a nêmesis dos esforços humanos. Haudricourt – Oposição entre as morais ou filosofia da transcendência. Melaine Klein - Não compreende o problema de cartografia de uma de suas crianças, contenta-se em produzir decalques estereotipados, entre tantas outras que vão surgindo na tessitura do primeiro capítulo do livro “ Mil Platôs, intitulado de Rizoma.
Como o próprio título sugere, os teóricos se utilizam de uma metodologia peculiar como em um sistema aberto, pois tratam da liberdade de criação como: “pegar de qualquer linha” e dar continuidade a escrita, uma metodologia do criar junto um conhecimento dinâmico. Assim os autores brincam que estão construindo uma metodologia ou uma metodologia às avessas. Inclusive delimitam como palavras-chave: RIZOMÁTICA, ESQUIZOANÁLISE, ESTRATOANÁLISE, PRAGMÁTICA E MICROPOLÍTICA. – sendo que cada palavra é um platô que se conecta com outros vários, elegendo agenciamentos, máquinas de desejos e descartam a ideologia e a ciência da pesquisa.
Percebemos, portanto que os autores concluem que um livro rizoma nunca é um livro raiz, mas livro como sistema aberto, que monta e desmonta, “os livros não se fecham, se conectam com outros tantos” , assim, constituindo platôs. Livro como agenciador coletivo que não tem uma linearidade. Os autores utilizam a ideia de potencia de multiplicação para tudo, podendo ser multiplicados por vários. Anulando o início e o fim. Convidando o leitor para esse movimento de ideias do montar e desmontar sem ter um compromisso tenso com o conceituar, mas com o acontecer, com o fazer com e não o fazer como sem a preocupação do ponto de partida ou do ponto de chegada.
Movimentando o pensamento para o Rizoma
DELEUZE, Gilles; QUATTARI, Fêliz. Rizoma. In: Mil Platôs- capitalismo e esquizofrenia, tradução de Aurélio Guerra e Celia Pinto Costa. Rio de Janeiro: ed 34.1995. RESENHA do primeiro e do segundo parágrafo, assim talvez seja mais perceptível o entendimento das ideias rizomaticas de Deleuze e Quattari.
Por Nazarete Andrade Mariano
Linha 2 – Letramento, Identidade e Formação de Professores.
Turma 2012 – Mestrado em Crítica Cultural.
Movimentando o pensamento para o Rizoma
O Rizoma nos é apresentado logo de inicio, pelos autores Deleuze e Guattari, como algo que não tem uma ordem cronológica, pois é um sentido que vai além do figurado, convidando o leitor a uma inter-relação entre o sentido próprio e o sentido figurado, dando a ideia de mudança com em um sistema nômade, que acredito quer ser um sistema aberto. Vale lembrar, que nas primeiras leituras feitas, também nos sentimos meios nômades, pois apenas ficamos com as desconfianças daquilo que possivelmente é compreendido, de que o pensamento dos autores nos fosse familiar, mas logo em seguida surge uma necessidade de aprofundar nessas ideias para que não venhamos correr o risco de confundir tais pensamentos, que aparecem com uma aparência nova, como se partisse de uma circunstância. Para tanto, é pertinente conhecer nossos próprios limites para assim, adentrar em territórios antes não preparados para esse acesso à leitura de Deleuziana.
Considerando, a grosso modo e talvez metaforicamente, que o rizoma é a extensão do caule de uma planta unindo sucessivos brotos. Diferentemente das arvores ou das raízes, acreditamos que o rizoma trata da inter-relação entre os conceitos, conectando um ponto com outro ponto qualquer, que pode ser entendido como o modelo de realização dos acontecimentos do principio característico das multiplicidades, com isso, feito de dimensões, sem inicio ou fim, mas sempre no meio, por isso ele constitui multiplicidades.
Logo de inicio Nota-se que Deleuze contrapõe, de forma implícita, a metafísica de Heidegger que compreende o ser enquanto ser existente e, não por sua linguagem, como propõe Heidegger. Bem como o ser uma vez que aquele não remete a palavra ser e sim a acontecimento, colocando em jogo até mesmo pertinência do nome SER, enquanto que este diz que acontecimento é algo além do ser.
Outro ponto de divergência entre os dois é em relação a sujeito e objeto, Heidegger diz que o homem é o sujeito e o mundo é o objeto, o homem sendo aquele que dispõe do objeto. Deleuze por sua vez problematiza de forma mais geral que não é o ser, mas a experiência. Como “ Um livro não tem objeto nem sujeito; é feito de matérias diferentemente formadas, de datas e velocidades muito diferentes.” ( P. 11)
Assim, Inicia o primeiro parágrafo também contrapondo a cultura da Grécia antiga, como com o mito de Édipo sendo vista com representação teatral, como um erro. O Édipo visto como uma máquina abstrata de construção da família que tem semelhança com o funcionamento do capitalismo, estabelecendo quem manda, ou melhor, o Anti-Édipo = Capitalismo e Esquizofrenia, no centro desse conflito estar presente o pensamento de Freud do inconsciente como representação, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário de Freud, não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes, onde tudo funciona ao mesmo tempo como em um sistema corte-fluxo de forma paradoxal, maquinas essas que estão a todo vapor na sociedade, máquina social ( mercado capitalista, estado, igreja, exercito, família entre outras) e a máquina que aqui os autores denominaram de desejantes, que ao mesmo tempo se alimentam dela, fazem também fugir, pelo seu inconsciente.
Continua abordando que cada um de nós somos muito, que utilizamos tudo que nos aproxima e nos distancia. Nos remetendo a um questionamento “ Por que preservamos nosso nomes? Afirmando-nos que é por habito, dizendo que assim passaremos despercebidos, e nos tornamos imperceptível, aos que nos faz agir, experimentar ou pensar. Inclusive os autores se colocam como vários, como se as ideias contidas no texto não tivessem um único dono, mas vários. Assim termina o parágrafo abordando que as pessoas chegam a um ponto de dizer que não somos mais (EU). Não somos mais nós mesmos. Cada um reconhecerá os seus. Fomos ajudados, aspirados, multiplicados. . Se eu crio um conceito de um objeto (ou outrem), eu automaticamente me anulo, pois o objeto conceituado contém a pontencialidade de me definir como outrem (ou não-eu).
Acredito que este parágrafo faz uma introdução daquilo que será posteriormente definido como Rizoma, que não somos uno, mas multiplicados, nos seus mais diversos sentidos, em velocidades mensuráveis. Considerando que o conceito é o objeto de criação do filosofo, então o conceito é múltiplo, pois se relaciona com outros conceitos. Assim compreendemos que um termo é essencialmente puro, ou exclusivamente de seu outro, que talvez não tenha uma definição única para o rizoma, uma vez que os conceitos surgem a partir de circunstancias, como uma coisa nova para explicar e estabelecer problemas.
No segundo parágrafo, faz uma abordagem de como é construído o livro, situando o livro como um agenciamento, sendo ressonâncias que tem lados de territorialização e desterritorialização, no qual monta e desmonta uma ideia, em que você tem vários dados em um determinado texto fazendo parte de uma mesma coisa, pessoas e não pessoas montando e remontando à construção do objeto para explicar a construção do que seria, posteriormente, o livro. Diante desse entendimento, percebe-se que o livro é um agenciamento e como tal é um corpo sem órgão. Mas qual é o corpo sem órgão, para Deleuze e Guatarri? Fazendo mais uma releitura, percebe-se que os autores abordam que a máquina literária é como uma máquina de guerra, como uma máquina de amor [...], então o corpo sem órgão estar presente na a-significância em que está presente a algo novo que surge a todo instante, pois é preciso criar ideias, mas também pensar na negativa dessas ideias.
Nestes dois parágrafos o autor faz inferências aos pensamentos Heidegger, Freud, de Kafka por uma literatura menor, e no final do segundo parágrafo faz uma crítica ao pensamento Marxista quando diz “A literatura é um agenciamento, ela nada tem a ver com ideologia, e de resto, não existe e nem nunca existiu ideologia”. Nessa crítica o autor faz referencia ao pensamento de Foucault a partir da ideia de poder, em que esta ideologia acaba escondendo a realidade, pois o tempo todo existe produção, com isso o poder tende a produzir o tempo todo.
Por Nazarete Andrade Mariano
Linha 2 – Letramento, Identidade e Formação de Professores.
Turma 2012 – Mestrado em Crítica Cultural.
Movimentando o pensamento para o Rizoma
O Rizoma nos é apresentado logo de inicio, pelos autores Deleuze e Guattari, como algo que não tem uma ordem cronológica, pois é um sentido que vai além do figurado, convidando o leitor a uma inter-relação entre o sentido próprio e o sentido figurado, dando a ideia de mudança com em um sistema nômade, que acredito quer ser um sistema aberto. Vale lembrar, que nas primeiras leituras feitas, também nos sentimos meios nômades, pois apenas ficamos com as desconfianças daquilo que possivelmente é compreendido, de que o pensamento dos autores nos fosse familiar, mas logo em seguida surge uma necessidade de aprofundar nessas ideias para que não venhamos correr o risco de confundir tais pensamentos, que aparecem com uma aparência nova, como se partisse de uma circunstância. Para tanto, é pertinente conhecer nossos próprios limites para assim, adentrar em territórios antes não preparados para esse acesso à leitura de Deleuziana.
Considerando, a grosso modo e talvez metaforicamente, que o rizoma é a extensão do caule de uma planta unindo sucessivos brotos. Diferentemente das arvores ou das raízes, acreditamos que o rizoma trata da inter-relação entre os conceitos, conectando um ponto com outro ponto qualquer, que pode ser entendido como o modelo de realização dos acontecimentos do principio característico das multiplicidades, com isso, feito de dimensões, sem inicio ou fim, mas sempre no meio, por isso ele constitui multiplicidades.
Logo de inicio Nota-se que Deleuze contrapõe, de forma implícita, a metafísica de Heidegger que compreende o ser enquanto ser existente e, não por sua linguagem, como propõe Heidegger. Bem como o ser uma vez que aquele não remete a palavra ser e sim a acontecimento, colocando em jogo até mesmo pertinência do nome SER, enquanto que este diz que acontecimento é algo além do ser.
Outro ponto de divergência entre os dois é em relação a sujeito e objeto, Heidegger diz que o homem é o sujeito e o mundo é o objeto, o homem sendo aquele que dispõe do objeto. Deleuze por sua vez problematiza de forma mais geral que não é o ser, mas a experiência. Como “ Um livro não tem objeto nem sujeito; é feito de matérias diferentemente formadas, de datas e velocidades muito diferentes.” ( P. 11)
Assim, Inicia o primeiro parágrafo também contrapondo a cultura da Grécia antiga, como com o mito de Édipo sendo vista com representação teatral, como um erro. O Édipo visto como uma máquina abstrata de construção da família que tem semelhança com o funcionamento do capitalismo, estabelecendo quem manda, ou melhor, o Anti-Édipo = Capitalismo e Esquizofrenia, no centro desse conflito estar presente o pensamento de Freud do inconsciente como representação, o drama de Édipo. Para Deleuze e Guattari, ao contrário de Freud, não é povoado por atores simbólicos, mas por máquinas desejantes, onde tudo funciona ao mesmo tempo como em um sistema corte-fluxo de forma paradoxal, maquinas essas que estão a todo vapor na sociedade, máquina social ( mercado capitalista, estado, igreja, exercito, família entre outras) e a máquina que aqui os autores denominaram de desejantes, que ao mesmo tempo se alimentam dela, fazem também fugir, pelo seu inconsciente.
Continua abordando que cada um de nós somos muito, que utilizamos tudo que nos aproxima e nos distancia. Nos remetendo a um questionamento “ Por que preservamos nosso nomes? Afirmando-nos que é por habito, dizendo que assim passaremos despercebidos, e nos tornamos imperceptível, aos que nos faz agir, experimentar ou pensar. Inclusive os autores se colocam como vários, como se as ideias contidas no texto não tivessem um único dono, mas vários. Assim termina o parágrafo abordando que as pessoas chegam a um ponto de dizer que não somos mais (EU). Não somos mais nós mesmos. Cada um reconhecerá os seus. Fomos ajudados, aspirados, multiplicados. . Se eu crio um conceito de um objeto (ou outrem), eu automaticamente me anulo, pois o objeto conceituado contém a pontencialidade de me definir como outrem (ou não-eu).
Acredito que este parágrafo faz uma introdução daquilo que será posteriormente definido como Rizoma, que não somos uno, mas multiplicados, nos seus mais diversos sentidos, em velocidades mensuráveis. Considerando que o conceito é o objeto de criação do filosofo, então o conceito é múltiplo, pois se relaciona com outros conceitos. Assim compreendemos que um termo é essencialmente puro, ou exclusivamente de seu outro, que talvez não tenha uma definição única para o rizoma, uma vez que os conceitos surgem a partir de circunstancias, como uma coisa nova para explicar e estabelecer problemas.
No segundo parágrafo, faz uma abordagem de como é construído o livro, situando o livro como um agenciamento, sendo ressonâncias que tem lados de territorialização e desterritorialização, no qual monta e desmonta uma ideia, em que você tem vários dados em um determinado texto fazendo parte de uma mesma coisa, pessoas e não pessoas montando e remontando à construção do objeto para explicar a construção do que seria, posteriormente, o livro. Diante desse entendimento, percebe-se que o livro é um agenciamento e como tal é um corpo sem órgão. Mas qual é o corpo sem órgão, para Deleuze e Guatarri? Fazendo mais uma releitura, percebe-se que os autores abordam que a máquina literária é como uma máquina de guerra, como uma máquina de amor [...], então o corpo sem órgão estar presente na a-significância em que está presente a algo novo que surge a todo instante, pois é preciso criar ideias, mas também pensar na negativa dessas ideias.
Nestes dois parágrafos o autor faz inferências aos pensamentos Heidegger, Freud, de Kafka por uma literatura menor, e no final do segundo parágrafo faz uma crítica ao pensamento Marxista quando diz “A literatura é um agenciamento, ela nada tem a ver com ideologia, e de resto, não existe e nem nunca existiu ideologia”. Nessa crítica o autor faz referencia ao pensamento de Foucault a partir da ideia de poder, em que esta ideologia acaba escondendo a realidade, pois o tempo todo existe produção, com isso o poder tende a produzir o tempo todo.
SÍNTESE DO TEXTO RIZOMA
DELEUZE, Gilles; QUATTARI, Fêliz. Rizoma. In: Mil Platôs- capitalismo e esquizofrenia, tradução de Aurélio Guerra e Celia Pinto Costa. Rio de Janeiro: ed 34.1995.
Por Kátia Maria R. Gomes e Nazarete Andrade Mariano
Linha 2 – Letramento, Identidade e Formação de Professores.
Turma 2012 – Mestrado em Crítica Cultural.
O texto trata do que Deleuze e Guattari (2000) chamam de rizoma, o qual não começa e não conclui, no entanto se encontra sempre no meio, entre as coisas. Diante dessa colocação torna-se relevante a produção de livros rizomas, uma vez que vivem interligando-se em cadeias, sem se encerrar nos capítulos. O rizoma é um modelo de realização dos acontecimentos, que tem espaços e tempos livros, onde os acontecimentos são potencialidades desenvolvidas das multiplicidades.
Para tanto utilizam-se dos seguintes argumentos:
• O livro precisa existir pelo fora e no fora;
• Precisa ser uma máquina de guerra, de amor e revolução;
• Ser um agenciador coletivo; montando e remontando encontros e desencontros;
• Abandona o esquema binário do uno – múltiplo, dando lugar aos jogos de forças trazendo novas misturas.
• Refere-se à erva daninha, já que esta incomoda, mas persiste e não morre; criando o seu espaço jardim, seja entre elas ou nos meios das flores.
Como referências os autores abordam explicita e implicitamente:
• Heidegger – Pensamento metafisico
• Freud – O mito do Édipo.
• Marx - Ideologia ( A literatura é um agenciamento, nada tem a ver com ideologia, e de resto, não existe e nem nunca existiu ideologia.).
• Foucault – Ideia de poder tende a produzir o tempo todo.
• Kafka – por uma literatura menor.
• Kleist – Uma louca máquina de guerra
• Chomsky – Gramática gerativa, a linguagem a partir de uma raiz.
• Gregory Bateson – Definição de platô para designar algo.
• Marcel Shwob – A pesquisa sobre a teoria rizomática com a multiplicação dos relatos históricos.
• Nietzsche – A percepção do aforismo.
• Armand Farrachi – trata da quarta cruzada em que as frases afastam – se e se dispersam, se empurram e coexistem.
• Pierre Rosenstiehl e Jean Petitot admitir o primado das estruturas hierárquicas significa privilegiar as estruturas arborencentes.
• Henri Miller – A erva é a nêmesis dos esforços humanos.
• Haudricourt – Oposição entre as morais ou filosofia da transcendência.
• Melaine Klein – Não compreende o problema de cartografia de uma de suas crianças, contenta-se em produzir decalques estereotipados.
Utilizam da metodologia:
• Tratam da liberdade de criação como: “pegar de qualquer linha” e dar continuidade a escrita;
• Metodologia do criar junto um conhecimento dinâmico.
• Os autores brincam que estão construindo uma metodologia ou uma metodologia às avessas.
• Delimitam como palavras-chave: RIZOMÁTICA, ESQUIZOANÁLISE, ESTRATOANÁLISE, PRAGMÁTICA E MICROPOLÍTICA. – sendo que cada palavra é um platô que se conecta com outros vários.
• Elegem agenciamentos, máquinas de desejos e descartam a ideologia e a ciência da pesquisa.
Os autores concluem da seguinte forma:
• Um livro rizoma nunca é um livro raiz.
• Livro como sistema aberto, que monta e desmonta.
• Os livros não se fecham, se conectam com outros tantos ... constituindo platôs.
• Livro como agenciador coletivo.
• Livro que não tem uma linearidade.
• Utilizam a ideia de potencia de multiplicação para tudo, podendo ser multiplicados por vários. Anulando o início e o fim.
Por Kátia Maria R. Gomes e Nazarete Andrade Mariano
Linha 2 – Letramento, Identidade e Formação de Professores.
Turma 2012 – Mestrado em Crítica Cultural.
O texto trata do que Deleuze e Guattari (2000) chamam de rizoma, o qual não começa e não conclui, no entanto se encontra sempre no meio, entre as coisas. Diante dessa colocação torna-se relevante a produção de livros rizomas, uma vez que vivem interligando-se em cadeias, sem se encerrar nos capítulos. O rizoma é um modelo de realização dos acontecimentos, que tem espaços e tempos livros, onde os acontecimentos são potencialidades desenvolvidas das multiplicidades.
Para tanto utilizam-se dos seguintes argumentos:
• O livro precisa existir pelo fora e no fora;
• Precisa ser uma máquina de guerra, de amor e revolução;
• Ser um agenciador coletivo; montando e remontando encontros e desencontros;
• Abandona o esquema binário do uno – múltiplo, dando lugar aos jogos de forças trazendo novas misturas.
• Refere-se à erva daninha, já que esta incomoda, mas persiste e não morre; criando o seu espaço jardim, seja entre elas ou nos meios das flores.
Como referências os autores abordam explicita e implicitamente:
• Heidegger – Pensamento metafisico
• Freud – O mito do Édipo.
• Marx - Ideologia ( A literatura é um agenciamento, nada tem a ver com ideologia, e de resto, não existe e nem nunca existiu ideologia.).
• Foucault – Ideia de poder tende a produzir o tempo todo.
• Kafka – por uma literatura menor.
• Kleist – Uma louca máquina de guerra
• Chomsky – Gramática gerativa, a linguagem a partir de uma raiz.
• Gregory Bateson – Definição de platô para designar algo.
• Marcel Shwob – A pesquisa sobre a teoria rizomática com a multiplicação dos relatos históricos.
• Nietzsche – A percepção do aforismo.
• Armand Farrachi – trata da quarta cruzada em que as frases afastam – se e se dispersam, se empurram e coexistem.
• Pierre Rosenstiehl e Jean Petitot admitir o primado das estruturas hierárquicas significa privilegiar as estruturas arborencentes.
• Henri Miller – A erva é a nêmesis dos esforços humanos.
• Haudricourt – Oposição entre as morais ou filosofia da transcendência.
• Melaine Klein – Não compreende o problema de cartografia de uma de suas crianças, contenta-se em produzir decalques estereotipados.
Utilizam da metodologia:
• Tratam da liberdade de criação como: “pegar de qualquer linha” e dar continuidade a escrita;
• Metodologia do criar junto um conhecimento dinâmico.
• Os autores brincam que estão construindo uma metodologia ou uma metodologia às avessas.
• Delimitam como palavras-chave: RIZOMÁTICA, ESQUIZOANÁLISE, ESTRATOANÁLISE, PRAGMÁTICA E MICROPOLÍTICA. – sendo que cada palavra é um platô que se conecta com outros vários.
• Elegem agenciamentos, máquinas de desejos e descartam a ideologia e a ciência da pesquisa.
Os autores concluem da seguinte forma:
• Um livro rizoma nunca é um livro raiz.
• Livro como sistema aberto, que monta e desmonta.
• Os livros não se fecham, se conectam com outros tantos ... constituindo platôs.
• Livro como agenciador coletivo.
• Livro que não tem uma linearidade.
• Utilizam a ideia de potencia de multiplicação para tudo, podendo ser multiplicados por vários. Anulando o início e o fim.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
SEQUÊNCIA 1º ANO 4º BIMESTRE - RESENHA
1ª - Seqüência Didática 4º Bimestre
Ano - 2011 – 1º ano Ensino Médio
Pacto pela Educação
ESCOLA:
PROFESSORA / FORMADORA: Nazarete Mariano
TEMÁTICA: Consumo
ÁREA: Código e Linguagem
Disciplina: Língua Portuguesa
TEMPO: 12 aulas
Descritores Curriculares / SAEPE:
D6- Localizar informação explícita em um texto
D7 – Inferir informação em um texto
D9- Identificar o tema central do texto
D12- Identificar o gênero do texto.
D13 - Identificar a finalidade do gênero.
D19- Identificar a tese de um texto.
D26- Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e /ou o interlocutor.
D27 – Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
CONTEÚDO DA OTM:
1. Tópico: Leitura e Compreensão de Textos Orais:
• Utilização de estratégia de escuta.
• Expressão de opiniões pessoais
• Reflexão sobre textos orais produzidos ou não pelo aluno ( Comentários, Discussões / Debates orais sobre: reportagem, piadas, poema, trechos de filmes ou vídeos que abordem a temática Consumo.
2. Tópico: Leitura e produção de textos orais.
2.1. Reconhecimento e estratégias textualizadoras.
• Identificação das palavras e idéias – chave do texto.
• Identificação de recursos lingüísticos em relação ao contexto em que o texto é construído (grau de formalismo, seleção lexical, tempos e modos verbais).
• Identificação dos modos da organização das sequências textuais ( tipos textuais descritivo, argumentativo, injuntivo).
• Reconhecimento da organização e progressão temática.
3. Tópico: Produção de textos escritos.
• Produção escrita de resumos a partir de outros textos tomados como base ou fonte.
• Produção escrita de resenhas.
3.1. Reflexão sobre os textos produzidos.
• Reelaboração (revisão / reescrita) do texto.
4. Tópico: Análise Linguística e reflexão sobre a língua
• Estrangeirismos, sua adaptação aos padrões gramaticais da língua importadora e seus valores culturais.
• Normas da ortografia oficial
4.1. O texto como elemento da atividade discursiva.
• A identificação de aspectos linguísticos específicos da construção do gênero textual.
OBJETIVO
Desenvolver o senso crítico a partir das experiências produzidas individuais e coletivas do alunado.
Reconhecer o domínio da linguagem na participação social, política e cidadã.
Identificar o uso de estrangeirismos adaptados aos textos da língua materna e a importação de seus valores culturais.
Identificar os aspectos pertinentes ao gênero ou ao tipo a que pertence o texto.
Identificar aspectos linguísticos específicos da construção do gênero resenha.
Reconhecer os modos e tempos verbais em relação ao contexto em que o texto é construído.
Reconhecer o modo em que é composto a sequência textual da resenha.
Reconhecer os elementos pragmáticos como: papéis sociais e comunicativos dos interlocutores e as relações entre esses.
RECURSOS
• Data show
• Notebook
• Internet
• Câmera fotográfica
• Jornais e revistas
• TV e DVD
• Vídeos / documentários
• Pincel
• Cópias de textos
• Livros
• Cola
• Papel madeira / cartolina
• Folha de ofício
• Pendriver
INTERFACES METODOLOGICAS ( DESENVOLVIMENTO)
1º MOMENTO 6 aulas
O professor pode iniciar, para um breve levantamento prévio do conhecimento do alunado em relação ao tema gerador proposto.
Etapa 1- como a temática sugerida é o consumo, serão levantadas algumas situações que envolvam o referido tema como:
1. Com que freqüência você faz compras?
2. Quais são os principais produtos que você gosta de comprar?
3. Quais os critérios utilizados na hora de escolher um determinado produto em uma loja ou supermercado?
4. Tudo que a gente consome pode ser comprado? Liste:
Produtos comprados produtos não comprados
Pode entregar aos alunos, tiras com as questões, as perguntas coladas em bombons, em caixinha ou uma abordagem oral.
Em seguida o/a professor/a colocará em data show o vídeo “A História das Coisas” para abrir as discussões com os alunos levantando os pontos de vista diversos, inclusive voltando ao levantamento prévio, analisando a lista feita pelos alunos e confrontando com o vídeo “ A história das coisas”. Observando os comentários dos alunos e as discussões construídas durante a aula, assim já pode considerar as estratégias de escuta, fazendo com que o aluno perceba a importância também de ouvir a opinião/ depoimento do outro.
Caso o/a professor/a achar pertinente pode levar outros materiais que tratem da temática como: ( Supermercado, Catedral do Consumo; Eu, Etiqueta; desabafo ) reportagem, trecho de filme, e dividir a sala em grupos para que os mesmos façam suas colocações argumentativas sobre o tema consumo, e ao mesmo tempo os alunos estão em contato com textos que têm a sequência tipológica argumentativa. O professor pode finalizar as discussões passando o vídeo “Ilha das flores”. Fazendo com que os alunos percebam além das discussões sobre o tema gerador ( consumo), pode observar quais dos textos tem a tipologia argumentativa predominante, se há elementos que organizam a narrativa, descrita e até a injuntiva.
Estes textos, exceto os vídeos, podem ser colocados em envelopes para os grupos analisarem, e em seguida socializar com turma, entre outros aspectos:
• a temática abordada;
• as idéias e palavras centrais;
• a tipologia predominante;
• o tempo e o modo verbal;
• a função sociocomunicativa do gênero;
• o grau de formalismo.
• Fazer resumo dos textos tomados como base. Sugestão “ A história das coisas” ou “ Ilha das flores”.
2º MOMENTO 2 aulas.
Etapa 1 – fazer uma rápida dinâmica para fazer o levantamento prévio sobre o gênero Resenha, pois como é um gênero presente em todas as unidades
Etapa 2 – A partir dos resumos elaborados pela turma, serão revisadas as características do resumo, fazendo um gancho com as características do gênero resenha.
Pode usar como exemplo as resenhas abaixo do vídeo “ História das Coisas” e solicitar que os alunos produzam a resenha sobre “ Ilha das Flores”, ou vice – versa.
1. Resenha "a História Das Coisas"
Nos últimos anos, a questão ambiental ganhou extrema força. A humanidade começa a criar a consciência de que todos os nossos atos, sem exceção, têm alguma conseqüência, direta ou indireta. Nesse período, muito se discutiu, alarmou e analisou sobre o que estamos fazendo com o nosso próprio planeta. Isso gerou questionamentos, sendo alguns deles mostrados no vídeo "A história das coisas".
No vídeo, há uma certa crítica sobre o consumismo excessivo que faz a produção de lixo e demanda de matéria-prima, principalmente nos Estados Unidos, ser extremamente alta. Até aí não há problemas. Realmente a produção de lixo e demanda de matéria-prima são um dos problemas que devem ser solucionados, ou pelo menos amenizados. Porém, se equivocaram ao culpar o governo e as grandes corporações por tudo isso. Não que estes estejam fazendo a sua parte, mas não se pode jogar toda culpa neles. Todas as empresas têm como objetivo o lucro. É por isso que a todo momento estão criando coisas novas e jogando propagandas atrás de propagandas para o povo. É para vender mais. Se não fizer isso, quebra. Apenas é uma questão de sobrevivência. Infelizmente, isso também se aplica à mídia. Ela deveria ter como objetivo informar as pessoas, mas isso está perdendo espaço para as coisas que dão audiência e, indiretamente, também dá lucro. O governo, hoje, também não tem muito o que fazer. Ele não pode simplesmente ignorar as grandes empresas. Se fizer isso, o Estado quebra. A economia depende do rendimento dessas empresas.
Vendo assim, parece que não há soluções, mas existem. Primeiramente não deveríamos nunca nos deixar influenciar por tudo o que vemos na mídia. Devemos ter um senso crítico de tudo o que nos cerca, para que possamos fazer as coisas de forma consciente. Para isso, devemos ter uma boa educação, tanto em escolas, quanto em casa. Se este passo for dado, o segundo fica mais fácil. Todos nós devemos fazer a nossa parte.
2. O que é a "História das Coisas"?
Um pequeno documentário educativo que apresenta importantes informações sobre questões ambientais e sociais dentro da temática do consumo de produtos, que representa um assunto urgente e de vital importância para a sobrevivência de todo o Planeta e da espécie Humana, para o presente e o futuro.
A História das Coisas é um documentário rápido e repleto de factos que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extracção, produção, consumo e lixo. Desde a sua extracção, transformação até à sua venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afectam as sociedades e o ambiente a nível local e mundial. Normalmente as consequências de um consumo descuidado são desastrosas em vários níveis, mas a maioria destes factos são por vários motivos propositadamente manipulados e escondidos dos nossos olhos pelas empresas e políticos cujos objectivos principais são o lucro e o poder, que obtêm ao promover um consumo exacerbado que só pode ser realizado à custa de toda a vida na Terra, de sofrimento, exploração e destruição ambiental.
A História das Coisas expõe assim as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando com factos, que ao consumirmos de forma inconsciente e desmedida, estamos a destruir o mundo e a auto-destruirmo-nos, e assim apela-nos a criar uma maior consciência do problema e um mundo mais sustentável e justo para todos, para o planeta Terra e para futuras gerações.
Este documentário vai-nos ensinar algo, fará rir, e essencialmente acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida, fazendo-nos adquirir uma nova visão e respeito pelo ambiente e pelas pessoas. Um excelente documentário a não perder.
3. Resenha do curta-metragem Ilha das Flores
Resenhado por Rafael Calheiros
O documentário “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado produzido em 1989, é de uma rara profundidade que exprime toda a banalização a que foi submetida o ser humano, por mais racional que este seja. Um ácido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. A lamentável condição de sub-existência dos habitantes da Ilha das Flores deixa as pessoas pasmas. A idéia do curta-metragem é mostrar o absurdo desta situação. Seres humanos que, numa escala de prioridade, estão depois dos porcos. Mulheres e crianças que, num tempo determinado de cinco minutos, garantem na sobra dos porcos (que por sua vez, alimentam-se da sobra de outros seres humanos com condições financeiras de escolher o alimento) sua alimentação diária.
A obra Ilha das Flores é rica em informações reais (às vezes chega a ter um caráter didático), e ao mesmo tempo, segue a trajetória fictícia de um tomate: plantado, colhido, vendido a um supermercado, comprado por uma dona-de-casa, rejeitado na hora de fazer um molho para o almoço, jogado no lixo, levado para a Ilha das Flores, rejeitado pelos porcos, e finalmente, encontrado por uma criança com fome.
A desigualdade social e toda perversidade de um sistema são provocadas justamente por seres humanos que procuram viver em seus casulos de forma egocêntrica e egoísta, fingindo não ver a realidade da exploração do homem sobre o homem, esquecendo-se da solidariedade e afeto entre seus semelhantes. Daí a afirmação no início do curta da não-existência de Deus. Infelizmente, explorar a miséria humana faz parte desse sistema, faz parte do “progresso natural da sociedade”. Uma prova disso é que o diretor não precisava ir tão longe para ver a crueldade e a miséria do homem, bastava colocar uma câmera em sua janela de casa.
A noção de progresso é o anteparo usado pelo filme para estabelecer propositalmente uma relação insolúvel na sociedade capitalista. A capacidade criativa e o decorrente progresso são conjugados com os diversos aspectos que envolvem a vida em sociedade. O lixo é capaz de unir- e não separar como normalmente – a “parte limpa” com a “parte suja” do filme. Logo, confirma-se uma incompatibilidade entre progresso e desenvolvimento humano. O espectador sente o sabor da simples profundidade sugerida pelo filme. É uma provocação ao raciocínio social imediato, à propriedade privada, ao lucro, ao trabalho, à exploração, à relação entre progresso criativo e, conseqüentemente, tecnológico (criação e evolução estão intimamente ligados) e ao desenvolvimento social e humano. Passados quase vinte anos após a sua produção, o curta ainda é bastante atual. O documentário é narrado pelo ator Paulo José e foi aclamado pela crítica, vencendo vários prêmios.
3º MOMENTO – 4 AULAS
Etapa 1 – Produção escrita da resenha:
• os alunos darão início ao parágrafo introdutório da produção escrita resenha ou solicitar a uma escrita inicial. À medida que o aluno for escrevendo, o/a professor/a fará as devidas orientações e retomadas, assim, até a conclusão da produção com suas reescritas.
• No decorrer das reescritas, pode trabalhar os aspectos ortográficos e textuais.
Etapa 2 - Após a produção escrita, o texto será publicado no blog da escola, caso a escola tenha, ou em um jornal informativo.
AVALIAÇÃO
Como avaliar é um processo contínuo e sistemático ao mesmo tempo, os trabalhos serão analisados por etapas, bem como os conhecimentos construídos a partir deles, levando em conta o envolvimento da turma para as atividades solicitadas e os objetivos aqui pretendidos. Será analisado a partir da proposta estabelecida no projeto da escola.
REFERÊNCIAS
ANTUNES, Irandé. LÍNGUA, TEXTO E ENSINO: outra escola possível. São Paulo: parábola editorial, 2009.
____________ BRASIL. Ministério da Educação e Secretaria de Educação. Parâmetros
DIVERSIDADE TEXTUAL: os gêneros na sala de aula. Organizado por D618.
_________ Os gêneros do discurso e a produção textual na escola. 1999. (mimeo).
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. SP. Parábola, 2008.
VIEIRA, Josenia Antunes... (et al.) REFLEXÕES SOBRE A LÍNGUA PORTUGUESA: Uma Abordagem Multimodal. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
Peçanha, Geraldo. Transposição Didática Ed. Cortez
SUGESTÕES DE TEXTOS COMO SIBSÍDIOS PARA DESENVOLVIMENTO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA.
• Filme: O Grande Desafio
• Vídeos: A História das Coisas / Ilha das Flores ( CD entregue a coordenação)
• Textos sugeridos:
1. Supermercado, as catedrais do consumo
2. EU ETIQUETA – Carlos Drummond de Andrade.
3. Desabafo.
Ano - 2011 – 1º ano Ensino Médio
Pacto pela Educação
ESCOLA:
PROFESSORA / FORMADORA: Nazarete Mariano
TEMÁTICA: Consumo
ÁREA: Código e Linguagem
Disciplina: Língua Portuguesa
TEMPO: 12 aulas
Descritores Curriculares / SAEPE:
D6- Localizar informação explícita em um texto
D7 – Inferir informação em um texto
D9- Identificar o tema central do texto
D12- Identificar o gênero do texto.
D13 - Identificar a finalidade do gênero.
D19- Identificar a tese de um texto.
D26- Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e /ou o interlocutor.
D27 – Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
CONTEÚDO DA OTM:
1. Tópico: Leitura e Compreensão de Textos Orais:
• Utilização de estratégia de escuta.
• Expressão de opiniões pessoais
• Reflexão sobre textos orais produzidos ou não pelo aluno ( Comentários, Discussões / Debates orais sobre: reportagem, piadas, poema, trechos de filmes ou vídeos que abordem a temática Consumo.
2. Tópico: Leitura e produção de textos orais.
2.1. Reconhecimento e estratégias textualizadoras.
• Identificação das palavras e idéias – chave do texto.
• Identificação de recursos lingüísticos em relação ao contexto em que o texto é construído (grau de formalismo, seleção lexical, tempos e modos verbais).
• Identificação dos modos da organização das sequências textuais ( tipos textuais descritivo, argumentativo, injuntivo).
• Reconhecimento da organização e progressão temática.
3. Tópico: Produção de textos escritos.
• Produção escrita de resumos a partir de outros textos tomados como base ou fonte.
• Produção escrita de resenhas.
3.1. Reflexão sobre os textos produzidos.
• Reelaboração (revisão / reescrita) do texto.
4. Tópico: Análise Linguística e reflexão sobre a língua
• Estrangeirismos, sua adaptação aos padrões gramaticais da língua importadora e seus valores culturais.
• Normas da ortografia oficial
4.1. O texto como elemento da atividade discursiva.
• A identificação de aspectos linguísticos específicos da construção do gênero textual.
OBJETIVO
Desenvolver o senso crítico a partir das experiências produzidas individuais e coletivas do alunado.
Reconhecer o domínio da linguagem na participação social, política e cidadã.
Identificar o uso de estrangeirismos adaptados aos textos da língua materna e a importação de seus valores culturais.
Identificar os aspectos pertinentes ao gênero ou ao tipo a que pertence o texto.
Identificar aspectos linguísticos específicos da construção do gênero resenha.
Reconhecer os modos e tempos verbais em relação ao contexto em que o texto é construído.
Reconhecer o modo em que é composto a sequência textual da resenha.
Reconhecer os elementos pragmáticos como: papéis sociais e comunicativos dos interlocutores e as relações entre esses.
RECURSOS
• Data show
• Notebook
• Internet
• Câmera fotográfica
• Jornais e revistas
• TV e DVD
• Vídeos / documentários
• Pincel
• Cópias de textos
• Livros
• Cola
• Papel madeira / cartolina
• Folha de ofício
• Pendriver
INTERFACES METODOLOGICAS ( DESENVOLVIMENTO)
1º MOMENTO 6 aulas
O professor pode iniciar, para um breve levantamento prévio do conhecimento do alunado em relação ao tema gerador proposto.
Etapa 1- como a temática sugerida é o consumo, serão levantadas algumas situações que envolvam o referido tema como:
1. Com que freqüência você faz compras?
2. Quais são os principais produtos que você gosta de comprar?
3. Quais os critérios utilizados na hora de escolher um determinado produto em uma loja ou supermercado?
4. Tudo que a gente consome pode ser comprado? Liste:
Produtos comprados produtos não comprados
Pode entregar aos alunos, tiras com as questões, as perguntas coladas em bombons, em caixinha ou uma abordagem oral.
Em seguida o/a professor/a colocará em data show o vídeo “A História das Coisas” para abrir as discussões com os alunos levantando os pontos de vista diversos, inclusive voltando ao levantamento prévio, analisando a lista feita pelos alunos e confrontando com o vídeo “ A história das coisas”. Observando os comentários dos alunos e as discussões construídas durante a aula, assim já pode considerar as estratégias de escuta, fazendo com que o aluno perceba a importância também de ouvir a opinião/ depoimento do outro.
Caso o/a professor/a achar pertinente pode levar outros materiais que tratem da temática como: ( Supermercado, Catedral do Consumo; Eu, Etiqueta; desabafo ) reportagem, trecho de filme, e dividir a sala em grupos para que os mesmos façam suas colocações argumentativas sobre o tema consumo, e ao mesmo tempo os alunos estão em contato com textos que têm a sequência tipológica argumentativa. O professor pode finalizar as discussões passando o vídeo “Ilha das flores”. Fazendo com que os alunos percebam além das discussões sobre o tema gerador ( consumo), pode observar quais dos textos tem a tipologia argumentativa predominante, se há elementos que organizam a narrativa, descrita e até a injuntiva.
Estes textos, exceto os vídeos, podem ser colocados em envelopes para os grupos analisarem, e em seguida socializar com turma, entre outros aspectos:
• a temática abordada;
• as idéias e palavras centrais;
• a tipologia predominante;
• o tempo e o modo verbal;
• a função sociocomunicativa do gênero;
• o grau de formalismo.
• Fazer resumo dos textos tomados como base. Sugestão “ A história das coisas” ou “ Ilha das flores”.
2º MOMENTO 2 aulas.
Etapa 1 – fazer uma rápida dinâmica para fazer o levantamento prévio sobre o gênero Resenha, pois como é um gênero presente em todas as unidades
Etapa 2 – A partir dos resumos elaborados pela turma, serão revisadas as características do resumo, fazendo um gancho com as características do gênero resenha.
Pode usar como exemplo as resenhas abaixo do vídeo “ História das Coisas” e solicitar que os alunos produzam a resenha sobre “ Ilha das Flores”, ou vice – versa.
1. Resenha "a História Das Coisas"
Nos últimos anos, a questão ambiental ganhou extrema força. A humanidade começa a criar a consciência de que todos os nossos atos, sem exceção, têm alguma conseqüência, direta ou indireta. Nesse período, muito se discutiu, alarmou e analisou sobre o que estamos fazendo com o nosso próprio planeta. Isso gerou questionamentos, sendo alguns deles mostrados no vídeo "A história das coisas".
No vídeo, há uma certa crítica sobre o consumismo excessivo que faz a produção de lixo e demanda de matéria-prima, principalmente nos Estados Unidos, ser extremamente alta. Até aí não há problemas. Realmente a produção de lixo e demanda de matéria-prima são um dos problemas que devem ser solucionados, ou pelo menos amenizados. Porém, se equivocaram ao culpar o governo e as grandes corporações por tudo isso. Não que estes estejam fazendo a sua parte, mas não se pode jogar toda culpa neles. Todas as empresas têm como objetivo o lucro. É por isso que a todo momento estão criando coisas novas e jogando propagandas atrás de propagandas para o povo. É para vender mais. Se não fizer isso, quebra. Apenas é uma questão de sobrevivência. Infelizmente, isso também se aplica à mídia. Ela deveria ter como objetivo informar as pessoas, mas isso está perdendo espaço para as coisas que dão audiência e, indiretamente, também dá lucro. O governo, hoje, também não tem muito o que fazer. Ele não pode simplesmente ignorar as grandes empresas. Se fizer isso, o Estado quebra. A economia depende do rendimento dessas empresas.
Vendo assim, parece que não há soluções, mas existem. Primeiramente não deveríamos nunca nos deixar influenciar por tudo o que vemos na mídia. Devemos ter um senso crítico de tudo o que nos cerca, para que possamos fazer as coisas de forma consciente. Para isso, devemos ter uma boa educação, tanto em escolas, quanto em casa. Se este passo for dado, o segundo fica mais fácil. Todos nós devemos fazer a nossa parte.
2. O que é a "História das Coisas"?
Um pequeno documentário educativo que apresenta importantes informações sobre questões ambientais e sociais dentro da temática do consumo de produtos, que representa um assunto urgente e de vital importância para a sobrevivência de todo o Planeta e da espécie Humana, para o presente e o futuro.
A História das Coisas é um documentário rápido e repleto de factos que olha para o interior dos padrões do nosso sistema de extracção, produção, consumo e lixo. Desde a sua extracção, transformação até à sua venda, uso e disposição, todas as coisas que compramos e usamos na nossa vida afectam as sociedades e o ambiente a nível local e mundial. Normalmente as consequências de um consumo descuidado são desastrosas em vários níveis, mas a maioria destes factos são por vários motivos propositadamente manipulados e escondidos dos nossos olhos pelas empresas e políticos cujos objectivos principais são o lucro e o poder, que obtêm ao promover um consumo exacerbado que só pode ser realizado à custa de toda a vida na Terra, de sofrimento, exploração e destruição ambiental.
A História das Coisas expõe assim as conexões entre um enorme número de importantes questões ambientais e sociais, demonstrando com factos, que ao consumirmos de forma inconsciente e desmedida, estamos a destruir o mundo e a auto-destruirmo-nos, e assim apela-nos a criar uma maior consciência do problema e um mundo mais sustentável e justo para todos, para o planeta Terra e para futuras gerações.
Este documentário vai-nos ensinar algo, fará rir, e essencialmente acabará por mudar para sempre a maneira como olhamos para todas as coisas que existem na nossa vida, fazendo-nos adquirir uma nova visão e respeito pelo ambiente e pelas pessoas. Um excelente documentário a não perder.
3. Resenha do curta-metragem Ilha das Flores
Resenhado por Rafael Calheiros
O documentário “Ilha das Flores”, de Jorge Furtado produzido em 1989, é de uma rara profundidade que exprime toda a banalização a que foi submetida o ser humano, por mais racional que este seja. Um ácido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho. A lamentável condição de sub-existência dos habitantes da Ilha das Flores deixa as pessoas pasmas. A idéia do curta-metragem é mostrar o absurdo desta situação. Seres humanos que, numa escala de prioridade, estão depois dos porcos. Mulheres e crianças que, num tempo determinado de cinco minutos, garantem na sobra dos porcos (que por sua vez, alimentam-se da sobra de outros seres humanos com condições financeiras de escolher o alimento) sua alimentação diária.
A obra Ilha das Flores é rica em informações reais (às vezes chega a ter um caráter didático), e ao mesmo tempo, segue a trajetória fictícia de um tomate: plantado, colhido, vendido a um supermercado, comprado por uma dona-de-casa, rejeitado na hora de fazer um molho para o almoço, jogado no lixo, levado para a Ilha das Flores, rejeitado pelos porcos, e finalmente, encontrado por uma criança com fome.
A desigualdade social e toda perversidade de um sistema são provocadas justamente por seres humanos que procuram viver em seus casulos de forma egocêntrica e egoísta, fingindo não ver a realidade da exploração do homem sobre o homem, esquecendo-se da solidariedade e afeto entre seus semelhantes. Daí a afirmação no início do curta da não-existência de Deus. Infelizmente, explorar a miséria humana faz parte desse sistema, faz parte do “progresso natural da sociedade”. Uma prova disso é que o diretor não precisava ir tão longe para ver a crueldade e a miséria do homem, bastava colocar uma câmera em sua janela de casa.
A noção de progresso é o anteparo usado pelo filme para estabelecer propositalmente uma relação insolúvel na sociedade capitalista. A capacidade criativa e o decorrente progresso são conjugados com os diversos aspectos que envolvem a vida em sociedade. O lixo é capaz de unir- e não separar como normalmente – a “parte limpa” com a “parte suja” do filme. Logo, confirma-se uma incompatibilidade entre progresso e desenvolvimento humano. O espectador sente o sabor da simples profundidade sugerida pelo filme. É uma provocação ao raciocínio social imediato, à propriedade privada, ao lucro, ao trabalho, à exploração, à relação entre progresso criativo e, conseqüentemente, tecnológico (criação e evolução estão intimamente ligados) e ao desenvolvimento social e humano. Passados quase vinte anos após a sua produção, o curta ainda é bastante atual. O documentário é narrado pelo ator Paulo José e foi aclamado pela crítica, vencendo vários prêmios.
3º MOMENTO – 4 AULAS
Etapa 1 – Produção escrita da resenha:
• os alunos darão início ao parágrafo introdutório da produção escrita resenha ou solicitar a uma escrita inicial. À medida que o aluno for escrevendo, o/a professor/a fará as devidas orientações e retomadas, assim, até a conclusão da produção com suas reescritas.
• No decorrer das reescritas, pode trabalhar os aspectos ortográficos e textuais.
Etapa 2 - Após a produção escrita, o texto será publicado no blog da escola, caso a escola tenha, ou em um jornal informativo.
AVALIAÇÃO
Como avaliar é um processo contínuo e sistemático ao mesmo tempo, os trabalhos serão analisados por etapas, bem como os conhecimentos construídos a partir deles, levando em conta o envolvimento da turma para as atividades solicitadas e os objetivos aqui pretendidos. Será analisado a partir da proposta estabelecida no projeto da escola.
REFERÊNCIAS
ANTUNES, Irandé. LÍNGUA, TEXTO E ENSINO: outra escola possível. São Paulo: parábola editorial, 2009.
____________ BRASIL. Ministério da Educação e Secretaria de Educação. Parâmetros
DIVERSIDADE TEXTUAL: os gêneros na sala de aula. Organizado por D618.
_________ Os gêneros do discurso e a produção textual na escola. 1999. (mimeo).
MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. SP. Parábola, 2008.
VIEIRA, Josenia Antunes... (et al.) REFLEXÕES SOBRE A LÍNGUA PORTUGUESA: Uma Abordagem Multimodal. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.
Peçanha, Geraldo. Transposição Didática Ed. Cortez
SUGESTÕES DE TEXTOS COMO SIBSÍDIOS PARA DESENVOLVIMENTO DA SEQUÊNCIA DIDÁTICA.
• Filme: O Grande Desafio
• Vídeos: A História das Coisas / Ilha das Flores ( CD entregue a coordenação)
• Textos sugeridos:
1. Supermercado, as catedrais do consumo
2. EU ETIQUETA – Carlos Drummond de Andrade.
3. Desabafo.
domingo, 23 de outubro de 2011
Dicas reforma ortograica - Editora Saraiva
Por: Editora Saraiva
Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa Em 29 de setembro de 2008, foi oficializada pelo presidente Lula a reforma ortográfica brasileira. As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009 e devem ser completamente implementadas até 2011.
Confira em tabelas as principais mudanças da Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa.
ALFABETO Como era NOVA REGRA Como será
O alfabeto era formado por 23 letras, mais as letras chamadas de ‘especiais’ k, w, y. O alfabeto é formado por 26 letras. As letras k, w, y fazem parte do alfabeto. São usadas em siglas, símbolos, nomes próprios estrangeiros e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano.
TREMA Como era NOVA REGRA Como será
agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, freqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça O trema é eliminado em palavras portuguesas e aportuguesadas. aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça
O trema permanece em nomes próprios estrangeiros e seus derivados: Müller, mülleriano, hübneriano.
Acentuação
ACENTUAÇÃO Como era NOVA REGRA Como será
assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio (forma verbal), heróico, paranóico Não se acentuam os ditongos abertos -ei e -oi nas palavras paroxítonas. assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio (forma verbal), heroico, paranoico
• O acento nos ditongos -éi e -ói permanece nas palavras oxítonas e monossílabos tônicos de som aberto: herói, constrói, dói, anéis, papéis, anzóis. • O acento no ditongo aberto –éu permanece: chapéu, véu, céu, ilhéu.
enjôo (subst. e forma verbal), vôo (subst. e forma verbal), corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo Não se acentua o hiato -oo. enjoo (subst. e forma verbal), voo (subst. e forma verbal), coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo
crêem, dêem, lêem, vêem descrêem, relêem, revêem Não se acentua o hiato -ee dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados ( 3a p. pl.). creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem
pára (verbo), péla (subst. e verbo), pêlo (subst.), pêra (subst.), péra (subst.), pólo (subst.) Não se acentuam as palavras paroxítonas que são homógrafas. para (verbo), pela (subst. e verbo), pelo (subst.), pera (subst), pera (subst.), polo (subst.)
• O acento diferencial permanece nos homógrafos: pode (3a pessoa do sing. do presente do indicativo do verbo poder) e pôde (3a pessoa do pretérito perfeito do indicativo). • O acento diferencial permanece em pôr (verbo) em oposição a por (preposição).
argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, obliqúe Não se acentua o -u tônico nas formas verbais rizotônicas (acento na raiz), quando precedido de g ou q e seguido de -e ou -i (grupos que/qui e gue/gui). argui, apazigue, averigue, enxague, oblique
baiúca, boiúna cheiínho, saiínha feiúra, feiúme Não se acentuam o -i e -u tônicos das palavras paroxítonas quando precedidas de ditongo. baiuca, boiuna , cheiinho, saiinha, feiura, feiume
Hífen
ACENTUAÇÃO Como era NOVA REGRA Como será
ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidade, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, infra-renal, ultra-romântico, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo essas consoantes se duplicarem. antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, autossugestão, contrassenso, contrarregra, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, infrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, semirreal, semissintético, suprarrenal, suprassensível
• O uso do hífen permanece nos compostos em que os prefixos super, hiper, inter, terminados em -r, aparecem combinados com elementos também iniciados por -r: hiper-rancoroso, hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente, super-revista etc.
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente. autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado
• Esta nova regra normatiza os casos do uso do hífen entre vogais diferentes, como já acontecia anteriormente na língua em compostos como: antiaéreo, antiamericanismo, coeducação, agroindustrial, socioeconômico etc. • O uso do hífen permanece nos compostos com prefixo em que o segundo elemento começa por -h: ante-hipófise, anti-herói, anti-higiênico, anti-hemorrágico, extra-humano, neo-helênico, semi-herbáceo, super-homem, supra-hepático etc.
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperalista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico Emprega-se o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal igual. anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-imperalista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico
• Estes compostos, anteriormente grafados em uma única palavra, escrevem-se agora com hífen por força da regra anterior. • Esta regra normatiza todos os casos do uso do hífen entre vogais iguais, como já acontecia anteriormente na língua em compostos como: auto-observação, contra-argumento, contra-almirante, eletro-ótica, extra-atmosférico, infra-assinado, infra-axilar , semi-interno, semi-integral, supra-uricular, supra-axilar, ultra-apressado etc. (Nestes casos, o hífen permanece.) • No caso do prefixo co- , em geral, não se usa o hífen, mesmo que o segundo elemento comece pela vogal o: cooperação, coordenar.
manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento Não se emprega o hífen em certos compostos em que se perdeu, em certa medida, a noção de composição. mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, parachoque, paravento
• O uso do hífen permanece nas palavras compostas que não contêm um elemento de ligação e constituem uma unidade sintagmática e semântica, mantendo acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi, formiga-branca etc.
Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa Em 29 de setembro de 2008, foi oficializada pelo presidente Lula a reforma ortográfica brasileira. As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009 e devem ser completamente implementadas até 2011.
Confira em tabelas as principais mudanças da Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa.
ALFABETO Como era NOVA REGRA Como será
O alfabeto era formado por 23 letras, mais as letras chamadas de ‘especiais’ k, w, y. O alfabeto é formado por 26 letras. As letras k, w, y fazem parte do alfabeto. São usadas em siglas, símbolos, nomes próprios estrangeiros e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano.
TREMA Como era NOVA REGRA Como será
agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, freqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça O trema é eliminado em palavras portuguesas e aportuguesadas. aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça
O trema permanece em nomes próprios estrangeiros e seus derivados: Müller, mülleriano, hübneriano.
Acentuação
ACENTUAÇÃO Como era NOVA REGRA Como será
assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio (forma verbal), heróico, paranóico Não se acentuam os ditongos abertos -ei e -oi nas palavras paroxítonas. assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio (forma verbal), heroico, paranoico
• O acento nos ditongos -éi e -ói permanece nas palavras oxítonas e monossílabos tônicos de som aberto: herói, constrói, dói, anéis, papéis, anzóis. • O acento no ditongo aberto –éu permanece: chapéu, véu, céu, ilhéu.
enjôo (subst. e forma verbal), vôo (subst. e forma verbal), corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo Não se acentua o hiato -oo. enjoo (subst. e forma verbal), voo (subst. e forma verbal), coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo
crêem, dêem, lêem, vêem descrêem, relêem, revêem Não se acentua o hiato -ee dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados ( 3a p. pl.). creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem
pára (verbo), péla (subst. e verbo), pêlo (subst.), pêra (subst.), péra (subst.), pólo (subst.) Não se acentuam as palavras paroxítonas que são homógrafas. para (verbo), pela (subst. e verbo), pelo (subst.), pera (subst), pera (subst.), polo (subst.)
• O acento diferencial permanece nos homógrafos: pode (3a pessoa do sing. do presente do indicativo do verbo poder) e pôde (3a pessoa do pretérito perfeito do indicativo). • O acento diferencial permanece em pôr (verbo) em oposição a por (preposição).
argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, obliqúe Não se acentua o -u tônico nas formas verbais rizotônicas (acento na raiz), quando precedido de g ou q e seguido de -e ou -i (grupos que/qui e gue/gui). argui, apazigue, averigue, enxague, oblique
baiúca, boiúna cheiínho, saiínha feiúra, feiúme Não se acentuam o -i e -u tônicos das palavras paroxítonas quando precedidas de ditongo. baiuca, boiuna , cheiinho, saiinha, feiura, feiume
Hífen
ACENTUAÇÃO Como era NOVA REGRA Como será
ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidade, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, infra-renal, ultra-romântico, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s, devendo essas consoantes se duplicarem. antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, autossugestão, contrassenso, contrarregra, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, infrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, semirreal, semissintético, suprarrenal, suprassensível
• O uso do hífen permanece nos compostos em que os prefixos super, hiper, inter, terminados em -r, aparecem combinados com elementos também iniciados por -r: hiper-rancoroso, hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente, super-revista etc.
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado Não se emprega o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente. autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado
• Esta nova regra normatiza os casos do uso do hífen entre vogais diferentes, como já acontecia anteriormente na língua em compostos como: antiaéreo, antiamericanismo, coeducação, agroindustrial, socioeconômico etc. • O uso do hífen permanece nos compostos com prefixo em que o segundo elemento começa por -h: ante-hipófise, anti-herói, anti-higiênico, anti-hemorrágico, extra-humano, neo-helênico, semi-herbáceo, super-homem, supra-hepático etc.
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperalista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico Emprega-se o hífen nos compostos em que o prefixo ou falso prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal igual. anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-imperalista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico
• Estes compostos, anteriormente grafados em uma única palavra, escrevem-se agora com hífen por força da regra anterior. • Esta regra normatiza todos os casos do uso do hífen entre vogais iguais, como já acontecia anteriormente na língua em compostos como: auto-observação, contra-argumento, contra-almirante, eletro-ótica, extra-atmosférico, infra-assinado, infra-axilar , semi-interno, semi-integral, supra-uricular, supra-axilar, ultra-apressado etc. (Nestes casos, o hífen permanece.) • No caso do prefixo co- , em geral, não se usa o hífen, mesmo que o segundo elemento comece pela vogal o: cooperação, coordenar.
manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento Não se emprega o hífen em certos compostos em que se perdeu, em certa medida, a noção de composição. mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, parachoque, paravento
• O uso do hífen permanece nas palavras compostas que não contêm um elemento de ligação e constituem uma unidade sintagmática e semântica, mantendo acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi, formiga-branca etc.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
SEQUÊNCIA TAS - ARTIGO DE OPINIÃO
1ª - Seqüência Didática 3º Bimestre
Ano - 2011 – 9º ano – manhã – 19.07.11
ESCOLA: Dom Avelar Brandão Vilela
PROFESSORA: Nazarete Andrade Mariano
TEMA GERAL DA ESCOLA: CONHECER A CIDADE COMO PRINCIPIO EDUCATIVO PARA PODER CUIDAR MELHOR DOS TERRITÓRIOS LOCAIS
TEMA DO 2º Semestre
ÁREA: Código e Linguagem
Descritores Curriculares / SAEPE:
Tecnologia Adaptável ao semi-árido:
D6- Localizar informação explicita no texto
D7 – Inferir informação implícita em um texto
D8 – Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.
D9- Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
D12 – Identificar a finalidade do gênero (artigo de opinião)
D14- Distinguir um fato da opinião relativa desse fato.
ANO: 9º ano - manhã
TEMPO: 20 aulas (50 minutos ) ( vale lembrar que as atividades desta sequência iniciaram na 2ª unidade)
CONTEUDO DA OTM:
Eixo: Produção de texto oral e escrita
Gêneros produção de questionário; debates; artigo de opinião.
A Seca: problema político ou uma questão natural?
A falta de água: um problema político ou uma questão natural?
2. OBJETIVOS
Discutir sobre a temática do sertão ( do clima semi-árido as tecnologias passiveis de uso pelos sertanejos)
Incentivar a leitura crítica reflexiva para que os estudantes se apropriem de discussões diversas nas práticas sociais.
Fomentar alternativas que possibilitem o uso de idéias argumentativas nas práticas de leitura e de escrita.
RECURSOS
• Data show
• Notebook
• Internet
• Pincel
• Copias de textos
• Sala de informática
• Pen driver
• Som
• Papel oficio
3. METODOLOGIA (DESENVOLVIMENTO)
1º MOMENTO 2 aulas
Após as diversas abordagens sobre as tecnologias adaptáveis ao semi-árido, em especial sobre este último aspecto, será entregue um texto, cujo gênero é um artigo de opinião que aborda a problemática da seca no sertão, no qual os alunos farão uma primeira leitura silenciosa, em seguida a leitura coletiva, depois partirá para uma discussão, colhendo as opiniões sobre o fato descrito no texto.
Neste primeiro momento trataremos de identificar o tema central, as informações explicitas no texto e as inferências que os alunos farão em relação ao fato e informações contidas no texto.
2º MOMENTO 2 aulas
Retomando as discussões anteriores do artigo de opinião da aula passada, os alunos produzirão (em dupla) 5 questões sobre as questões retratadas no texto.
Após a produção das perguntas os alunos farão a socialização das mesmas e serão reconstruídas e colocadas no quadro, com as devidas alterações.
Das questões construídas, faremos reescritas de 5 questões.
Após estas produções das 5 questões, colocaremos 3 alternativas a, b e c. Em cada questão.
3º MOMENTO 2 aulas
Neste momento, os alunos ficarão em dupla novamente e receberão as perguntas digitadas para fazerem um levantamento com os professores, funcionários e alunos da escola sobre a temática contida no questionário, serão entregue para a turma um total de 50 questionários com as mesmas perguntas para todos.
Segue abaixo o questionário coletivo dos alunos: vale lembrar que dos 50 questionários, retornaram para sala 49 .
QUESTIONÁRIO PARA LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA NO SEM-ÁRIDO DO NORDESTE BRASILEIRO. 8ª série A
ALUNO(A) ___________________________________________________________ DATA___/____/___
ENTREVISTADO: _____________________________________________________________________
1. O problema da falta de água no sertão, é uma questão:
a) ( ) política b) ( ) natural c) ( ) desinteresse da população.
2. Na sua opinião, os governantes se esforçam para resolver o problema da seca no Sertão nordestino:
a) ( ) apenas no período de eleição b) ( ) sempre tem atenção a esta sub região
c) ( ) Nunca se esforçam para resolver o problema da seca.
3. Das tecnologias abaixo, quais delas mais são utilizadas pelos agricultores que moram na área rural do Semi – árido.
a) ( ) grandes sistemas de irrigação que utilizam águas do subsolo nordestino.
b) ( ) cisternas, açudes, poços artesianos com bombas na maioria das vezes em ultrapassadas.
c) ( ) nenhuma tecnologia, nem artesanal e nem moderna.
4. Na sua opinião, houve muitas mudanças na vida das pessoas que moram nas roças longe das margens do Rio São Francisco.
a) ( ) as pessoas continuam abandonando suas terras em busca de melhoria em outras cidades.
b) ( ) as pessoas vivem bem, pois tem água para o consumo em casa, para os animais e para o plantio.
c) ( ) Vivem na fartura, pois agora tem a água da transposição do Rio São Francisco a disposição de todos que moram no semi – árido.
5. O que fazer para melhorar as condições de vida de quem mora na região do semi-árido onde as chuvas são escassas e a população não tem recursos próprios para irem a busca de melhorias?
a) ( ) Mudar para região que tenha chuva em abundancia.
b) ( ) Melhorar as políticas publica que realmente dê atenção ao semi – árido.
c) ( ) Continuar com está, pois já tem recursos suficientes no semi-árido.
Comentários: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4º MOMENTO: 2 AULAS
No referido momento cada dupla fará o levantamento quantitativo de pesquisado em cada alternativa, para em seguida irmos ao quadro fazer este levantamento geral por quantidade de alternativa respondida em cada questão.
Tivemos os seguintes resultados neste momento:
Na questão 1, que se refere a falta de água no sertão, dos 49 entrevistados
45 responderam que era uma questão política
2 falaram que era um problema da natureza
2 responderam que por causa do desinteresse da população
Na questão 2, referente aos esforços dos governantes para resolver o problema da seca dos 49 entrevistados tivemos o seguinte resultado 40 responderam que só tem esforços dos políticos no período de eleição.
4 que sempre tem atenção dos políticos para o semi – árido.
5 disseram que os políticos nunca se esforçam para resolver o problema da seca.
Já na questão 3, que era referente as tecnologias mais utilizadas pelos agricultores que moram na área rural do semi- árido, obtivemos as seguintes respostas.
16 pessoas que no semi- árido do sertão o homem do campo utilizam grandes sistemas de irrigação para usarem a água do subsolo.
30 responderam os agricultores da área de sequeiro utiliza as tecnologias como: açudes, cisternas, poços artesianos com bombas na maioria das vezes ultrapassadas.
3 entrevistados optaram por responder que não há nenhuma tecnologia, nem artesanal nem moderna.
Na questão 4, era em relação a mudança nas vidas das pessoas que moram o semi-árido brasileiro, sem muitas oportunidades. Que vivem longe das margens do Rio São Francisco. Que aconteciam com estas pessoas
29 pessoas disseram que as pessoas continuam abandonando suas terras em busca de melhoria em outros lugares e cidade.
14 responderam que as pessoas vivem bem, pois tem água para o consumo em casa, para os animais e para o plantio.
6 pessoas falaram que esta população vive na fartura, pois agora tem a água da transposição do Rio São Francisco a disposição de todos que moram no semi-árido.
A última questão (5) diz respeito ao que fazer para melhorar as condições de vida de quem mora na região do semi-árido onde as chuvas são escassas e a população não tem recursos próprios para irem em busca de melhorias.
6 responderam a solução era mudar para região que tenha chuva em abundancia
43 responderam que precisa melhorar as políticas pública que realmente dê atenção ao semi –árido.
Ninguém optou pela alternativa 3, de continuar como estava, pois já tem recursos suficientes no semi-árido.
5º MOMENTO
Tendo os resultados numéricos dos quantitativos de participantes por alternativa, houve ainda uma necessidade de fazer um levantamento em percentuais, para que os dados fossem mais coerentes na produção do artigo de opinião. Será utilizado a regra de três.
Após todos esses levantamentos será feito um debate sobre a opinião dos participantes.
Levantamento dos dados em percentuais.
Na questão 1, que se refere a falta de água no sertão, dos 49 entrevistados
45 responderam que era uma questão política
49 100%
45 X
49X= 45*100
X= 4500
49
X= 92%
2 falaram que era um problema da natureza
X= 4%
2 responderam que por causa do desinteresse da população
X= 4%
Na questão 2, referente aos esforços dos governantes para resolver o problema da seca dos 49 entrevistados tivemos o seguinte resultado 40 responderam que só tem esforços dos políticos no período de eleição.
X= 82% 4 que sempre tem atenção dos políticos para o semi – árido.
X= 8% 5 disseram que os políticos nunca se esforçam para resolver o problema da seca.
X= 10%
Já na questão 3, que era referente as tecnologias mais utilizadas pelos agricultores que moram na área rural do semi- árido, obtivemos as seguintes respostas.
16 pessoas que no semi- árido do sertão o homem do campo utilizam grandes sistemas de irrigação para usarem a água do subsolo.
X= 33%
30 responderam os agricultores da área de sequeiro utiliza as tecnologias como: açudes, cisternas, poços artesianos com bombas na maioria das vezes ultrapassadas.
X = 61%
3 entrevistados optaram por responder que não há nenhuma tecnologia, nem artesanal nem moderna.
X= 6%
Na questão 4, era em relação a mudança nas vidas das pessoas que moram o semi-árido brasileiro, sem muitas oportunidades. Que vivem longe das margens do Rio São Francisco. Que aconteciam com estas pessoas 29 pessoas disseram que as pessoas continuam abandonando suas terras em busca de melhoria em outros lugares e cidade.
X= 59% 14 responderam que as pessoas vivem bem, pois tem água para o consumo em casa, para os animais e para o plantio.
X= 29% 6 pessoas falaram que esta população vive na fartura, pois agora tem a água da transposição do Rio São Francisco a disposição de todos que moram no semi-árido.
X= 12%
A última questão (5) diz respeito ao que fazer para melhorar as condições de vida de quem mora na região do semi-árido onde as chuvas são escassas e a população não tem recursos próprios para irem em busca de melhorias.
6 responderam a solução era mudar para região que tenha chuva em abundancia
X= 12%
43 responderam que precisa melhorar as políticas pública que realmente dê atenção ao semi –árido.
X= 88%
Ninguém optou pela alternativa 3, de continuar como estava, pois já tem recursos suficientes no semi-árido.
X=0%
6º MOMENTO ( 2 AULAS)
Os alunos farão uma primeira escrita, ( servirá como conhecimento prévio ) sobre as polêmicas contidas no questionário. Os mesmos produzirão um texto colocando um título definido por uma das questões contidas no questionário, considerando as opiniões pesquisadas.
Esta atividade será recolhida, pois servirá de material para a produção do artigo de opinião
Escrita inicial da produção do artigo de opinião seguida de orientação da professora:
Aluno: Moisés Campos de Lemos ( você é o autor do texto. No gênero artigo de opinião seu nome deve ir logo abaixo do título, ok?)
Mudanças nordestinos ( Será que o título realmente chama a atenção do leitor? Você pode já deixar indicio de que questão polêmica irá tratar. Melhorar o título.)
Introdução ( primeiro parágrafo )
Ao longo do tempo, no sertão (falta algum conectivo ou informação) semi – árido as pessoas do sertão não agüentam mais a seca, eles pegam sua mala e segem rumo a cidade grande. Eles são chamados de retirantes.
Observações:
( Você iniciou bem a primeira linha da introdução, mas é preciso compreender o que significa esta expressão “ Ao longo do tempo,” que indicaria que algo vem ocorrendo há muito tempo. Logo em seguida vocês já muda a direção de sua introdução, descrevendo de forma breve a saída, primeiro usa “as pessoas) e logo em seguida, usa o pronome “ eles” . Portanto, deve ter também um pouco de atenção em relação a concordância. Assim sendo, vamos reescrever a introdução utilizando as informações contidas aqui na introdução e reorganizando-a, apenas melhorando a idéia. Cuidado também com ortografia. Vale lembrar, que nem no título e nem no parágrafo introdutório você deixou o leitor perceber a questão polêmica, faltou um pouco situar o local (no caso o sertão) e as características daquilo que irá falar. )
Segundo parágrafo
Os retirantes seguem indo para sul ou sudeste, poucos conseguem oportunidade que tanto sonhou, e outros não tem a mesma sorte.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações:
você iniciou o segundo parágrafo retomando o final do primeiro, em relação aos retirantes, estas retomadas são excelentes para continuar a idéia, porém faltou um pouco de justificativa, o porquê isto acontece, reveja a pesquisa feita na escola, na questão que trata desta discussão, assim você terá dados para falar sobre este assunto. Vamos lá?
Terceiro parágrafo
Na polêmica da falta de água, a maioria dos retirantes vão embora por causa disso. A professora e a nossa classe, fisemos uma porcentagens das questões que a professora elaborou e a que mais me chamou a atenção foi a falta de tecnologias no sertão, eu me pergunto, porque o mundo inteiro é cheio de prédios, casas, asfaltos, oportunidades de trabalho e muito desenvolvimento e todos os políticos se lembram de fazer isso tudo e não se lembram de melhorar o semi- árido?
Observações: Aqui você tem ricas discussões para ser desenvolvidas. É necessário definir que questão polêmica você quer tratar no seu artigo, você iniciou ( no primeiro parágrafo) sobre os retirantes nordestino, e agora ( no terceiro) você muda para a falta de tecnologias no sertão! A gente precisa definir o que iremos tratar. Outra coisa, lembre-se que semi- árido é o clima existente no sertão, os políticos dificilmente melhorará esta questão, pois é uma questão natural. O que os políticos podem e devem fazer, é melhorar as condições de vida das pessoas que moram no sertão, que tem como clima o semi – árido. Agora vamos definir a nossa questão polêmica, para adentramos nas opiniões favoráveis e contrárias? Boa produção...
Quarto parágrafo
Na minha opinião, ta na hora deles acordarem, e fazer alguma coisa antes que piore as coisas.
Observações:
Você iniciou bem, colocando uma expressão que introduz seu ponto de vista, no artigo de opinião é permitido, mas como não ficou clara a questão polêmicas nos parágrafos anteriores, aqui ficou também confuso. Primeiro: trata de quem a palavra “ deles” dos nordestino ou dos políticos e segundo: a repetição da palavra “coisas”. Vamos determinar o que seriam estas “coisas”?
Vamos reescrever por partes, primeiro analisar os dados levados e definir a questão polêmica? Quais as opiniões a favor e contra. Tendo posse dessas informações assim iniciaremos a introdução.
ANÁLISE DO TEXTO
2. COMENTANDO SOBRE O NORDESTE
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações1º PASSO: ( Será que sugere uma questão polêmica, uma vez que você ira “ comentar? Vamos pensar em um título que chame mais a atenção do leitor para um assunto polêmico, você já pode direcionar a polêmica logo no título se assim preferir.)
Lembre-se que a estrutura do gênero artigo de opinião: primeiro o título e em seguida o nome do autor, caso o seu como aluna.Como você escreve, ficaria assim:
COMENTANDO SOBRE O NORDESTE
( L.S.)
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Introdução: ( 1º parágrafo)
A falta de água no sertão e um problema muito grande, por isso não temos muito recursos muitos trabalhos na região do nordeste a seca e muito grande mas pra melhora o problema com essa tão famosa seca os homens criaram tecnologias avançadas como: par, inchadas, rastelos, porcos, dornas e sisternas e várias outras tecnologias mas mesmo assim o problema continua e os trabalhadores vão trabalhar fora do nordeste para conseguir melhores resultados com seus trabalhos e garantir melhor o futuro de sua família, mais quem não gosta de nada disso e os moradoras dessa reigião dizem que os nordestinos estão roubando suas chances de trabalho mas eu não diria isso.
OBSERVAÇÕES:
Você, como os demais, trata sobre o problema da falta de água no sertão, isto é um ponto favorável no seu texto, mas precisamos organizar melhor suas idéias dentro do texto, porque se não ficará parecendo um amontoado de palavras justapostas e sem uma organização coerente e coesa.
2º : Você fez um texto sem separar as idéias em parágrafos;
3º : Iniciou falando sobre a falta de água ( iniciou bem) porém de situou o leitor do que realmente iria tratar a sua questão polêmica. Repetiu bastante algumas palavra como: muito ) em um curto espaço de linhas.
4º: deve ter cuidado com a ortografia e concordância, são fundamentais e em textos opinativos.
5º: Você disse que os homens criaram tecnologias avanças. 1ª pergunta: que são esses homens? E 2ª pergunta: enxada, rastelo pá etc.: são realmente tecnologias avançadas nos dias atuais?
6º Você não colocou os pontos favoráveis e contrários que você tinha em relação a pesquisa feita.
7º No final, você se posicionou de forma indireta, sem utilizar expressões que indique o seu ponto de vista, bem como os seus argumentos, pois estes faltaram no texto.
8º Não finalizou seu texto, com uma consideração que contribuísse para a discussão da questão polêmica.
Vamos fazer a 1ª reescrita?
ANÁLISE DO TEXTO DE (L.)
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
3. A FALTA DE ÁGUA E AS TECNOLOGIA NO SERTÃO
OBSERVAÇÕES:
As tecnologia, (“as” é o artigo no plural que deve concordar co substantivo “tecnologia”, portanto deve ficar assim “ AS TECNOLOGIAS”OK? Outra questão deve ser considerada aqui no se título “ A falta de água e as tecnologia no sertão” pergunto: falta água e falta tecnologia, ou é a falta de água junto as tecnologias existentes? É preciso rever o título, bem como criar um título que chame a atenção do leitor em relação a polêmica a ser abordada em seu texto.
Deve colocar o título e logo abaixo o nome do autor ( no caso o seu nome completo)
1º parágrafo
A falta de água no sertão ta problematica algumas pessoas acha que e problema político outras acham que são as pessoas que. Não tem cuidado e a tecnologia ta se avansando no sertão muitas pessoas acham que no sertão não sera capaz da tecnologia ser avansada na região do semi – árido e muito mais populoso no maranhão vivem mais de 18 milhões de pessoas sendo 8 milhões na area rural no sertão chove mais de 1000 milímetros de água e na pior das secas chove pelo menos 100 milímetros e o suficiente para ter água de qualidade a uma família.
( L.P.S.)
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações:
1. L.P.S, você tem um assunto bem interessante e polêmico a ser tratado em seu artigo de opinião que é a falta de água no sertão. Vale lembrar, que falta de água é diferente de seca no sertão, pois como a pesquisa nos mostrou, a seca é um fenômeno natural não temos muito a fazer para resolver, faz parte do clima semi-árido, já a falta de água pode ser contorna se houver políticas publicas que dê condições de resolver esta problemática.
2. Você iniciou seu texto sem criar um parágrafo, seguido assim pelo texto inteiro, inclusive sem pontuação, especialmente das virgulas.
3. Também deve ter cuidado com a ortografia e com a concordância.
4. Iniciou falando sobre a falta de água ( iniciou bem) porém não situou o leitor do que realmente iria tratar a sua questão polêmica. Repetiu bastante algumas palavra como:tecnologia e avançando em um curto espaço de linhas.
6º Você não colocou os pontos favoráveis e contrários de forma clara com argumentos convincentes que você tinha em relação a pesquisa feita.
7. Os dados que você colocou referente ao Maranhão são de que fonte?
8. No final, você não se posicionou enquanto articulista do texto, sem expressões que indiquem o seu ponto de vista, bem como os seus argumentos, pois estes faltaram no texto.
9. Não finalizou seu texto, com uma consideração que contribuísse para a discussão da questão polêmica. Vamos fazer a 1ª reescrita?
(KTRS)
A falta de Água no Sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: você colocou um título bem polêmico, porém quase todo mundo fez desta forma, portanto vamos usar a criatividade e pensar em algo que já estabeleça logo de inicio uma questão problematizadora. Outra coisa, se colocou as letras com maiúsculas deve colocar em todos os substantivos, não precisa nas preposições ( de / no).
1º Parágrafo
No Artigo de opinião as pessoas ou maioria delas dizeram que a falta de Água no Sertão era uma questão natural e outras dizeram que eram uma questão política, eu acho que é uma questão natural, por que está relacionado, com clima, onde é que a região se posicionada.
Observações:
1. Você fez o recuo do parágrafo, parabéns por isso, porém você já iniciou falando de algo que o leitor não irá ter uma compreensão clara. Primeiro: que artigo você está falando? Nós ainda não fizemos o artigo, apenas levantamos dados para a futura produção de um.
Aqui na introdução, você precisa situar o leitor daquilo que você irá tratar no texto, situando o assunto e o lugar de será tratado, para somente depois falado.
2. Será que a falta de água é realmente uma questão natural? Ou a seca que é uma questão natural? A seca a gente não tem muito o que fazer devido ao clima “semi- árido”, mas a falta de água pode ser resolvida é uma questão de planejamento das políticas publicas de nosso país em criar condições humanas e tecnologias que resolvam o problema da população do Sertão.
2º Parágrafo
As pessoas dizem que é questão política, por que o governo não constrói cisternas, ou outros projetos que, Acabam ou tentam minimizar, a falta de Água no Sertão.
Observações .
- Cuidado com a pontuação, virgula separando sujeito do predicado. Desenvolver mais as opiniões das pessoas.
- No 1º parágrafo, você colocou rapidamente a posição de algumas pessoas achava que era uma questão natural, logo em seguida você se posicionou e agora, no segundo parágrafo, você coloca opiniões de pessoas que acham que uma questão política. (Você deve situar o tema, o local que você irá falar e a questão polêmica, depois colocar os pontos a favor e contra em relação ao tema, inclusive situando o leitor de como você conseguiu as informações, somente no terceiro ou quarto parágrafo que você deve colocar seu ponto de vista seguido de argumentos convincentes.
Os governo hoje fazem projetos como a Água para todos. só que en outras regiões isso não Acontecem. O clima da Região que é muito sua, Ás vezes não ta, nem pra plantar, frutos ou verduras, como morango, uva, maçã, mais com alguns projetos, que são desenvolvidos pelo governo, isso pode mudar, por que a terra fica úmida, i que alguns cantos, da Região semi – árido, plantam até maçã, mais são só alguns Estados no nordeste i que também tem projetos sustentáveis.
Observação: Você tem bastantes informações, precisa organizá-las melhor no texto. Deve ter cuidado também com a concordância e com a ortografia. Cuidado para misturar letras maiúsculas com minúsculas.
Como esse assunto, agente Aprende muito, como o governo está, tentando melhorar, o país em que moramos que é o Brasil, porque se não, pessoas, nordestinos, vão para outros estados, para trabalhar, por que no sertão, não tem muito trabalho por causa da falta de Água no sertão.
Observação: A gente é usado separadamente. O local você ficaria melhor ter situado no inicio do texto. Vamos fazer a 1ª reescrita.
5. ANÁLISE DO TEXTO (M.)
A falta de água no sertão
Autor?
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: será que este titulo é sugestivo e chama a atenção do leitor? pois a falta de água no sertão não uma novidade para ninguém. Vamos pegar este tema “ A falta de água no sertão” e vamos criar um título que chame a atenção do seu leitor! Inclusive que indique o há de polêmico no seu tema. Logo abaixo do título,fica o nome do autor, ou seja, o seu nome. OK! Então vamos pensar um título que chame bastante atenção.
A falta de água no sertão pode ser por causa de uma questão política, problema da natureza, da população. Quais dessas opções é melhor? esse fica ao nosso critério. Com uma pesquisa entrevistando os alunos e professores no colégio deu a conclusão de 92% das pessoas responderão que era uma questão política, 4% responderão que era um problema da natureza é 4% por causa do desenteresse da população. Lá é o local que chove menos, que é no sertão não é por causa da questão política a política ta bolando sisternas por causa da falta d´agua . que não é nem por causa da natureza e nem da população.
Observações:
Você iniciou bem sua introdução, precisando de algumas justificativas, mas não separou suas idéias em parágrafos e nem desenvolveu – as , misturou que era a favor com que era contra, não deixou clara a questão polêmica e onde foi feita a pesquisa, situando o local. Faltou se posicionar e colocar seu ponto de vista seguido dos seus argumentos.
Deve ter cuidado com ortografia e concordância e o tempo do verbo (responderão é futuro e não passado, passado usa-se “responderam”) ok!
6. TEXTO DE ANÁLISE : PRISCILA AMARO – FALTOU COLOCAR UM TITULO SUGESTIVO
As condições de vida no semi – árido não são muito boa. Por que a seca é de mais as família não tem recursos próprios pare irem em busca de melhorias
Precisa melhorar as políticas que não tam nem ai pra essas família precisa melhorar assim não dar. A falta de água no sertão e de mais os políticos não tam nem de eles presiza melhorar muito mais essas precisa de água as políticas aparece no período de eleição. Tecnologias mais utilizadas pelo agricultores que moram na área rural do semi – árido, com essas tecnologias tudo melhora por que agricultores trabalho bem menos. O homem do campo utilizam grandes sistemas de irregação.
OBSERVAÇÕES:
Você tem boas idéias, fez uma boa introdução, situando o leitor daquilo que Irá abordar, mas é preciso melhorar sua justificativa indicando sua questão polêmica.
Precisa ter cuidado com os parágrafos, com as ortografias e concordância.
Colocar as opiniões a favor e contra, considerando de onde foi colhida a informação colocada.
Após este parágrafo, coloque o seu ponto de vista colocando seus argumentos.
7. ANÁLISE DO TEXTO DE ( B. S.)
Faltou o título? Crie um título interessante, que chame a atenção do leitor.
O nome do autor fica logo abaixo do título.
Bom na minha opinião o que mais venho afetando os moradores do sertão é a fauta de água.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: Você iniciou seu texto já dando seu ponto de vista, sua opinião. Neste momento você deve fazer uma introdução, indicando o contexto que irá falar, colocando também sua questão polêmica e justificando-a. de ter cuidado com a pontuação e a ortografia.
Os culpado é simplesmente os políticos que só promete na época da eleição, quando passa as eleições nem se lembra que existem moradores no sertão.
Observações: cuidado com a concordância (os culpados; os políticos prometem), você deve colocar as opiniões a favor e contra em relação a esta questão, veja os dados levantados pela turma. Melhorar os parágrafos e as idéias contidas neles.
Mas tem alguns que cumpri com as suas promeças trazendo, carro pipa, fazendo cisternas e enfim.
Enfim o quê? Você continuou a idéia do parágrafo anterior, mas falta mais argumentos que retrate aquilo que você está falando.
O avanços tecnologicos é a salvação para muitos, como falei tem várias formas de irrigação lembrando que, os trabalhadores dependem das tecnologia avançada.
Aqui neste parágrafo, você introduziu o avanço tecnológico sem fazer uma relação antes com o problema da falta de água. Vamos observar estas questões? Cuidado mais uma vez com a concordância.
Bom na verdade com as tecnologias de hoje não vai mais haver problemas com a fauta de água no sertão.
Essa é a minha opinião.
E qual é a sua opinião? Quais foram os seus argumentos? Você precisa se posicionar contra ou a favor, fazendo a argumentação coerente.Ok
(B.S.M)
8. ANÁLISE DO TEXTO DE( F.S.J.B.)
Questoes no Semi arido nordeste do Brasil.
Observações: que questões são essas no semi – árido? Será que este título chama a atenção do leitor? Dá indicio qual é a questão polêmica?o
Primeiro o título e embaixo o nome do autor.
Vamos começa? Numa pesquisa feita por alguns alunos do Colégio Dom Avelar Brandão Vilela.
Sobre a falta de água no sertão nordestino descobriu-se 92% acha que isso era política 4% respondeu era problema natural e 4% respondeu que era por causa do desenteresse da população. Bom podemos percebe que a maioria das pessoas não estão feliz com esses problemas que aqui falamos por isso temos que ir atrás do que queremos e muitas pessoas vão atrás mas em outras regiões por exemplo Sul – Sudeste e centro oeste.
as vezes dá certo em outras vezes não e voltam o nordeste em busca de uma esperança que eles perderam na região. Por causa disso nos temos que busca recursos. Tem também o preconceito com os nordestinos e outras coisas mais.
Observações: Você começou bem, chamando o leitor para começar? Em seguida foi situando o leitor daquilo você iria falar, porém fez, logo em seguida, uma rápida abordagem sobre esta pesquisa não situando a questão polêmica e justificando porque iria falar. Misturou as opiniões a favor e contra. Poderia ter desenvolvido um pouco mais.
muitas vezes as pessoas do nordeste Se destacam entre outras nós temos advogados, juises, cantores, apresentadores, deputados. Será que vai ter vergonha de dizer que er nordestino?
Observações:
Precisa ter cuidado com a estrutura do parágrafo, das pontuações e da ortografia, bem como da concordância.
Você precisa se posicionar enquanto articulista dando seu ponto de vista e argumentos convincentes para não dar margens a contra argumentação.
No final, você mudou a direção do seu texto, criando uma outra temática diferente da que foi iniciada.
Você tem boas idéias, é preciso organizá-las melhor.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
9. ANÁLISE DO TEXTO DE ( J.D.)
Responsabilidades Se Cumprem...
Hoje um problema comum no semi – árido vem sendo relatado, hoje muitas pessoas vivem sem água no sertão, alguns acham que é a própria natureza que não é abtada ao semi – árido. Mais a grande maioria acham que é um problema político, que dar ser tratado, pelo governo e debater com as pessoas.
Observações: Você iniciou sua introdução bem, apesar de ter algumas repetições, oderia ter situado melhor sobre o que você iria abordar, inclusive deixar claro sua questão polêmica, antes de tratar das opiniões a favor e contra.
Na minha opinião também acho que é um problema político, porque quando é tempo de eleição, eles prometem várias coisas, e uma delas é mudar a questão de falta de água. Quando ganham a eleição, pessoas esperam que cumpram com suas promessas, mais se vão relatar a questão, enventam algo como: não tempos verba ou temos outros problemas mais importantes a fazer. Minha opinião é essa, acho que é um problema de todos e que deve ser tratado. Hoje já foram enventadas várias tecnologias para esse problema, mais como a maioria dos políticos não se importam, não se preucupam em usar e deixa o problema na mão do povo, que como não tem na maioria recursos, o problema cresce cada vez mais, hoje existem cisternas, poços, lagoas e rios. Mais as águas dos poços as vezes são sujas e as cisternas não são usadas por todos porque não tem dinheiro para fazer e muitas vezes para encher de água, quando o governo não manda.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações:
Você dividiu seu texto em apenas dois parágrafos: um pequeno e outro muito grande.
Neste último, você precocemente, já deu sua opinião ( muito boa por sinal) mas poderia ter deixado para o final com sua argumentação, inclusive soube usar o conectivo que introduziria seus argumentos ( porque), mas teve um pouco de repetições, alguns problemas de ortografia. Faltou também um fechamento interessante.
Vamos fazer a reescrita?
10. ANÁLISE DO TEXTO DE(T.A.)
De quem é a culpa? Política, Natureza ou população?
Observações: Parabéns pelo seu título! Ficou bem sugestivo e chama bastante atenção do leitor. Agora no lugar da primeira interrogação você deveria colocar dois pontos. “ De quem é a culpa: Política, Natureza ou população?”
1º Parágrafo ( introdutório)
A questão da falta d’água no sertão referese ao governo onde os alunos do Dom Avelar, fizeram uma pesquisa que mostra, 45 pessoas intrevistadas responderam que era uma questão política, 2 pessoas falaram que era problema da natureza e também 2 pessoas responderam que por causa do desenteresse da população isto ocore.
Observações: Você colocou as informações contidas na pesquisa, muito bem e separou também as idéias em parágrafos, mas é preciso organizá-la melhor no texto e ter cuidado com a ortografia para que fique claro a tese que irá abordar, ou seja, situar o leitor do tema polêmico, justificar porque está considerando a questão polêmica e o local que irá falar ( no caso você colocou primeiro o sertão e a escola Dom Avelar) portanto, pode iniciar pela escola.
Exemplo sugestivo: Os alunos da Escola Dom Avelar, escola situação na cidade Juazeiro – BA, Sertão nordestino, fizeram uma pesquisa, na qual tratava sobre uma questão bastante ...... e assim você vai situando o leitor daquilo que você irá abordar. Ok?
Outra sugestão: Sertão nordestino, famoso por ter cabras valentes, povo forte e destemido, mulheres de fibra e um sol quente, característico do clima “ semi- árido,” neste cenário tem um ponto ....
2º parágrafo
Pessoas dizem a falta d’água é um problema rasuavel , mas isso e por que eles não infrentam este assunto, para mim esso é uma questão responsavelmente, ao governo, pois poderiam fazer uma infra-estrutura e reservar a água para os moradores também pode haver sisterna, assudes e entre outros, os políticos acham que é so mandar 2 ou 3 carros pipas pois do mesmo jeito que os governantes prescisam da água, os moradores também prescisam.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: Você pode melhorar este parágrafo, colocando realmente a opinião favorável e contra das pessoas pesquisadas como você citou no primeiro parágrafo, após esta colocações é que você coloca seu ponto de vista, incluindo seus argumentos referente ao seu posicionamento em relação ao tema, observe alguns vocábulos e vejam no dicionário como escrever. Com relação a palavra mim (deve ser usada sempre em final de frase separada por virgula ou ponto final. “ para mim, isso é ...”
3º Parágrafo
As condições não são lá estas coisas principalmente quando se refere a água, uma questão delicada onde muitas pessoas sofrem e os prejudicam cada vez mais.
11º ANÁLISE DO TEXTO DE ( P.H.)
água do sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observação: Será que este título chama a atenção do leitor em relação ao que você irá tratar na questão polêmica? Veja a escrita, lembre-se que em inicial deve ser com letra maiúscula e a palavra sertão também. Primeiro coloca o título e embaixo o autor, no caso o seu nome completo.
1º Parágrafo
a água no sertão Quando fauta eles tem que ir muinto longe para pegar água as vezes Quando não chove a preveitura manda auguns carros pipas para incher as cisternas.
Observações:
Vamos organizar suas idéias sobre o que você irá falar, deixar claro para o leitor daquilo que você pretende colocar a par em relação ao tema. Você colocou que “ eles tem que muito longe” quem são “eles? Você já tinha falado antes sobre alguém para retomar usando este pronome?
Ao iniciar um parágrafo deve iniciar com a letra maiúscula, quando estiver no meio de uma frase não deve usar letra maiúscula, exceto em casos específicos como os nomes próprios, região ou para enfatizar algo realmente importante.
Deve ter cuidado com a ortografia, procure o dicionário e veja como escreve as palavras destacadas.
2º parágrafo
o povo no sertão de pende muinto da água para tomar banho, para lavar as panelas, cosinhar o feijão e o arroz, para beber e etc.
Observações: você articulou bem a serventia da água só que faltou uma justificativa mais coerente, que convencesse o leitor com mais propriedade. Neste parágrafo também requer um cuidado com o inicio, usar letra maiúscula, e ter o cuidado com a ortografia.
3º parágrafo
as pessoas falaram que esta população vive na fartura pois agora tem água a disposição de todas moram no semi arido.
Observações: “ as pessoas falaram” que são estas pessoas? Melhorar as idéias nos parágrafos desenvolvê-las melhor.
4º parágrafo
augumas pessam Que a solução era mudar para uma região que tenha chuva em abundancia.
Observações: por que estas pessoas pensam assim? Você deve colocar opinião contra e a favor. Por fim, se colocar como articulista, ou seja, dando seu ponto de vista e se posicionando com argumentos convincentes. tenE por último, fazer uma conclusão das idéias tratadas no seu texto.
12ª ANÁLISE DO TEXTO DE (B.C.)
Falta de água no Sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observação: Será que este título chama realmente a atenção do leitor?
Em um artigo de opinião, primeiro vem o título e logo abaixo o nome do autor, no caso o seu nome completo.
1º parágrafo
A falta de água no sertão é uma zona rurais do nordeste abastecida em qualquer região ...
Observação: “ A falta de água é uma zona? Não entendi, procure saber o significado de zona nos diferentes contextos, aqui ficou impróprio o termo zona deixando seu texto confuso, sem ter conexão com o resto da frase. Veja que no primeiro parágrafo você de deve introduzir sua tese, no caso a questão polêmica, situe o leitor daquilo que você irá falar, situando também do local que você irá levar em consideração na questão polêmica.
2º parágrafo
Eles é uma captação de água e chuva mais são as sisterna técnica que seleciona a melhor qualidade de água na humanidade.
Observação: em primeiro lugar, que são “ eles”? “ cuidado com a concordância” eles são e não eles é; as cisternas e não as sisterna. Este parágrafo ficou sem sentido quem é a captação de água e chuva, a chuva também não é água? Esclarecer com mais propriedade. Você começa a falar da zona rural do sertão, depois cria uma dá um pulo para HUMANIDADE. Reveja e reescreva com mais cuidado.
3º parágrafo
Algumas pessoas passa por muito ... de problema como a falta de água eles que água para trata da alimentação pós sem alimentação passam fomer eles querem água para bebé e também para toma banho e muita outra coisas sem falar para molhar as plantas. Pra depois vender.
Observações: cuidado com a ortografia e concordância, bem como o uso da virgula, aqui você já deve ter as opiniões favoráveis e contrárias, considerando a pesquisa feita.
4º parágrafo
Milhares de pessoas passa por favor no semi – árido também muito suficientes que tem recursos. nA população vive na fartura pois tem a água do rio são francisco que transposição do rio.
Observação: aqui você fez uma confusão referentes as questões polêmica, pois você não tinha citado a questão da transposição do rio anteriormente, e agora você fez uma colocação sem um preparo prévio.
5º parágrafo
As tecnologia, nem artesanal nem moderna o problema da seca os políticos nunca se esforçam para resolver o problema de água
Observação: aqui você coloca outro assunto a ser tratado que não foi abordado anteriormente.
13ª ANÁLISE DE TEXTO DE BÁRBARA ( B.L.L.F.)
Falando sobre o semi – árido
Observações: será que o título do seu texto chama a atenção, sugere a questão polêmica?
O semi- árido fala muinto sobre a seca do sertão,fala também sobre a questão polêmica que é a falta de água que muintos falam que é o desinteresse da política, e já outros falam que é a população. Eu penso que a gente devemos ver quê é política eu faria mais para o semi-árido. Se eu fosse política eu faria várias, cisternas para que a já água ne cada casa porque eles estão muito preucupados sobre esta polemica. E os dezenvolvimento da população e muito útil porque eles dezenvolve avanços tecnológico como vários trabalhos que eles fizeram vários invensão como poços e canais que vão água para as suas casas, para a plantação, para os animais e etc.
Eu faria a mesma coisa pois eu me preucupo com eles que vivem lá.
Observações: você iniciou dizendo que o semi- árido fala muito sobre a seca do sertão, como assim? O semi – árido fala? Veja que você primeiro tem que falar uma rápida identificação sobre aquilo que você irá tratar, bem como situar o espaço em que o tema está sendo desenvolvido. Em seguida deve criar parágrafos com as opiniões e argumentos de pessoas a favor e contra , para que seu texto tenha sustentabilidade, foi por isto que fizemos aquela pesquisa. Após todos esses aspectos, você irá se posicionar em relação questão polêmica, contra ou a favor, introduzindo seus argumentos com conectivos que iniciam a defesa de suas idéias, portanto não é interesse se colocar logo no inicio do texto. Vivem lá, onde? Você deve organizar a estrutura do texto, criando parágrafos e uma boa estética para o formato do gênero artigo de opinião, deve ter cuidado com a ortografia e a concordância pontos fundamentais na escrita. Portanto, mãos a obra...
14º ANÁLISE DO TEXTO ( W.)
A importância do semi – árido
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observação: Vamos tentar um título que seja mais sugestivo para a questão polêmica?
A falta de água no sertão e a grade polêmica por falta de emterece dos políticos as pessoas que moram no sertão estão passando por grandes dificuldades e por não ter nem um sistema de tecnologia para conseguirem água para o seu uzo e para as plantações e para os animais são oprigados a siretirar do seu lugar para ir mora nacidade para não morem de fome e as política não estão nem ai para as pessoas que moram no semi – árido só que saber das pessoas que votas e vem com um monte de promessas falssas com muitas ilusão.
em tão um grupo de jovens do colégio dom Avelar fizerao uma pesquisa e muitas pessoas respondero que a falta de responsabilidade e a falta de emteresse dos políticos sobre a falta da água no sertão e uma imjustisa. É os políticos presiza da atenção al semi – árido e al povo que mora no certão e precisa melhorar as políticas e da mais atenção ao semi- árido e as pessoas umildes.
Observações: vamos fazer um parágrafo introdutório, situando a o que você irá falar, que local será abordado, em um outro parágrafo colocar as opiniões das pessoas que são favoráveis e das pessoa que contrarias, sempre argumentando suas idéias. Criar mais um parágrafo para situar seu ponto de vista e com seus argumentos, se colocando contra ou a favor. Não esqueça do conectivos que introduzem argumentos e expressões que marcam sua opinião.
Cuidado com a estrutura do texto, como: ortografia, concordância, a estrutura dos parágrafos e a estética do texto. Cuidado também com letra maiúscula e minúscula.
15ª ANÁLISE DO TEXTO ( S.S.)
A água no sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: Vamos fazer um título que chame mais a atenção e dê indicio de qual polêmica será tratada.
A falta de água no sertão, concerteza é uma questão da política , os políticos infelismente só dão esfoços perto das eleicão.
Observações: você já inicia seu texto afirmando sua opinião, na verdade, neste primeiro parágrafo é para introduzir suas idéias e justificativa e situar o tema e lugar no qual você irá falar. Vamos fazer a reescrita?
Uma pesquisa feita pelos os alunos do colégio Dom Avelar afirmaram que os moradores do bairro João Paulo II acha que a falta de água no sertão é política, 92% acharám que era um problema político ,já os outros 4% responderam que era desinteresse da população. a minha opinião é que a política que a política deveria se enteresar mais na falta de água , mais a natureza tanbém tem a sua passela de culpa no cartorio , pois o semi- arido no sertão, não tem muita ajuda da natureza, com a tecnologia os políticos poderia cem nenhum problema ajudar, hoje já eziste sistema para marzenar água,a prefeitura acha que se mandar carro pipa para os nordestino. Vai melhorar a falta de água no sertão , os moradores do sertão estão sofrendo cada vez mais com essa falta d’água. e os políticos não estão nem ai pra eles . o sertão sofre muito com isso.
Observação: você iniciou relativamente bem, agora poderia ter desenvolvido melhor as informações contidas na pesquisa, sempre colocando argumentos que convençam seus leitores, você só deve se posicionar depois de ter estabelecido a questão polêmica, opinião a favor e contra, por último você se posiciona e inclui palavras que introduzem os argumentos. Cuidado com a ortografia, com a concordância e com as idéias e a organização dos parágrafos.
7º MOMENTO ( 2 AULAS)
De posse dos dados, agora faremos uma rápida abordagem sobre o gênero artigo de opinião para que os alunos se apropriem das características do texto em questão, vale lembrar que no planejamento de língua portuguesa será trabalhado este gênero na quarta unidade, por isso terei que antecipar essas características. )
Para tanto utilizaremos o texto que foi colocado na avaliação da 2ª unidade, pois tem todos os aspectos destinados ao gênero, sem contar servirá como forma de revisar as discussões contidas na avaliação bimestral.
Campos Altos: uma cidade para todos?
Produzido por: João Paulo de Oliveira
A região Nordeste do Brasil é a mais pobre do país e a mais castigada pelas condições climáticas, que provocam catástrofes, como a seca. Em decorrência disso, ocorre um grande processo de migração dos nordestinos para as regiões mais desenvolvidas, como as regiões Sudeste e Sul.
Um bom exemplo desse processo ocorre em Campos Altos, em Minas Gerais, cidade
de 14.000 habitantes, situada entre campos e montanhas, no Circuito da Canastra e conhecida por abrigar Nossa Senhora Aparecida, no segundo maior Santuário do Brasil.
Esse processo migratório ocorre em época da colheita do café, quando o município recebe um acréscimo de aproximadamente 4.000 nordestinos.
Entretanto, esse fato vem causando uma enorme polêmica, pois os moradores da cidade que trabalham na zona rural alegam que os nordestinos estão reduzindo suas chances de trabalho, conseqüentemente provocando quedas nos salários, uma vez que os nordestinos trabalham por salários mais baixos, e ainda contribuem para um crescente aumento dos índices da violência, segundo alguns moradores. No entanto, a Policia Militar afirma que o aumento da violência na cidade é insignificante, não chegando a 10%, o que realmente aumenta é o trabalho policial preventivo para evitar possíveis delitos.
Mas, segundo os nordestinos, é de suma importância essa migração, porque eles estão situados em uma região que não é propícia para a agricultura, uma vez que o único produto em abundância é a mamona, por ser mais resistente ao calor.
Além do mais, o preço do dia trabalhado é relativamente baixo. Enquanto recebe na faixa de R$ 50,00 por dia em Campos Altos, no Nordeste esse valor cai para R$ 12,50, e quando há serviço.
Além disso, os produtores campos-altenses afirmam que a quantidade de trabalhadores da cidade não é suficiente para a colheita, a qual seria feita fora de época correta, ocasionando um imenso prejuízo, pois prejudicaria a safra pendente e também a florada do próximo ano.
Já os comerciantes que contam com aumento significativo das vendas comemoram a presença dos migrantes e incentivam a vinda deles.
Do meu ponto de vista, parte da população da cidade está equivocada, pois está explícito na Constituição Federal que todo cidadão tem o direito de ir e vir em todo o território nacional, e, além do mais, o Brasil não é somente para alguns, mas para todos os brasileiros!
1º O título é sugestivo, chama a atenção do leitor?
2º Colocou o leitor a par da questão polêmica?
3º O articulista tomou uma posição?
4º Levou em consideração os pontos de vista dos adversários para construir seus argumentos, como, por exemplo: “ muitas pessoas são favoráveis à construção de uma fonte, afirmando que ela embelezaria a cidade, porém...?
5º Usou expressões que introduzem os argumentos, como “ pois”, “porque”, ?
6º Usou expressões para introduzir a conclusão, como: “ então”, “assim”, “ portanto”?
7º Concluiu seu texto reforçando a sua posição?
8º Verificou se a pontuação está adequada?
9º Lembrou-se de iniciar com letra maiúscula os nomes próprios, o inicio de parágrafos e após o ponto final ...?
10º Introduziu –a com expressões como: “ penso que”, “na minha opinião”?
Vale lembrar que estas questões também servirão para as produções feitas em sala de aula.
Após a discussão deste texto, será colocado em data show alguns aspectos do gênero, inclusive texto do próprio aluno para trabalharmos a reescrita.
8º MOMENTO: 2 aulas
Os alunos receberão de volta a escrita inicial, com as observações necessárias, será chamado aluno por aluno para as possíveis dúvidas e iniciar a reescrita.
Irão fazer quantas reescritas forem necessárias, até a conclusão do artigo de opinião.
1ª REESCRITA DO ARTIGO DE OPINIÃO.
TÍTULO: ______________________________________________________________________
AUTOR: ______________________________________________________________________
INTRODUÇÃO SITUANDO O LEITOR DA QUESTÃO QUE SERÁ ABORDADA. ( PODE SER DE UM A DOIS PARÁGRAFOS)
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
NOS PRÓXIMOS PARÁGRAFOS: EXPOR AS OPINIÕES A FAVOR E CONTRA ( PESQUISADA NA ESCOLA) EM RELAÇÃO A QUESTÃO POLÊMICA ESCOLHIDA. PODE SER UM PARÁGRAFO PARA CADA OPINIÃO OU UM PARA OS DOIS.
________________________________________________________________________________________
AQUI VOCÊ IRÁ COLOCAR SEU PONTO DE VISTA, SE POSICIONANDO CONTRA OU A FAVOR EM RELAÇÃO A QUESTÃO POLÊMICA, USANDO PALAVRA QUE INTRODUZAM OS ARGUMENTOS, ARGUMENTOS ESTES DEVEM SER CONVICENTES.
_____________________________________________________________________________________
AQUI, VOCÊ FARÁ UMA RÁPIDA CONCLUSÃO, COM SUAS CONSIDERAÇÕES E SUGESTÕES DE COMO RESOLVER O IMPASSE POLÊMICO.
___________________________________________________________________________________
DISCIPLINA: _________________________________________________
PROFESSORA: _______________________________________________
DATA: ___ /_____/______ SÉRIE/ANO _________ TURMA________
“ A prática de Lê é adquirida com a leitura, bem como a prática de escrever!”
Nazarete Mariano
BOA SORTE!
9º MOMENTO: 2 AULAS
Os alunos socializarão com a leitura em sala de aula, dos artigos produzidos, em seguida iremos ao laboratório de informativa, onde cada aluno digitará seu texto para ser postado no blog da escola.
PROBLEMAS QUE DEVEM SER CUMPRIDOS PELOS POLÍTICOS
AUTORA: (J.D.F.)
Todos sabemos que a questão polemica de uma região semi-árida do nordeste ,é quase sempre a falta de água,e que nem todas as pessoas conseguem lidar com esse problema ou ao menos conseguir resolve-lo.
Como já vimos em questões anteriores,é que na maioria,as pessoas acham que é uma questão política a falta de água no semi-árido,e que deve ser tratado pelos políticos da região,porque como as pessoas mais pobres não tem muitos recursos para criar oportunidades de melhoras,como por exemplo:tecnologias mais avançadas que sirvam para ajudar no dia-a-dia,a prefeitura deveria ajudar com algo que sirva para todos.
Na maioria das vezes é que nem todos ligam para o problema,tanto os políticos,tanto as pessoas que moram na região. Os governadores da cidade do sertão,na maioria da vezes tentam ajudar só em tempo de eleição,e assim mesmo com poucas coisas,como por exemplo:carros pipas para encher cisternas,colaboração de dinheiro e entre outras coisas,mais,sempre poucas.
Mas há pessoas que ainda ligam para problema ,tentam conseguir algo a mais,já os que não ligam se contentam com o pouco de água que lhes oferecem.
Varias pessoas já sabem de tecnologias que podem ajudar,umas caras e outras não,as pessoas mais pobres usam tecnologias,mas comuns que são usadas por muitos na região,como,cisternas,lagos,poços,cacimbas e entre outros.Já os com mais dinheiro usam coisas mais caras como por exemplo:bombas que puxam água de rios,regadores,maquinas e entre outras.
Nordestinos: retirantes do Sertão
autor: ( M.C.S.)
Ao longo do tempo no Sertão semi-árido as pessoas do Sertão não aquentam mais a seca, pegam sua mala e seguem rumo a cidade grande. Essas pessoas são chamadas de retirantes. Seguindo para sul ou Sudeste, por causa da seca, poucos conseguem a oportunidade que tanto sonhou, outros não tem a mesma sorte na cidade grande.
Eu sou a favor dos retirantes, o problema é a falta de emprego e moradia, um país tão grande como esse é impossível faltar emprego. Eu não sei o que acontece com os retirantes quando não encontram emprego e moradia, na verdade, eu acho que boa parte dos retirantes se torna mendigos ou morrem de fome.
Além disso, existem poucos retirantes nordestinos que conseguem ser famosos e ricos, porém já tiveram muitos nordestinos que moram na Europa que são empresários. Vale lembrar que os nordestinos são sinônimos de vitória, os retirantes podem vir de um lugar ruim, mas ninguém sabe o dia de amanhã, porque o nordestino é persistente por aquilo que procura grande por aquilo por encontra.
10º MOMENTO: 2 AULAS
Nesta última etapa selecionaremos os artigos que mais ficaram adequados ao gênero e os produtores dos textos irão à rádio da escola fazer a leitura para comunidade escolar, como forma de socializar o conhecimento construído na sala de aula.
Retomaremos para sala e concluiremos esta sequência de atividade com a “Música Chega de Magoa”
AVALIAÇÃO
Como avaliar é um processo contínuo e sistemático, os trabalhos serão analisados por etapas, bem como os conhecimentos construídos a partir deles, levando em conta o envolvimento da turma para as atividades solicitadas e os objetos aqui pretendidos. Será analisado a partir da proposta estabelecida no projeto, para tanto, os alunos serão interlocutores na construção do conhecimento.
4. REFERENCIAS
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: 12ª, Cortez, 1986.
Revista escrevendo o futuro. Ponto de Vista: Artigo de Opinião. 3ª edição 2006.
Site : WWW.irpaa.gov
Ano - 2011 – 9º ano – manhã – 19.07.11
ESCOLA: Dom Avelar Brandão Vilela
PROFESSORA: Nazarete Andrade Mariano
TEMA GERAL DA ESCOLA: CONHECER A CIDADE COMO PRINCIPIO EDUCATIVO PARA PODER CUIDAR MELHOR DOS TERRITÓRIOS LOCAIS
TEMA DO 2º Semestre
ÁREA: Código e Linguagem
Descritores Curriculares / SAEPE:
Tecnologia Adaptável ao semi-árido:
D6- Localizar informação explicita no texto
D7 – Inferir informação implícita em um texto
D8 – Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.
D9- Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.
D12 – Identificar a finalidade do gênero (artigo de opinião)
D14- Distinguir um fato da opinião relativa desse fato.
ANO: 9º ano - manhã
TEMPO: 20 aulas (50 minutos ) ( vale lembrar que as atividades desta sequência iniciaram na 2ª unidade)
CONTEUDO DA OTM:
Eixo: Produção de texto oral e escrita
Gêneros produção de questionário; debates; artigo de opinião.
A Seca: problema político ou uma questão natural?
A falta de água: um problema político ou uma questão natural?
2. OBJETIVOS
Discutir sobre a temática do sertão ( do clima semi-árido as tecnologias passiveis de uso pelos sertanejos)
Incentivar a leitura crítica reflexiva para que os estudantes se apropriem de discussões diversas nas práticas sociais.
Fomentar alternativas que possibilitem o uso de idéias argumentativas nas práticas de leitura e de escrita.
RECURSOS
• Data show
• Notebook
• Internet
• Pincel
• Copias de textos
• Sala de informática
• Pen driver
• Som
• Papel oficio
3. METODOLOGIA (DESENVOLVIMENTO)
1º MOMENTO 2 aulas
Após as diversas abordagens sobre as tecnologias adaptáveis ao semi-árido, em especial sobre este último aspecto, será entregue um texto, cujo gênero é um artigo de opinião que aborda a problemática da seca no sertão, no qual os alunos farão uma primeira leitura silenciosa, em seguida a leitura coletiva, depois partirá para uma discussão, colhendo as opiniões sobre o fato descrito no texto.
Neste primeiro momento trataremos de identificar o tema central, as informações explicitas no texto e as inferências que os alunos farão em relação ao fato e informações contidas no texto.
2º MOMENTO 2 aulas
Retomando as discussões anteriores do artigo de opinião da aula passada, os alunos produzirão (em dupla) 5 questões sobre as questões retratadas no texto.
Após a produção das perguntas os alunos farão a socialização das mesmas e serão reconstruídas e colocadas no quadro, com as devidas alterações.
Das questões construídas, faremos reescritas de 5 questões.
Após estas produções das 5 questões, colocaremos 3 alternativas a, b e c. Em cada questão.
3º MOMENTO 2 aulas
Neste momento, os alunos ficarão em dupla novamente e receberão as perguntas digitadas para fazerem um levantamento com os professores, funcionários e alunos da escola sobre a temática contida no questionário, serão entregue para a turma um total de 50 questionários com as mesmas perguntas para todos.
Segue abaixo o questionário coletivo dos alunos: vale lembrar que dos 50 questionários, retornaram para sala 49 .
QUESTIONÁRIO PARA LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE A PROBLEMÁTICA DA ÁGUA NO SEM-ÁRIDO DO NORDESTE BRASILEIRO. 8ª série A
ALUNO(A) ___________________________________________________________ DATA___/____/___
ENTREVISTADO: _____________________________________________________________________
1. O problema da falta de água no sertão, é uma questão:
a) ( ) política b) ( ) natural c) ( ) desinteresse da população.
2. Na sua opinião, os governantes se esforçam para resolver o problema da seca no Sertão nordestino:
a) ( ) apenas no período de eleição b) ( ) sempre tem atenção a esta sub região
c) ( ) Nunca se esforçam para resolver o problema da seca.
3. Das tecnologias abaixo, quais delas mais são utilizadas pelos agricultores que moram na área rural do Semi – árido.
a) ( ) grandes sistemas de irrigação que utilizam águas do subsolo nordestino.
b) ( ) cisternas, açudes, poços artesianos com bombas na maioria das vezes em ultrapassadas.
c) ( ) nenhuma tecnologia, nem artesanal e nem moderna.
4. Na sua opinião, houve muitas mudanças na vida das pessoas que moram nas roças longe das margens do Rio São Francisco.
a) ( ) as pessoas continuam abandonando suas terras em busca de melhoria em outras cidades.
b) ( ) as pessoas vivem bem, pois tem água para o consumo em casa, para os animais e para o plantio.
c) ( ) Vivem na fartura, pois agora tem a água da transposição do Rio São Francisco a disposição de todos que moram no semi – árido.
5. O que fazer para melhorar as condições de vida de quem mora na região do semi-árido onde as chuvas são escassas e a população não tem recursos próprios para irem a busca de melhorias?
a) ( ) Mudar para região que tenha chuva em abundancia.
b) ( ) Melhorar as políticas publica que realmente dê atenção ao semi – árido.
c) ( ) Continuar com está, pois já tem recursos suficientes no semi-árido.
Comentários: ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4º MOMENTO: 2 AULAS
No referido momento cada dupla fará o levantamento quantitativo de pesquisado em cada alternativa, para em seguida irmos ao quadro fazer este levantamento geral por quantidade de alternativa respondida em cada questão.
Tivemos os seguintes resultados neste momento:
Na questão 1, que se refere a falta de água no sertão, dos 49 entrevistados
45 responderam que era uma questão política
2 falaram que era um problema da natureza
2 responderam que por causa do desinteresse da população
Na questão 2, referente aos esforços dos governantes para resolver o problema da seca dos 49 entrevistados tivemos o seguinte resultado 40 responderam que só tem esforços dos políticos no período de eleição.
4 que sempre tem atenção dos políticos para o semi – árido.
5 disseram que os políticos nunca se esforçam para resolver o problema da seca.
Já na questão 3, que era referente as tecnologias mais utilizadas pelos agricultores que moram na área rural do semi- árido, obtivemos as seguintes respostas.
16 pessoas que no semi- árido do sertão o homem do campo utilizam grandes sistemas de irrigação para usarem a água do subsolo.
30 responderam os agricultores da área de sequeiro utiliza as tecnologias como: açudes, cisternas, poços artesianos com bombas na maioria das vezes ultrapassadas.
3 entrevistados optaram por responder que não há nenhuma tecnologia, nem artesanal nem moderna.
Na questão 4, era em relação a mudança nas vidas das pessoas que moram o semi-árido brasileiro, sem muitas oportunidades. Que vivem longe das margens do Rio São Francisco. Que aconteciam com estas pessoas
29 pessoas disseram que as pessoas continuam abandonando suas terras em busca de melhoria em outros lugares e cidade.
14 responderam que as pessoas vivem bem, pois tem água para o consumo em casa, para os animais e para o plantio.
6 pessoas falaram que esta população vive na fartura, pois agora tem a água da transposição do Rio São Francisco a disposição de todos que moram no semi-árido.
A última questão (5) diz respeito ao que fazer para melhorar as condições de vida de quem mora na região do semi-árido onde as chuvas são escassas e a população não tem recursos próprios para irem em busca de melhorias.
6 responderam a solução era mudar para região que tenha chuva em abundancia
43 responderam que precisa melhorar as políticas pública que realmente dê atenção ao semi –árido.
Ninguém optou pela alternativa 3, de continuar como estava, pois já tem recursos suficientes no semi-árido.
5º MOMENTO
Tendo os resultados numéricos dos quantitativos de participantes por alternativa, houve ainda uma necessidade de fazer um levantamento em percentuais, para que os dados fossem mais coerentes na produção do artigo de opinião. Será utilizado a regra de três.
Após todos esses levantamentos será feito um debate sobre a opinião dos participantes.
Levantamento dos dados em percentuais.
Na questão 1, que se refere a falta de água no sertão, dos 49 entrevistados
45 responderam que era uma questão política
49 100%
45 X
49X= 45*100
X= 4500
49
X= 92%
2 falaram que era um problema da natureza
X= 4%
2 responderam que por causa do desinteresse da população
X= 4%
Na questão 2, referente aos esforços dos governantes para resolver o problema da seca dos 49 entrevistados tivemos o seguinte resultado 40 responderam que só tem esforços dos políticos no período de eleição.
X= 82% 4 que sempre tem atenção dos políticos para o semi – árido.
X= 8% 5 disseram que os políticos nunca se esforçam para resolver o problema da seca.
X= 10%
Já na questão 3, que era referente as tecnologias mais utilizadas pelos agricultores que moram na área rural do semi- árido, obtivemos as seguintes respostas.
16 pessoas que no semi- árido do sertão o homem do campo utilizam grandes sistemas de irrigação para usarem a água do subsolo.
X= 33%
30 responderam os agricultores da área de sequeiro utiliza as tecnologias como: açudes, cisternas, poços artesianos com bombas na maioria das vezes ultrapassadas.
X = 61%
3 entrevistados optaram por responder que não há nenhuma tecnologia, nem artesanal nem moderna.
X= 6%
Na questão 4, era em relação a mudança nas vidas das pessoas que moram o semi-árido brasileiro, sem muitas oportunidades. Que vivem longe das margens do Rio São Francisco. Que aconteciam com estas pessoas 29 pessoas disseram que as pessoas continuam abandonando suas terras em busca de melhoria em outros lugares e cidade.
X= 59% 14 responderam que as pessoas vivem bem, pois tem água para o consumo em casa, para os animais e para o plantio.
X= 29% 6 pessoas falaram que esta população vive na fartura, pois agora tem a água da transposição do Rio São Francisco a disposição de todos que moram no semi-árido.
X= 12%
A última questão (5) diz respeito ao que fazer para melhorar as condições de vida de quem mora na região do semi-árido onde as chuvas são escassas e a população não tem recursos próprios para irem em busca de melhorias.
6 responderam a solução era mudar para região que tenha chuva em abundancia
X= 12%
43 responderam que precisa melhorar as políticas pública que realmente dê atenção ao semi –árido.
X= 88%
Ninguém optou pela alternativa 3, de continuar como estava, pois já tem recursos suficientes no semi-árido.
X=0%
6º MOMENTO ( 2 AULAS)
Os alunos farão uma primeira escrita, ( servirá como conhecimento prévio ) sobre as polêmicas contidas no questionário. Os mesmos produzirão um texto colocando um título definido por uma das questões contidas no questionário, considerando as opiniões pesquisadas.
Esta atividade será recolhida, pois servirá de material para a produção do artigo de opinião
Escrita inicial da produção do artigo de opinião seguida de orientação da professora:
Aluno: Moisés Campos de Lemos ( você é o autor do texto. No gênero artigo de opinião seu nome deve ir logo abaixo do título, ok?)
Mudanças nordestinos ( Será que o título realmente chama a atenção do leitor? Você pode já deixar indicio de que questão polêmica irá tratar. Melhorar o título.)
Introdução ( primeiro parágrafo )
Ao longo do tempo, no sertão (falta algum conectivo ou informação) semi – árido as pessoas do sertão não agüentam mais a seca, eles pegam sua mala e segem rumo a cidade grande. Eles são chamados de retirantes.
Observações:
( Você iniciou bem a primeira linha da introdução, mas é preciso compreender o que significa esta expressão “ Ao longo do tempo,” que indicaria que algo vem ocorrendo há muito tempo. Logo em seguida vocês já muda a direção de sua introdução, descrevendo de forma breve a saída, primeiro usa “as pessoas) e logo em seguida, usa o pronome “ eles” . Portanto, deve ter também um pouco de atenção em relação a concordância. Assim sendo, vamos reescrever a introdução utilizando as informações contidas aqui na introdução e reorganizando-a, apenas melhorando a idéia. Cuidado também com ortografia. Vale lembrar, que nem no título e nem no parágrafo introdutório você deixou o leitor perceber a questão polêmica, faltou um pouco situar o local (no caso o sertão) e as características daquilo que irá falar. )
Segundo parágrafo
Os retirantes seguem indo para sul ou sudeste, poucos conseguem oportunidade que tanto sonhou, e outros não tem a mesma sorte.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações:
você iniciou o segundo parágrafo retomando o final do primeiro, em relação aos retirantes, estas retomadas são excelentes para continuar a idéia, porém faltou um pouco de justificativa, o porquê isto acontece, reveja a pesquisa feita na escola, na questão que trata desta discussão, assim você terá dados para falar sobre este assunto. Vamos lá?
Terceiro parágrafo
Na polêmica da falta de água, a maioria dos retirantes vão embora por causa disso. A professora e a nossa classe, fisemos uma porcentagens das questões que a professora elaborou e a que mais me chamou a atenção foi a falta de tecnologias no sertão, eu me pergunto, porque o mundo inteiro é cheio de prédios, casas, asfaltos, oportunidades de trabalho e muito desenvolvimento e todos os políticos se lembram de fazer isso tudo e não se lembram de melhorar o semi- árido?
Observações: Aqui você tem ricas discussões para ser desenvolvidas. É necessário definir que questão polêmica você quer tratar no seu artigo, você iniciou ( no primeiro parágrafo) sobre os retirantes nordestino, e agora ( no terceiro) você muda para a falta de tecnologias no sertão! A gente precisa definir o que iremos tratar. Outra coisa, lembre-se que semi- árido é o clima existente no sertão, os políticos dificilmente melhorará esta questão, pois é uma questão natural. O que os políticos podem e devem fazer, é melhorar as condições de vida das pessoas que moram no sertão, que tem como clima o semi – árido. Agora vamos definir a nossa questão polêmica, para adentramos nas opiniões favoráveis e contrárias? Boa produção...
Quarto parágrafo
Na minha opinião, ta na hora deles acordarem, e fazer alguma coisa antes que piore as coisas.
Observações:
Você iniciou bem, colocando uma expressão que introduz seu ponto de vista, no artigo de opinião é permitido, mas como não ficou clara a questão polêmicas nos parágrafos anteriores, aqui ficou também confuso. Primeiro: trata de quem a palavra “ deles” dos nordestino ou dos políticos e segundo: a repetição da palavra “coisas”. Vamos determinar o que seriam estas “coisas”?
Vamos reescrever por partes, primeiro analisar os dados levados e definir a questão polêmica? Quais as opiniões a favor e contra. Tendo posse dessas informações assim iniciaremos a introdução.
ANÁLISE DO TEXTO
2. COMENTANDO SOBRE O NORDESTE
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações1º PASSO: ( Será que sugere uma questão polêmica, uma vez que você ira “ comentar? Vamos pensar em um título que chame mais a atenção do leitor para um assunto polêmico, você já pode direcionar a polêmica logo no título se assim preferir.)
Lembre-se que a estrutura do gênero artigo de opinião: primeiro o título e em seguida o nome do autor, caso o seu como aluna.Como você escreve, ficaria assim:
COMENTANDO SOBRE O NORDESTE
( L.S.)
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Introdução: ( 1º parágrafo)
A falta de água no sertão e um problema muito grande, por isso não temos muito recursos muitos trabalhos na região do nordeste a seca e muito grande mas pra melhora o problema com essa tão famosa seca os homens criaram tecnologias avançadas como: par, inchadas, rastelos, porcos, dornas e sisternas e várias outras tecnologias mas mesmo assim o problema continua e os trabalhadores vão trabalhar fora do nordeste para conseguir melhores resultados com seus trabalhos e garantir melhor o futuro de sua família, mais quem não gosta de nada disso e os moradoras dessa reigião dizem que os nordestinos estão roubando suas chances de trabalho mas eu não diria isso.
OBSERVAÇÕES:
Você, como os demais, trata sobre o problema da falta de água no sertão, isto é um ponto favorável no seu texto, mas precisamos organizar melhor suas idéias dentro do texto, porque se não ficará parecendo um amontoado de palavras justapostas e sem uma organização coerente e coesa.
2º : Você fez um texto sem separar as idéias em parágrafos;
3º : Iniciou falando sobre a falta de água ( iniciou bem) porém de situou o leitor do que realmente iria tratar a sua questão polêmica. Repetiu bastante algumas palavra como: muito ) em um curto espaço de linhas.
4º: deve ter cuidado com a ortografia e concordância, são fundamentais e em textos opinativos.
5º: Você disse que os homens criaram tecnologias avanças. 1ª pergunta: que são esses homens? E 2ª pergunta: enxada, rastelo pá etc.: são realmente tecnologias avançadas nos dias atuais?
6º Você não colocou os pontos favoráveis e contrários que você tinha em relação a pesquisa feita.
7º No final, você se posicionou de forma indireta, sem utilizar expressões que indique o seu ponto de vista, bem como os seus argumentos, pois estes faltaram no texto.
8º Não finalizou seu texto, com uma consideração que contribuísse para a discussão da questão polêmica.
Vamos fazer a 1ª reescrita?
ANÁLISE DO TEXTO DE (L.)
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
3. A FALTA DE ÁGUA E AS TECNOLOGIA NO SERTÃO
OBSERVAÇÕES:
As tecnologia, (“as” é o artigo no plural que deve concordar co substantivo “tecnologia”, portanto deve ficar assim “ AS TECNOLOGIAS”OK? Outra questão deve ser considerada aqui no se título “ A falta de água e as tecnologia no sertão” pergunto: falta água e falta tecnologia, ou é a falta de água junto as tecnologias existentes? É preciso rever o título, bem como criar um título que chame a atenção do leitor em relação a polêmica a ser abordada em seu texto.
Deve colocar o título e logo abaixo o nome do autor ( no caso o seu nome completo)
1º parágrafo
A falta de água no sertão ta problematica algumas pessoas acha que e problema político outras acham que são as pessoas que. Não tem cuidado e a tecnologia ta se avansando no sertão muitas pessoas acham que no sertão não sera capaz da tecnologia ser avansada na região do semi – árido e muito mais populoso no maranhão vivem mais de 18 milhões de pessoas sendo 8 milhões na area rural no sertão chove mais de 1000 milímetros de água e na pior das secas chove pelo menos 100 milímetros e o suficiente para ter água de qualidade a uma família.
( L.P.S.)
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações:
1. L.P.S, você tem um assunto bem interessante e polêmico a ser tratado em seu artigo de opinião que é a falta de água no sertão. Vale lembrar, que falta de água é diferente de seca no sertão, pois como a pesquisa nos mostrou, a seca é um fenômeno natural não temos muito a fazer para resolver, faz parte do clima semi-árido, já a falta de água pode ser contorna se houver políticas publicas que dê condições de resolver esta problemática.
2. Você iniciou seu texto sem criar um parágrafo, seguido assim pelo texto inteiro, inclusive sem pontuação, especialmente das virgulas.
3. Também deve ter cuidado com a ortografia e com a concordância.
4. Iniciou falando sobre a falta de água ( iniciou bem) porém não situou o leitor do que realmente iria tratar a sua questão polêmica. Repetiu bastante algumas palavra como:tecnologia e avançando em um curto espaço de linhas.
6º Você não colocou os pontos favoráveis e contrários de forma clara com argumentos convincentes que você tinha em relação a pesquisa feita.
7. Os dados que você colocou referente ao Maranhão são de que fonte?
8. No final, você não se posicionou enquanto articulista do texto, sem expressões que indiquem o seu ponto de vista, bem como os seus argumentos, pois estes faltaram no texto.
9. Não finalizou seu texto, com uma consideração que contribuísse para a discussão da questão polêmica. Vamos fazer a 1ª reescrita?
(KTRS)
A falta de Água no Sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: você colocou um título bem polêmico, porém quase todo mundo fez desta forma, portanto vamos usar a criatividade e pensar em algo que já estabeleça logo de inicio uma questão problematizadora. Outra coisa, se colocou as letras com maiúsculas deve colocar em todos os substantivos, não precisa nas preposições ( de / no).
1º Parágrafo
No Artigo de opinião as pessoas ou maioria delas dizeram que a falta de Água no Sertão era uma questão natural e outras dizeram que eram uma questão política, eu acho que é uma questão natural, por que está relacionado, com clima, onde é que a região se posicionada.
Observações:
1. Você fez o recuo do parágrafo, parabéns por isso, porém você já iniciou falando de algo que o leitor não irá ter uma compreensão clara. Primeiro: que artigo você está falando? Nós ainda não fizemos o artigo, apenas levantamos dados para a futura produção de um.
Aqui na introdução, você precisa situar o leitor daquilo que você irá tratar no texto, situando o assunto e o lugar de será tratado, para somente depois falado.
2. Será que a falta de água é realmente uma questão natural? Ou a seca que é uma questão natural? A seca a gente não tem muito o que fazer devido ao clima “semi- árido”, mas a falta de água pode ser resolvida é uma questão de planejamento das políticas publicas de nosso país em criar condições humanas e tecnologias que resolvam o problema da população do Sertão.
2º Parágrafo
As pessoas dizem que é questão política, por que o governo não constrói cisternas, ou outros projetos que, Acabam ou tentam minimizar, a falta de Água no Sertão.
Observações .
- Cuidado com a pontuação, virgula separando sujeito do predicado. Desenvolver mais as opiniões das pessoas.
- No 1º parágrafo, você colocou rapidamente a posição de algumas pessoas achava que era uma questão natural, logo em seguida você se posicionou e agora, no segundo parágrafo, você coloca opiniões de pessoas que acham que uma questão política. (Você deve situar o tema, o local que você irá falar e a questão polêmica, depois colocar os pontos a favor e contra em relação ao tema, inclusive situando o leitor de como você conseguiu as informações, somente no terceiro ou quarto parágrafo que você deve colocar seu ponto de vista seguido de argumentos convincentes.
Os governo hoje fazem projetos como a Água para todos. só que en outras regiões isso não Acontecem. O clima da Região que é muito sua, Ás vezes não ta, nem pra plantar, frutos ou verduras, como morango, uva, maçã, mais com alguns projetos, que são desenvolvidos pelo governo, isso pode mudar, por que a terra fica úmida, i que alguns cantos, da Região semi – árido, plantam até maçã, mais são só alguns Estados no nordeste i que também tem projetos sustentáveis.
Observação: Você tem bastantes informações, precisa organizá-las melhor no texto. Deve ter cuidado também com a concordância e com a ortografia. Cuidado para misturar letras maiúsculas com minúsculas.
Como esse assunto, agente Aprende muito, como o governo está, tentando melhorar, o país em que moramos que é o Brasil, porque se não, pessoas, nordestinos, vão para outros estados, para trabalhar, por que no sertão, não tem muito trabalho por causa da falta de Água no sertão.
Observação: A gente é usado separadamente. O local você ficaria melhor ter situado no inicio do texto. Vamos fazer a 1ª reescrita.
5. ANÁLISE DO TEXTO (M.)
A falta de água no sertão
Autor?
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: será que este titulo é sugestivo e chama a atenção do leitor? pois a falta de água no sertão não uma novidade para ninguém. Vamos pegar este tema “ A falta de água no sertão” e vamos criar um título que chame a atenção do seu leitor! Inclusive que indique o há de polêmico no seu tema. Logo abaixo do título,fica o nome do autor, ou seja, o seu nome. OK! Então vamos pensar um título que chame bastante atenção.
A falta de água no sertão pode ser por causa de uma questão política, problema da natureza, da população. Quais dessas opções é melhor? esse fica ao nosso critério. Com uma pesquisa entrevistando os alunos e professores no colégio deu a conclusão de 92% das pessoas responderão que era uma questão política, 4% responderão que era um problema da natureza é 4% por causa do desenteresse da população. Lá é o local que chove menos, que é no sertão não é por causa da questão política a política ta bolando sisternas por causa da falta d´agua . que não é nem por causa da natureza e nem da população.
Observações:
Você iniciou bem sua introdução, precisando de algumas justificativas, mas não separou suas idéias em parágrafos e nem desenvolveu – as , misturou que era a favor com que era contra, não deixou clara a questão polêmica e onde foi feita a pesquisa, situando o local. Faltou se posicionar e colocar seu ponto de vista seguido dos seus argumentos.
Deve ter cuidado com ortografia e concordância e o tempo do verbo (responderão é futuro e não passado, passado usa-se “responderam”) ok!
6. TEXTO DE ANÁLISE : PRISCILA AMARO – FALTOU COLOCAR UM TITULO SUGESTIVO
As condições de vida no semi – árido não são muito boa. Por que a seca é de mais as família não tem recursos próprios pare irem em busca de melhorias
Precisa melhorar as políticas que não tam nem ai pra essas família precisa melhorar assim não dar. A falta de água no sertão e de mais os políticos não tam nem de eles presiza melhorar muito mais essas precisa de água as políticas aparece no período de eleição. Tecnologias mais utilizadas pelo agricultores que moram na área rural do semi – árido, com essas tecnologias tudo melhora por que agricultores trabalho bem menos. O homem do campo utilizam grandes sistemas de irregação.
OBSERVAÇÕES:
Você tem boas idéias, fez uma boa introdução, situando o leitor daquilo que Irá abordar, mas é preciso melhorar sua justificativa indicando sua questão polêmica.
Precisa ter cuidado com os parágrafos, com as ortografias e concordância.
Colocar as opiniões a favor e contra, considerando de onde foi colhida a informação colocada.
Após este parágrafo, coloque o seu ponto de vista colocando seus argumentos.
7. ANÁLISE DO TEXTO DE ( B. S.)
Faltou o título? Crie um título interessante, que chame a atenção do leitor.
O nome do autor fica logo abaixo do título.
Bom na minha opinião o que mais venho afetando os moradores do sertão é a fauta de água.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: Você iniciou seu texto já dando seu ponto de vista, sua opinião. Neste momento você deve fazer uma introdução, indicando o contexto que irá falar, colocando também sua questão polêmica e justificando-a. de ter cuidado com a pontuação e a ortografia.
Os culpado é simplesmente os políticos que só promete na época da eleição, quando passa as eleições nem se lembra que existem moradores no sertão.
Observações: cuidado com a concordância (os culpados; os políticos prometem), você deve colocar as opiniões a favor e contra em relação a esta questão, veja os dados levantados pela turma. Melhorar os parágrafos e as idéias contidas neles.
Mas tem alguns que cumpri com as suas promeças trazendo, carro pipa, fazendo cisternas e enfim.
Enfim o quê? Você continuou a idéia do parágrafo anterior, mas falta mais argumentos que retrate aquilo que você está falando.
O avanços tecnologicos é a salvação para muitos, como falei tem várias formas de irrigação lembrando que, os trabalhadores dependem das tecnologia avançada.
Aqui neste parágrafo, você introduziu o avanço tecnológico sem fazer uma relação antes com o problema da falta de água. Vamos observar estas questões? Cuidado mais uma vez com a concordância.
Bom na verdade com as tecnologias de hoje não vai mais haver problemas com a fauta de água no sertão.
Essa é a minha opinião.
E qual é a sua opinião? Quais foram os seus argumentos? Você precisa se posicionar contra ou a favor, fazendo a argumentação coerente.Ok
(B.S.M)
8. ANÁLISE DO TEXTO DE( F.S.J.B.)
Questoes no Semi arido nordeste do Brasil.
Observações: que questões são essas no semi – árido? Será que este título chama a atenção do leitor? Dá indicio qual é a questão polêmica?o
Primeiro o título e embaixo o nome do autor.
Vamos começa? Numa pesquisa feita por alguns alunos do Colégio Dom Avelar Brandão Vilela.
Sobre a falta de água no sertão nordestino descobriu-se 92% acha que isso era política 4% respondeu era problema natural e 4% respondeu que era por causa do desenteresse da população. Bom podemos percebe que a maioria das pessoas não estão feliz com esses problemas que aqui falamos por isso temos que ir atrás do que queremos e muitas pessoas vão atrás mas em outras regiões por exemplo Sul – Sudeste e centro oeste.
as vezes dá certo em outras vezes não e voltam o nordeste em busca de uma esperança que eles perderam na região. Por causa disso nos temos que busca recursos. Tem também o preconceito com os nordestinos e outras coisas mais.
Observações: Você começou bem, chamando o leitor para começar? Em seguida foi situando o leitor daquilo você iria falar, porém fez, logo em seguida, uma rápida abordagem sobre esta pesquisa não situando a questão polêmica e justificando porque iria falar. Misturou as opiniões a favor e contra. Poderia ter desenvolvido um pouco mais.
muitas vezes as pessoas do nordeste Se destacam entre outras nós temos advogados, juises, cantores, apresentadores, deputados. Será que vai ter vergonha de dizer que er nordestino?
Observações:
Precisa ter cuidado com a estrutura do parágrafo, das pontuações e da ortografia, bem como da concordância.
Você precisa se posicionar enquanto articulista dando seu ponto de vista e argumentos convincentes para não dar margens a contra argumentação.
No final, você mudou a direção do seu texto, criando uma outra temática diferente da que foi iniciada.
Você tem boas idéias, é preciso organizá-las melhor.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
9. ANÁLISE DO TEXTO DE ( J.D.)
Responsabilidades Se Cumprem...
Hoje um problema comum no semi – árido vem sendo relatado, hoje muitas pessoas vivem sem água no sertão, alguns acham que é a própria natureza que não é abtada ao semi – árido. Mais a grande maioria acham que é um problema político, que dar ser tratado, pelo governo e debater com as pessoas.
Observações: Você iniciou sua introdução bem, apesar de ter algumas repetições, oderia ter situado melhor sobre o que você iria abordar, inclusive deixar claro sua questão polêmica, antes de tratar das opiniões a favor e contra.
Na minha opinião também acho que é um problema político, porque quando é tempo de eleição, eles prometem várias coisas, e uma delas é mudar a questão de falta de água. Quando ganham a eleição, pessoas esperam que cumpram com suas promessas, mais se vão relatar a questão, enventam algo como: não tempos verba ou temos outros problemas mais importantes a fazer. Minha opinião é essa, acho que é um problema de todos e que deve ser tratado. Hoje já foram enventadas várias tecnologias para esse problema, mais como a maioria dos políticos não se importam, não se preucupam em usar e deixa o problema na mão do povo, que como não tem na maioria recursos, o problema cresce cada vez mais, hoje existem cisternas, poços, lagoas e rios. Mais as águas dos poços as vezes são sujas e as cisternas não são usadas por todos porque não tem dinheiro para fazer e muitas vezes para encher de água, quando o governo não manda.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações:
Você dividiu seu texto em apenas dois parágrafos: um pequeno e outro muito grande.
Neste último, você precocemente, já deu sua opinião ( muito boa por sinal) mas poderia ter deixado para o final com sua argumentação, inclusive soube usar o conectivo que introduziria seus argumentos ( porque), mas teve um pouco de repetições, alguns problemas de ortografia. Faltou também um fechamento interessante.
Vamos fazer a reescrita?
10. ANÁLISE DO TEXTO DE(T.A.)
De quem é a culpa? Política, Natureza ou população?
Observações: Parabéns pelo seu título! Ficou bem sugestivo e chama bastante atenção do leitor. Agora no lugar da primeira interrogação você deveria colocar dois pontos. “ De quem é a culpa: Política, Natureza ou população?”
1º Parágrafo ( introdutório)
A questão da falta d’água no sertão referese ao governo onde os alunos do Dom Avelar, fizeram uma pesquisa que mostra, 45 pessoas intrevistadas responderam que era uma questão política, 2 pessoas falaram que era problema da natureza e também 2 pessoas responderam que por causa do desenteresse da população isto ocore.
Observações: Você colocou as informações contidas na pesquisa, muito bem e separou também as idéias em parágrafos, mas é preciso organizá-la melhor no texto e ter cuidado com a ortografia para que fique claro a tese que irá abordar, ou seja, situar o leitor do tema polêmico, justificar porque está considerando a questão polêmica e o local que irá falar ( no caso você colocou primeiro o sertão e a escola Dom Avelar) portanto, pode iniciar pela escola.
Exemplo sugestivo: Os alunos da Escola Dom Avelar, escola situação na cidade Juazeiro – BA, Sertão nordestino, fizeram uma pesquisa, na qual tratava sobre uma questão bastante ...... e assim você vai situando o leitor daquilo que você irá abordar. Ok?
Outra sugestão: Sertão nordestino, famoso por ter cabras valentes, povo forte e destemido, mulheres de fibra e um sol quente, característico do clima “ semi- árido,” neste cenário tem um ponto ....
2º parágrafo
Pessoas dizem a falta d’água é um problema rasuavel , mas isso e por que eles não infrentam este assunto, para mim esso é uma questão responsavelmente, ao governo, pois poderiam fazer uma infra-estrutura e reservar a água para os moradores também pode haver sisterna, assudes e entre outros, os políticos acham que é so mandar 2 ou 3 carros pipas pois do mesmo jeito que os governantes prescisam da água, os moradores também prescisam.
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: Você pode melhorar este parágrafo, colocando realmente a opinião favorável e contra das pessoas pesquisadas como você citou no primeiro parágrafo, após esta colocações é que você coloca seu ponto de vista, incluindo seus argumentos referente ao seu posicionamento em relação ao tema, observe alguns vocábulos e vejam no dicionário como escrever. Com relação a palavra mim (deve ser usada sempre em final de frase separada por virgula ou ponto final. “ para mim, isso é ...”
3º Parágrafo
As condições não são lá estas coisas principalmente quando se refere a água, uma questão delicada onde muitas pessoas sofrem e os prejudicam cada vez mais.
11º ANÁLISE DO TEXTO DE ( P.H.)
água do sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observação: Será que este título chama a atenção do leitor em relação ao que você irá tratar na questão polêmica? Veja a escrita, lembre-se que em inicial deve ser com letra maiúscula e a palavra sertão também. Primeiro coloca o título e embaixo o autor, no caso o seu nome completo.
1º Parágrafo
a água no sertão Quando fauta eles tem que ir muinto longe para pegar água as vezes Quando não chove a preveitura manda auguns carros pipas para incher as cisternas.
Observações:
Vamos organizar suas idéias sobre o que você irá falar, deixar claro para o leitor daquilo que você pretende colocar a par em relação ao tema. Você colocou que “ eles tem que muito longe” quem são “eles? Você já tinha falado antes sobre alguém para retomar usando este pronome?
Ao iniciar um parágrafo deve iniciar com a letra maiúscula, quando estiver no meio de uma frase não deve usar letra maiúscula, exceto em casos específicos como os nomes próprios, região ou para enfatizar algo realmente importante.
Deve ter cuidado com a ortografia, procure o dicionário e veja como escreve as palavras destacadas.
2º parágrafo
o povo no sertão de pende muinto da água para tomar banho, para lavar as panelas, cosinhar o feijão e o arroz, para beber e etc.
Observações: você articulou bem a serventia da água só que faltou uma justificativa mais coerente, que convencesse o leitor com mais propriedade. Neste parágrafo também requer um cuidado com o inicio, usar letra maiúscula, e ter o cuidado com a ortografia.
3º parágrafo
as pessoas falaram que esta população vive na fartura pois agora tem água a disposição de todas moram no semi arido.
Observações: “ as pessoas falaram” que são estas pessoas? Melhorar as idéias nos parágrafos desenvolvê-las melhor.
4º parágrafo
augumas pessam Que a solução era mudar para uma região que tenha chuva em abundancia.
Observações: por que estas pessoas pensam assim? Você deve colocar opinião contra e a favor. Por fim, se colocar como articulista, ou seja, dando seu ponto de vista e se posicionando com argumentos convincentes. tenE por último, fazer uma conclusão das idéias tratadas no seu texto.
12ª ANÁLISE DO TEXTO DE (B.C.)
Falta de água no Sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observação: Será que este título chama realmente a atenção do leitor?
Em um artigo de opinião, primeiro vem o título e logo abaixo o nome do autor, no caso o seu nome completo.
1º parágrafo
A falta de água no sertão é uma zona rurais do nordeste abastecida em qualquer região ...
Observação: “ A falta de água é uma zona? Não entendi, procure saber o significado de zona nos diferentes contextos, aqui ficou impróprio o termo zona deixando seu texto confuso, sem ter conexão com o resto da frase. Veja que no primeiro parágrafo você de deve introduzir sua tese, no caso a questão polêmica, situe o leitor daquilo que você irá falar, situando também do local que você irá levar em consideração na questão polêmica.
2º parágrafo
Eles é uma captação de água e chuva mais são as sisterna técnica que seleciona a melhor qualidade de água na humanidade.
Observação: em primeiro lugar, que são “ eles”? “ cuidado com a concordância” eles são e não eles é; as cisternas e não as sisterna. Este parágrafo ficou sem sentido quem é a captação de água e chuva, a chuva também não é água? Esclarecer com mais propriedade. Você começa a falar da zona rural do sertão, depois cria uma dá um pulo para HUMANIDADE. Reveja e reescreva com mais cuidado.
3º parágrafo
Algumas pessoas passa por muito ... de problema como a falta de água eles que água para trata da alimentação pós sem alimentação passam fomer eles querem água para bebé e também para toma banho e muita outra coisas sem falar para molhar as plantas. Pra depois vender.
Observações: cuidado com a ortografia e concordância, bem como o uso da virgula, aqui você já deve ter as opiniões favoráveis e contrárias, considerando a pesquisa feita.
4º parágrafo
Milhares de pessoas passa por favor no semi – árido também muito suficientes que tem recursos. nA população vive na fartura pois tem a água do rio são francisco que transposição do rio.
Observação: aqui você fez uma confusão referentes as questões polêmica, pois você não tinha citado a questão da transposição do rio anteriormente, e agora você fez uma colocação sem um preparo prévio.
5º parágrafo
As tecnologia, nem artesanal nem moderna o problema da seca os políticos nunca se esforçam para resolver o problema de água
Observação: aqui você coloca outro assunto a ser tratado que não foi abordado anteriormente.
13ª ANÁLISE DE TEXTO DE BÁRBARA ( B.L.L.F.)
Falando sobre o semi – árido
Observações: será que o título do seu texto chama a atenção, sugere a questão polêmica?
O semi- árido fala muinto sobre a seca do sertão,fala também sobre a questão polêmica que é a falta de água que muintos falam que é o desinteresse da política, e já outros falam que é a população. Eu penso que a gente devemos ver quê é política eu faria mais para o semi-árido. Se eu fosse política eu faria várias, cisternas para que a já água ne cada casa porque eles estão muito preucupados sobre esta polemica. E os dezenvolvimento da população e muito útil porque eles dezenvolve avanços tecnológico como vários trabalhos que eles fizeram vários invensão como poços e canais que vão água para as suas casas, para a plantação, para os animais e etc.
Eu faria a mesma coisa pois eu me preucupo com eles que vivem lá.
Observações: você iniciou dizendo que o semi- árido fala muito sobre a seca do sertão, como assim? O semi – árido fala? Veja que você primeiro tem que falar uma rápida identificação sobre aquilo que você irá tratar, bem como situar o espaço em que o tema está sendo desenvolvido. Em seguida deve criar parágrafos com as opiniões e argumentos de pessoas a favor e contra , para que seu texto tenha sustentabilidade, foi por isto que fizemos aquela pesquisa. Após todos esses aspectos, você irá se posicionar em relação questão polêmica, contra ou a favor, introduzindo seus argumentos com conectivos que iniciam a defesa de suas idéias, portanto não é interesse se colocar logo no inicio do texto. Vivem lá, onde? Você deve organizar a estrutura do texto, criando parágrafos e uma boa estética para o formato do gênero artigo de opinião, deve ter cuidado com a ortografia e a concordância pontos fundamentais na escrita. Portanto, mãos a obra...
14º ANÁLISE DO TEXTO ( W.)
A importância do semi – árido
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observação: Vamos tentar um título que seja mais sugestivo para a questão polêmica?
A falta de água no sertão e a grade polêmica por falta de emterece dos políticos as pessoas que moram no sertão estão passando por grandes dificuldades e por não ter nem um sistema de tecnologia para conseguirem água para o seu uzo e para as plantações e para os animais são oprigados a siretirar do seu lugar para ir mora nacidade para não morem de fome e as política não estão nem ai para as pessoas que moram no semi – árido só que saber das pessoas que votas e vem com um monte de promessas falssas com muitas ilusão.
em tão um grupo de jovens do colégio dom Avelar fizerao uma pesquisa e muitas pessoas respondero que a falta de responsabilidade e a falta de emteresse dos políticos sobre a falta da água no sertão e uma imjustisa. É os políticos presiza da atenção al semi – árido e al povo que mora no certão e precisa melhorar as políticas e da mais atenção ao semi- árido e as pessoas umildes.
Observações: vamos fazer um parágrafo introdutório, situando a o que você irá falar, que local será abordado, em um outro parágrafo colocar as opiniões das pessoas que são favoráveis e das pessoa que contrarias, sempre argumentando suas idéias. Criar mais um parágrafo para situar seu ponto de vista e com seus argumentos, se colocando contra ou a favor. Não esqueça do conectivos que introduzem argumentos e expressões que marcam sua opinião.
Cuidado com a estrutura do texto, como: ortografia, concordância, a estrutura dos parágrafos e a estética do texto. Cuidado também com letra maiúscula e minúscula.
15ª ANÁLISE DO TEXTO ( S.S.)
A água no sertão
Observações: Parabéns pela iniciativa, é assim mesmo que irá construir seu texto, agora preste atenção em algumas observações
Observações: Vamos fazer um título que chame mais a atenção e dê indicio de qual polêmica será tratada.
A falta de água no sertão, concerteza é uma questão da política , os políticos infelismente só dão esfoços perto das eleicão.
Observações: você já inicia seu texto afirmando sua opinião, na verdade, neste primeiro parágrafo é para introduzir suas idéias e justificativa e situar o tema e lugar no qual você irá falar. Vamos fazer a reescrita?
Uma pesquisa feita pelos os alunos do colégio Dom Avelar afirmaram que os moradores do bairro João Paulo II acha que a falta de água no sertão é política, 92% acharám que era um problema político ,já os outros 4% responderam que era desinteresse da população. a minha opinião é que a política que a política deveria se enteresar mais na falta de água , mais a natureza tanbém tem a sua passela de culpa no cartorio , pois o semi- arido no sertão, não tem muita ajuda da natureza, com a tecnologia os políticos poderia cem nenhum problema ajudar, hoje já eziste sistema para marzenar água,a prefeitura acha que se mandar carro pipa para os nordestino. Vai melhorar a falta de água no sertão , os moradores do sertão estão sofrendo cada vez mais com essa falta d’água. e os políticos não estão nem ai pra eles . o sertão sofre muito com isso.
Observação: você iniciou relativamente bem, agora poderia ter desenvolvido melhor as informações contidas na pesquisa, sempre colocando argumentos que convençam seus leitores, você só deve se posicionar depois de ter estabelecido a questão polêmica, opinião a favor e contra, por último você se posiciona e inclui palavras que introduzem os argumentos. Cuidado com a ortografia, com a concordância e com as idéias e a organização dos parágrafos.
7º MOMENTO ( 2 AULAS)
De posse dos dados, agora faremos uma rápida abordagem sobre o gênero artigo de opinião para que os alunos se apropriem das características do texto em questão, vale lembrar que no planejamento de língua portuguesa será trabalhado este gênero na quarta unidade, por isso terei que antecipar essas características. )
Para tanto utilizaremos o texto que foi colocado na avaliação da 2ª unidade, pois tem todos os aspectos destinados ao gênero, sem contar servirá como forma de revisar as discussões contidas na avaliação bimestral.
Campos Altos: uma cidade para todos?
Produzido por: João Paulo de Oliveira
A região Nordeste do Brasil é a mais pobre do país e a mais castigada pelas condições climáticas, que provocam catástrofes, como a seca. Em decorrência disso, ocorre um grande processo de migração dos nordestinos para as regiões mais desenvolvidas, como as regiões Sudeste e Sul.
Um bom exemplo desse processo ocorre em Campos Altos, em Minas Gerais, cidade
de 14.000 habitantes, situada entre campos e montanhas, no Circuito da Canastra e conhecida por abrigar Nossa Senhora Aparecida, no segundo maior Santuário do Brasil.
Esse processo migratório ocorre em época da colheita do café, quando o município recebe um acréscimo de aproximadamente 4.000 nordestinos.
Entretanto, esse fato vem causando uma enorme polêmica, pois os moradores da cidade que trabalham na zona rural alegam que os nordestinos estão reduzindo suas chances de trabalho, conseqüentemente provocando quedas nos salários, uma vez que os nordestinos trabalham por salários mais baixos, e ainda contribuem para um crescente aumento dos índices da violência, segundo alguns moradores. No entanto, a Policia Militar afirma que o aumento da violência na cidade é insignificante, não chegando a 10%, o que realmente aumenta é o trabalho policial preventivo para evitar possíveis delitos.
Mas, segundo os nordestinos, é de suma importância essa migração, porque eles estão situados em uma região que não é propícia para a agricultura, uma vez que o único produto em abundância é a mamona, por ser mais resistente ao calor.
Além do mais, o preço do dia trabalhado é relativamente baixo. Enquanto recebe na faixa de R$ 50,00 por dia em Campos Altos, no Nordeste esse valor cai para R$ 12,50, e quando há serviço.
Além disso, os produtores campos-altenses afirmam que a quantidade de trabalhadores da cidade não é suficiente para a colheita, a qual seria feita fora de época correta, ocasionando um imenso prejuízo, pois prejudicaria a safra pendente e também a florada do próximo ano.
Já os comerciantes que contam com aumento significativo das vendas comemoram a presença dos migrantes e incentivam a vinda deles.
Do meu ponto de vista, parte da população da cidade está equivocada, pois está explícito na Constituição Federal que todo cidadão tem o direito de ir e vir em todo o território nacional, e, além do mais, o Brasil não é somente para alguns, mas para todos os brasileiros!
1º O título é sugestivo, chama a atenção do leitor?
2º Colocou o leitor a par da questão polêmica?
3º O articulista tomou uma posição?
4º Levou em consideração os pontos de vista dos adversários para construir seus argumentos, como, por exemplo: “ muitas pessoas são favoráveis à construção de uma fonte, afirmando que ela embelezaria a cidade, porém...?
5º Usou expressões que introduzem os argumentos, como “ pois”, “porque”, ?
6º Usou expressões para introduzir a conclusão, como: “ então”, “assim”, “ portanto”?
7º Concluiu seu texto reforçando a sua posição?
8º Verificou se a pontuação está adequada?
9º Lembrou-se de iniciar com letra maiúscula os nomes próprios, o inicio de parágrafos e após o ponto final ...?
10º Introduziu –a com expressões como: “ penso que”, “na minha opinião”?
Vale lembrar que estas questões também servirão para as produções feitas em sala de aula.
Após a discussão deste texto, será colocado em data show alguns aspectos do gênero, inclusive texto do próprio aluno para trabalharmos a reescrita.
8º MOMENTO: 2 aulas
Os alunos receberão de volta a escrita inicial, com as observações necessárias, será chamado aluno por aluno para as possíveis dúvidas e iniciar a reescrita.
Irão fazer quantas reescritas forem necessárias, até a conclusão do artigo de opinião.
1ª REESCRITA DO ARTIGO DE OPINIÃO.
TÍTULO: ______________________________________________________________________
AUTOR: ______________________________________________________________________
INTRODUÇÃO SITUANDO O LEITOR DA QUESTÃO QUE SERÁ ABORDADA. ( PODE SER DE UM A DOIS PARÁGRAFOS)
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
NOS PRÓXIMOS PARÁGRAFOS: EXPOR AS OPINIÕES A FAVOR E CONTRA ( PESQUISADA NA ESCOLA) EM RELAÇÃO A QUESTÃO POLÊMICA ESCOLHIDA. PODE SER UM PARÁGRAFO PARA CADA OPINIÃO OU UM PARA OS DOIS.
________________________________________________________________________________________
AQUI VOCÊ IRÁ COLOCAR SEU PONTO DE VISTA, SE POSICIONANDO CONTRA OU A FAVOR EM RELAÇÃO A QUESTÃO POLÊMICA, USANDO PALAVRA QUE INTRODUZAM OS ARGUMENTOS, ARGUMENTOS ESTES DEVEM SER CONVICENTES.
_____________________________________________________________________________________
AQUI, VOCÊ FARÁ UMA RÁPIDA CONCLUSÃO, COM SUAS CONSIDERAÇÕES E SUGESTÕES DE COMO RESOLVER O IMPASSE POLÊMICO.
___________________________________________________________________________________
DISCIPLINA: _________________________________________________
PROFESSORA: _______________________________________________
DATA: ___ /_____/______ SÉRIE/ANO _________ TURMA________
“ A prática de Lê é adquirida com a leitura, bem como a prática de escrever!”
Nazarete Mariano
BOA SORTE!
9º MOMENTO: 2 AULAS
Os alunos socializarão com a leitura em sala de aula, dos artigos produzidos, em seguida iremos ao laboratório de informativa, onde cada aluno digitará seu texto para ser postado no blog da escola.
PROBLEMAS QUE DEVEM SER CUMPRIDOS PELOS POLÍTICOS
AUTORA: (J.D.F.)
Todos sabemos que a questão polemica de uma região semi-árida do nordeste ,é quase sempre a falta de água,e que nem todas as pessoas conseguem lidar com esse problema ou ao menos conseguir resolve-lo.
Como já vimos em questões anteriores,é que na maioria,as pessoas acham que é uma questão política a falta de água no semi-árido,e que deve ser tratado pelos políticos da região,porque como as pessoas mais pobres não tem muitos recursos para criar oportunidades de melhoras,como por exemplo:tecnologias mais avançadas que sirvam para ajudar no dia-a-dia,a prefeitura deveria ajudar com algo que sirva para todos.
Na maioria das vezes é que nem todos ligam para o problema,tanto os políticos,tanto as pessoas que moram na região. Os governadores da cidade do sertão,na maioria da vezes tentam ajudar só em tempo de eleição,e assim mesmo com poucas coisas,como por exemplo:carros pipas para encher cisternas,colaboração de dinheiro e entre outras coisas,mais,sempre poucas.
Mas há pessoas que ainda ligam para problema ,tentam conseguir algo a mais,já os que não ligam se contentam com o pouco de água que lhes oferecem.
Varias pessoas já sabem de tecnologias que podem ajudar,umas caras e outras não,as pessoas mais pobres usam tecnologias,mas comuns que são usadas por muitos na região,como,cisternas,lagos,poços,cacimbas e entre outros.Já os com mais dinheiro usam coisas mais caras como por exemplo:bombas que puxam água de rios,regadores,maquinas e entre outras.
Nordestinos: retirantes do Sertão
autor: ( M.C.S.)
Ao longo do tempo no Sertão semi-árido as pessoas do Sertão não aquentam mais a seca, pegam sua mala e seguem rumo a cidade grande. Essas pessoas são chamadas de retirantes. Seguindo para sul ou Sudeste, por causa da seca, poucos conseguem a oportunidade que tanto sonhou, outros não tem a mesma sorte na cidade grande.
Eu sou a favor dos retirantes, o problema é a falta de emprego e moradia, um país tão grande como esse é impossível faltar emprego. Eu não sei o que acontece com os retirantes quando não encontram emprego e moradia, na verdade, eu acho que boa parte dos retirantes se torna mendigos ou morrem de fome.
Além disso, existem poucos retirantes nordestinos que conseguem ser famosos e ricos, porém já tiveram muitos nordestinos que moram na Europa que são empresários. Vale lembrar que os nordestinos são sinônimos de vitória, os retirantes podem vir de um lugar ruim, mas ninguém sabe o dia de amanhã, porque o nordestino é persistente por aquilo que procura grande por aquilo por encontra.
10º MOMENTO: 2 AULAS
Nesta última etapa selecionaremos os artigos que mais ficaram adequados ao gênero e os produtores dos textos irão à rádio da escola fazer a leitura para comunidade escolar, como forma de socializar o conhecimento construído na sala de aula.
Retomaremos para sala e concluiremos esta sequência de atividade com a “Música Chega de Magoa”
AVALIAÇÃO
Como avaliar é um processo contínuo e sistemático, os trabalhos serão analisados por etapas, bem como os conhecimentos construídos a partir deles, levando em conta o envolvimento da turma para as atividades solicitadas e os objetos aqui pretendidos. Será analisado a partir da proposta estabelecida no projeto, para tanto, os alunos serão interlocutores na construção do conhecimento.
4. REFERENCIAS
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo: 12ª, Cortez, 1986.
Revista escrevendo o futuro. Ponto de Vista: Artigo de Opinião. 3ª edição 2006.
Site : WWW.irpaa.gov
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